Conheça os oito passos para trabalhar como enfermeira (o) nos EUA

Esses oito passos podem levar de alguns meses até um ano para serem alcançados, depende de cada professional e se ele está qualificado. O ideal é buscar apoio e informação no website abaixo e com profissionais da área de imigração.

 

Edital para o Contest 2019 da Ong USAHelp4U.

Edital em Vídeo

 

Veja o texto completo em inglês no endereço abaixo: http://www.discovernursing.com/steps-for-foreign-educated-nurses

Os oito passos para trabalhar como enfermeira (o) nos EUA:

1) Ser formada (o) no Brasil em uma faculdade reconhecida pelo MEC. Ser registrada junto ao seu conselho profissional
Ter experiência de no mínimo dois anos . Alguns estados americanos exigem que o professional faça um curso de 120 horas de atualização e faça um estágio de 120h em um hospital ou clinica sob a supervisão de um enfermeiro formado nos EUA.

2) Boa nota em um exame de inglês (TOEFL ou IELTS)

3) Passar no teste do Conselho Nacional de Enfermagem dos EUA

4) Se cadastrar junto a uma agência de emprego para enfermeiros. A agência vai ajudar a conseguir emprego, visto de enfermeiro e posteriormente o green card

5) Solicitar seu visto de enfermeiro

6) Passar na entrevista da imigração

7) Aceitar o trabalho que a agência indicou e fazer o exame médico provando que está apto ao trabalho

8) Fazer um curso de ressuscitação de pacientes (os feitos no Brasil são válidos desde que a escola seja uma afiliada ao American Heart Association)

 

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Nossos estudantes do mês são da China

 

Chen e Raymond são uma graça. Chen (de óculos) não fala muito inglês, mas Raymond é bastante falante e divertido. Raymond é seu nome ocidental, o nome oriental eu não consigo nem escrever, nem lembrar e muito menos falar…só sei que começa com YAN. Chen não tem nome ocidental. Também ficamos muito feliz em receber o amigo deles, Pete (nome ocidental, o nome oriental eu nem perguntei) para um fim de semana. Os três fazem intercâmbio de um mês aqui em Davie, Flórida (Estados Unidos)

Os dois estavam, previamente, em um hotel, mas depois de alguns dias por lá decidiram que a melhor escolha seria morar com uma host Family. Ficamos super felizes em saber que fomos os escolhidos para abrigá-los no mês de agosto. Eles são nossos primeiros chineses, já abrigamos alunos do Brasil, Japão, Espanha, Equador, Guadaloupe (uma ilha francesa minúscula no Caribe), Arábia Saudita, França e Oman (no oriente médio).

Chen e Raymond reclamaram que não tinham companhia para conversar em inglês e tinham que preparar a própria comida e por isso desistiram do tal hotel já na primeira semana.

Essas semanas, com os dois aqui em casa, têm sido uma grande descoberta sobre os costumes na China. Os dois estão cursando faculdade e moram no campus, são filhos únicos (conforme manda a lei nacional do filho único). Lá, eles preferem lavar a própria roupa todos os dias, pasmem, à mão! Na opinião deles, lavar roupa na máquina de lavar é anti-higiênico, todo mundo põe roupas na mesma máquina, por isso deve ser algo bem sujo. Na universidade existe uma lavanderia coletiva, mas ninguém usa. (Depois de alguns dias de resistência, Raymond acabou se rendendo e usando minha máquina de lavar … kkkkkkk). “ Wow”, disse ele, animado com a rapidez com que deu conta de todas as suas roupas e de Chen, também.

Ficamos sabendo que: na China, o café da manhã pode durar a manhã inteira e os pratos podem incluir carne de porco; se o chinês for empregado do governo e ter mais de um filho ele é demitido por justa causa; que, no passado muito distante, um grupo de chineses decidiu morar em uma ilha próxima e assim nasceu o Japão;  que apesar dos produtos chineses serem baratinhos em todo o mundo, lá na China tudo é muito caro (eles quase enfartaram quando viram os preços dos sapatos Nike, New Balance, Mizuno entre outros no Sawgrass Mills Mall); eles comem batata do mesmo jeito que se comem bananas (segura com uma mão e vai descascando);  que o Facebook é coisa proibida por lá, os chineses só podem usar duas redes sociais o QQ e o WeMatch (as duas são aprovadas pelo governo) e eles adoram comer vegetais.

Os dois nunca haviam comido espetinho de carne, batata doce, e adoraram os smothies que eu fiz. Foram a praia várias vezes, ficaram vermelhos feito pimentão e adoraram a areia. “ It is sooooo beautiful!”, dizia Raymond todo dia depois da praia.

Os dois visitaram além de Fort Lauderdale, Key West e passaram alguns dias em Orlando. Como são fanáticos por Harry Potter, uma visitinha ao Universal Studios não podia faltar. Depois da Flórida, os dois seguem para New York.

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  • Chen (sentado e de óculos), Raymond (bastante falante e divertido), John (marido) e Pete (em pé). Os três fazem intercâmbio de um mês aqui em Davie, Flórida (Estados Unidos).
  • Tentando compreender o mapa do Sawgrass Mills Mall.
  • Visita ao Sawgrass Mills Mall. John (USA), Chen e Raymond (China), Joselina (Brasil).
  • Visita do vizinho Brian. Um jantar com Vários sotaques de inglês
  • Tentando explica como é o café da manhã na China. Somente muito dicionário e foto nesse momento poder nos ajudar.

 

Passagem de ônibus a $1 de Fort Lauderdale para Orlando

Aí vai uma boa dica de viagem para Orlando. A empresa britânica Megabus que já faz o destino Miami-Orlando-Tampa, agora também vai oferecer a linha Fort Lauderdale-Orlando-Tampa. O carro-chefe da empresa são as passagens a $1. Para conseguir o preço promocional, o cliente precisa ficar atento as datas, horários e itinerários. Marcar com antecedência também é um meio de conseguir a viagem a $1.

Os ônibus de dois andares oferecem internet, cinto de segurança como os de carros de passeio e lugares para cadeirantes. A linha de Fort Lauderdale-Orlando-Tampa sairá da estação Tri-Rail (2900 Sheridan Street) e estará disponível a partir do dia 7 de agosto. A viagem vai durar 4 horas até Orlando e mais uma hora para chegar em Tampa. Os preços regulares por trecho custam $18.

A outra opção para quem quer ir de Miami a Orlando é a empresa de turismo Alltour of America. Os preços variam de $35 (ida) ou $60 (ida e volta) com paradas em Kissimee, Fort Pierce, West Palm Beach, Pompano e Hollywood. Para mais detalhes sobre a venda de passagens do sul da Flórida para os destinos que a Megabus e a Alltour servem acesse os websites www.megabus.com e www.alltourbusline.com.

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Fonte: AcheiUSA

Nossos estudantes do mês são da colônia francesa no Caribe: Guadeloupe

Quase não dá para ver no mapa, mas elas estão lá. Um conjunto de ilhas bem pequenininhas no Caribe: Guadaloupe. A área ainda é uma colônia francesa (e eu nem sabia que o país existia e que muito menos a França ainda tinha colônia).

Um grupo de estudantes entre 13 e 19 anos veio para um mês de atividades de verão em uma escola de inglês aqui perto de casa e como somos Host Families recebemos o Willy e o Jordy, 15 e 16 anos, respectivamente.

Apesar de falarem francês, eles são caribenhos e mantém o estilo de vida e simpátia caribenha. São dois amores de adolescentes. Como é de costume de todos os estudantes internacionais que vêm para intercâmbio nos Estados Unidos, eles trouxeram presentes para nós: duas xícaras e dois descansos de pratos estampados com o mapa das ilhas e as frutas mais comuns por lá.

Ter os dois aqui em casa está sendo o máximo. Eles ficam até o início de agosto. Ver os dois descobrirem novos tipos de comida tem sido muito engraçado, por exemplo: eles nunca haviam experimentado mac&cheese, maionese, suco de romã, pumpkin pie e por aí vai.

Adoramos receber nossos estudantes. Já tivemos a honra de receber em nossa casa estudantes dos seguintes países: Japão, Brasil, Espanha, Equador, Arábia Saudita, Oman (para quem não sabe é um país no oriente médio), França e agora do Caribe.

Vejam as fotos:

  • Jantar, sempre uma nova descoberta para eles.
  • Fazendo um bolo para levar para a escola
  • Flagra
  • Passeio na praia de Fort Laurdedale
  • Passeio na praia de Fort Laurdedale

 

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Alunos atletas usam o esporte para chegar à faculdade

Aproveitando oportunidade de defender times escolares, jovens brasileiros podem realizar o sonho de cursar uma faculdade americana

 

Praticar esporte além de ser bom para a saúde também pode lhe render uma faculdade grátis nos Estados Unidos. O benefício não é para todos, mas quem consegue como o brasileiro Marconi Machado, de 32 anoPraticar esporte além de ser bom para a saúde também pode lhe render uma faculdade grátis nos Estados Unidoss, garante que vale a pena principalmente quando termina os quatro anos de faculdade sem nenhuma dívida com as instituições, que em alguns casos pode ultrapassar o valor de um imóvel. Ele usou a sua própria experiência para criar uma empresa, a Golden Goal Sports, que oferece assessoria a jovens atletas brasileiros em busca do sonho americano.

“Vi muito atleta ser abandonado pelas empresas de assessoria que prometiam demais e não podiam cumprir”, lembra o ex-jogador de futebol que agora além de comandar a Golden Sports também é treinador da divisão sub-16 do Flórida Rush Soccer Club em Orlando. Em 2013, ele se juntou ao também ex-jogador brasileiro de futsal Gustavo Brasil para direcionar o foco da empresa para o jovem atleta que ainda está cursando a High School (o ensino médio no Brasil).

Ele lembra que é nesse momento que o atleta precisa de assessoria adequada, não só para mostrar todo o potencial, mas também para continuar nos estudos. “Nem todos vão ser grandes atletas, mas eles podem contribuir para os times escolares e em troca conseguir um grande apoio para terminar os estudos”, resume o treinador.

A Golden Goal Sports não oferece bolsas de estudos para os atletas, garante Marconi, mas oferece a oportunidade para que os mesmo mostrem seu valor esportivo para as faculdades americanas e a partir daí depende do próprio jogador. Mesmo que o carro chefe da empresa e das faculdades seja o futebol, há interesse nos jogadores de vôlei, basquete, tênis, golfe e nadadores. “Os Estados Unidos investe muito no esporte”, lembra o treinador.

Caminho

A assessoria para esses jovens que já demonstram potencial esportivo funciona da seguinte maneira: o atleta/estudante contrata a assessoria esportiva (a Golden oferece vários pacotes) que o leva para um treino, tipo peneirada, de dez dias em Orlando. Os que se sobressaem são indicados para clubes onde, se contratados, podem defender a bandeira do time. Os olheiros profissionais estão sempre à busca de novos atletas e dispostos a oferecer até 100% de bolsa de estudos em faculdades americanas para ter um bom esportista defendendo o nome da instituição em competições nacionais. “Tudo depende da vontade do atleta, mas ter nota boa na escola é fundamental”, avisa Marconi.

Marconi explica que no início o atleta/estudante precisa custear as próprias despesas. Se estiver no Brasil, por exemplo, ele é responsável pelo transporte, visto e alojamento. A assessoria pode oferecer ajuda na obtenção do visto e pacotes com mais vantagens. Ele conta que a maioria dos atletas brasileiros vem para os EUA em época de férias.

O treinador conta que a sua experiência foi fantástica. Quando foi escolhido para jogar pelo time da Eckerd College, em Pittsburgh (FL), ele ganhou bolsa de 100% e fez o curso de comércio exterior durante os quatro anos que defendeu o time da faculdade. “Eu aproveitei e fiz todos os cursos que podia, aquilo era uma oportunidade única. Quando terminei sabia que não iria ser um jogador profissional, mas já tinha a ideia de abrir meu próprio negócio”, lembra.

 

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Reportagem originalmente publica pelo jornal brasileiro AcheiUSA-  edição 496 (agosto de 2013)

Escolas públicas americanas abrem as portas para os estudantes internacionais

Cidades pequenas onde sobram vagas no ensino médio arranjaram um jeito de ocupar as cadeiras vazias e de quebra conseguir mais recursos para a escola

Newcomb, New York – Quando o desemprego levou as famílias da cidade para outros centros urbanos, a escola pública de ensino médio em Newcomb (NY) ficou em uma encruzilhada: fechar as portas ou juntar-se a outros distritos escolares.

Em 2007, no entanto, o distrito escolar percebeu que poderia dar uma reviravolta na situação. As cadeiras vazias da escola poderiam gerar renda para a cidade. A escola abriu as portas para os estudantes internacionais dispostos a pagar $10 mil por ano para poder estudar em uma escola americana.

Newcomb é apenas um exemplo do número crescente de escolas, públicas e privadas, nos Estados Unidos que decidiram abrir as portas para os estudantes internacionais. Pesquisa nacional mostra que o número de estudantes internacionais no ensino médio nos EUA cresceu de 6.500 em 2007 para 65 mil em 2012.

Lei federal Americana limita o tempo que um estudante internacional (aqueles que chegam nos EUA com o visto F-1) pode ficar em uma escola pública, apenas um ano. Não há restrições para escolas particulares. O diretor executivo da Associação Americana de Administradores de Escola, Daniel Domenech, acredita que outras escolas vão seguir o exemplo de Newcomb devido as questões financeiras. “É uma questão de recursos para a nossa comunidade”, disse.

Domenech é ex-superintendente do distrito escolar do condado de Fairfax (Virginia). As escolas da região têm atraído estudantes do mundo inteiro devido a qualidade do ensino nas áreas de ciência e matemática. “Estudantes internacionais que frequentam nossas escolas, retornam para seus países com boa impressão sobre os Estados Unidos e podem ser nossos futuros aliados”, acredita.

Matrículas estavam caindo

Na escola de Newcomb, um prédio de dois andares construído em 1948, o número de matriculas estava caindo drasticamente. Com capacidade para 400 estudantes, a direção viu o corpo discente cair para 57 estudantes em 2006, se não fosse a ação rápida da direção escolar, a formatura da turma poderia ter apenas dois alunos em 2008.

Sete anos depois a escola da cidade já recebeu mais de 80 estudantes do ensino médio, vindo de 28 países e tem mantido o número de estudantes acima dos 100, anualmente. Cada aluno paga $5 mil por um ano de aula, e outros $5.500 para casa e alimentação. Tudo isso para uma chance de experimentar a educação americana e ter mais probabilidade de serem aceitos em uma faculdade ou universidade dos EUA.

O preço da anuidade vai diretamente para os cofres públicos e o valor da acomodação e alimentação vai para o bolso da família americana local que abriga o estudante.

O turco, Ipek Yildiz, de 19 anos terminou o ensino médio em Newcomb. “ A ideia principal não era uma escola perfeita, mas um inglês perfeito”, disse ele que foi aceito em uma faculdade turca onde o ensino é totalmente em inglês. O intercâmbio nos EUA deu a ele uma grande vantagem perante seus conterrâneos em sua terra natal.

A diversidade no ambiente escolar também tem atraiu americanos para a escola de Newcomb. Eles chegam interessados em fazer amizades e ter contato com pessoas de outros países.

Os dois maiores obstáculos enfrentados pelo programa seriam a baixa demanda de host families (família local que abriga o estudante) e as regras para os vistos de estudante.

Fonte: USATODAY – (Photo: Andy Duback for USA TODAY)

veja vídeo sobre a reportagem

 

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Disney contrata intercambistas brasileiros todos os anos

Número de brasileiros é tão grande que a gigante do entretenimento contrata intercambistas para auxiliar quem fala português

Todo ano nas férias de julho ou nas de fim de ano é assim – o número de visitantes brasileiros aumenta tanto nos parques da Disney que a empresa contrata dezenas de intercambistas do Brasil com objetivo de oferecer atendimento em português.  Como todo ano tem novidades em um dos seis parques da Disney, na Downtown Disney, e ou nos resorts (30 ao todo nos EUA), é necessária muita mão-de-obra. Não é à toa que a Disney é um dos maiores empregadores do estado da Flórida.

Os brasileiros trabalham principalmente entre novembro e março, e depois por um curto período em julho. Sempre durante as férias escolares no Brasil, já que os pré-requisitos são: estar cursando faculdade, ter 18 anos e saber falar inglês.

Os interessados podem procurar agências de turismo no Brasil que fazem o pacote ou buscar informações diretamente no departamento de contratações de intercambistas da Disney. Para aqueles que querem ficar mais tempo, o mesmo departamento oferece outros dois tipos de intercâmbio, inclusive com contrato de um ano. Todos os programas são remunerados em dólar.

Depois de tudo feito o intercambista vai morar em uma vila para funcionários dentro do complexo Disney, na Flórida ou Califórnia. De acordo com intercambistas de outros países que trabalham atualmente no parque Epcot, a experiência vale a pena. “Eu falo com pessoas do mundo inteiro. Tem sido uma grande experiência”, disse uma intercambista francesa que trabalha em um dos restaurantes mais movimentados dentro do parque.

Logicamente que, devido ao grande número de turistas, trabalha-se muito. “São horas regulares como qualquer emprego. Eu trabalho oito horas por dia e tenho os fins de semana livre para diversão”, contou um intercambista da Holanda que estuda na área de turismo e, quando voltar, quer empregar o que aprendeu na indústria holandesa de entretenimento.

Além de trabalhar no centro de diversão mundial e conhecer de perto a mágica que envolve os parques da Disney, os funcionários são os primeiros a usarem as últimas novidades em atrações nos parques. Em maio deste ano, o parque Magic Kingdom inaugurou a montanha russa dos sete anões. O brinquedo leva os turistas naqueles carrinhos das minas onde trabalham os sete anões por uma viagem ao mundo da Branca de Neve.

Mas as novidades não param por aí, praticamente todos os anos os parques mudam algumas de suas atrações. No Epcot, por exemplo, a última novidade é dar aos turistas a oportunidade de desenhar o seu próprio carro e vê-lo em ação em uma corrida virtual.

Geralmente, os brasileiros são alocados no serviço de atendimento ao público em atrações bem concorridas como Soarin, TestTrack e Mission Space. Outros trabalham diretamente na recepção. “Em dezembro e janeiro, o parque coloca intercambistas vestidos de verde e amarelo na portaria para recepcionar os brasileiros. É muita gente!”, revelou um dos seguranças do parque.

Dicas aos turistas

Algumas atrações nos parques da Disney são muito concorridas por isso existem os FastPasses. Usando seu cartão de entrada no parque é possível marcar hora para visitar determinada atração. A dica é marcar hora assim que chegar no parque em um dos quiosques eletrônicos, porque por volta das 17h os FastPasses acabam.

Desde 2013, a Disney criou o sistema de pulseiras eletrônicas para os turistas que ficam em um dos seus hotéis dentro dos parques. Com a pulseira é possível entrar e sair dos parques, dos hotéis e marcar hora para as atrações mais concorridas. Para os outros turistas a entrada agora é um cartão magnético.

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  • Pulseira eletrônica e cartão magnético
  • Detalhe da decoração do Epcot
  • Village dentro de Epcot
  • Decoração sobre a Copa do Mundo 2014 no Epcot
  • Cartão magnético para os turistas

Escolas públicas na Flórida oferecem cursos de idiomas a baixo custo

Muitas escolas públicas no sul da Flórida oferecem cursos de idiomas a baixo custo, principalmente o inglês. Entretanto, antes de se matricular em cursos como esse é bom saber quem pode e quem não deveria pleitear uma vaga, e as consequências. Cada condado oferece periodicamente uma lista das escolas e os cursos oferecidos, que se chamam Community Schools – Educação para Adultos.

No condado de Broward, por exemplo, o preço pelo período, que geralmente dura três meses e meio, é de $120, mais a taxa de $10 pela matrícula e outros $10 pelo teste de nivelamento. As aulas acontecem de segunda a quinta-feira, algumas escolas oferecem curso diurnos e noturnos. Esse valor é para os não-residentes na Flórida – pessoas que não podem provar que moravam no estado nos últimos 12 meses.

Para provar que morava no estado, o aluno precisa comprovar residência na Flórida. Para os residentes o custo das aulas é de $30, mais as duas taxas.

 

Concurso 2019 de Bolsas de Estudos nos EUA

Mas todos podem se matricular?

A diretora do Centro de Assistência ao Imigrante (IAC) – ONG criada na Flórida para oferecer orientação aos imigrantes –  Ester Pereira, informa que, de acordo com o USCIS (United States Citizenship and Immigration Services), estrangeiros com visto de turista não podem se inscrever nesses cursos nos Estados Unidos. “O portador do visto de turista não pode usufruir dos serviços públicos”, explica.

De acordo com o IAC, mesmo que a fiscalização possa demorar em localizar esse tipo de infração, há a possibilidade de cedo ou tarde os dados do imigrante serem cruzados em diferente esferas do governo e o turista acabar tendo problemas no futuro. “Hoje em dia, a informática está ajudando no armazenamento de dados, por isso não estranhe se quando for renovar o visto, o mesmo seja negado”, lembra a diretora.

Ela relata a história de uma família brasileira que procurou ajuda no IAC, depois que teve o visto de estudante negado. A família tinha visto de turista e matriculou o filho em escola pública. Ao tentar mudar o status do visto de turista para visto de estudante, a família teve o visto de turista cancelado, e o visto de estudante negado.

Por outro lado, quem está legalizado no país, com visto de estudante, por exemplo, pode se matricular nesses cursos oferecidos pelas escolas públicas sem problemas. Os cursos podem ser uma excelente alternativa para melhorar o idioma rapidamente e fazer amigos.

Vale lembrar que as mesmas escolas oferecem uma vasta lista de cursos noturnos abertos à comunidade como na área de informática, beleza, educação, fitness e desenvolvimento pessoal. Veja o catálogo com o que é oferecido pelas escolas públicas nos três condados mais populosos do estado da Flórida: Broward, West Palm Beach e Miami-Dade

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Community Colleges nos Estados Unidos também oferecem cursos de inglês

diploma

 Os cursos de inglês nos Community College nos Estados Unidos são muito bons, mais avançados do que uma escola de inglês comum. Porém, são diferentes dos oferecidos por escolas de idiomas.  Em uma escola de inglês o aluno faz o General English e decide quantas semanas quer fazer. Dependendo da escola custa  cerca de  $1200 por mês, de segunda a sexta-feira com aulas das 9am às 1pm. Tem escola mais barata e mais cara, depende da localidade e da qualidade. O sistema de ensino é como as escolas de inglês no Brasil.  Os Community Colleges funcionam de outra maneira.

No Broward College em Davie, Flórida, por exemplo, funciona da seguinte maneira: são oferecidas aulas de SPEAKING/LISTENING I, II e II ; ESL READING I, II e III; ESL GRAMMAR/WRITING I, II e III;  e outras de aulas de redação (composition) e comunicação (comunication).

São aulas que fazem parte da grade escolar de cursos profissionalizantes e cursos de graduação que o BC oferece, por isso cada aula dessas equivale a 3 créditos (*). Os créditos são adicionados ao seu curriculum escolar, assim como as outras disciplinas especificas do seu curso, visando a sua graduação em dois ou quatro anos.

Os alunos estrangeiros fazem primeiro um teste de nivelamento para definir em que aula ele deveria ser matriculado. O mesmo aluno pode ser matriculado em diferentes níveis de cada disciplina – frequentado, por exemplo, Speaking I, Reading II e Grammar III.

Cada aula dura, no verão, de 6 a 14 semanas, no resto do ano geralmente são 6, 12 ou 16 semanas.  Se o aluno não for aprovado, ele precisa refazer a disciplina.

Os encontros são semanais de 2 a 4 dias por semanas. Algumas aulas são realizadas terças e quintas-feiras, outras de segunda à quinta-feira. Dependendo da aula, o aluno pode escolher entre turmas matutinas ou noturnas. A duração de cada aula varia de 1h35 minutos a 3horas e meia.

 
Por exemplo:
Aula/disciplina: Speaking/Listening I

Duração: 12 de maio a 10 de agosto de 2014

Horário: 12pm às 1:50pm

Dias: terças e quintas-feiras

Local: Campus North

Valor: $337,70 para moradores do estado e $1.109,00 para estrangeiros.

 

 

Aula: ES Reading I

Duração: 12 de maio a 23 de junho / ou 23 de junho a 10 de agosto de 2014

Horário: 10am – 1:50pm ou 6pm-7:50pm

Dias: de segunda a quinta-feira

Local: oferecida em vários campi

Valor: $337,70 para moradores do estado e $1.109,00 para estrangeiros.

 

Alguns communities colleges oferecem cursos livres em várias áreas, entre elas cursos de idiomas. Geralmente são chamados de Continuing Education (Educação Continuada). O BC oferece cursos de redução de sotaque e inglês avançado. Esses cursos duram dois meses com encontros uma ou duas vezes na semana, ideal para quem quer já está estudando inglês e quer dar ênfase em alguma área. Valores de $165 a $355.

 

Caso: Yahia é um estudante de Oman (Oriente Médio). Ele chegou à Flórida em novembro de 2013 para um curso de General English em uma escola de idiomas em Fort Lauderdale. Nós fomos sua host Family por aqui. Seu objetivo nos EUA era fazer o curso de Técnico em Administração de Aeroportos. Após algumas pesquisas ele encontrou o curso no Broward College.

Eu fui sua intérprete na reunião ocorrida em dezembro de 2013 com a responsável pela admissão de alunos internacionais. Yahia queria transferir seu visto de estudante da escola de idiomas em Fort Lauderdale para o BC, começar as aulas de inglês no BC o mais rápido possível, e paralelamente, dar início ao seu tão sonhado curso técnico.

A responsável pela matrícula de alunos internacionais explicou que:

  • há datas para o envio da documentação;
  • se ele quisesse começar as aulas em janeiro ele deveria ter enviado a documentação em outubro do ano anterior;
  • provavelmente ele não poderia entrar direto em nenhuma disciplina específica do curso técnico porque ele precisaria primeiro estar fluente no inglês;
  • antes de frequentar as aulas de inglês ele precisaria fazer um teste de nivelamento;
  • por ser um estudante internacional ele precisaria comprovar que tinha recursos para pagar todo o curso ($25 mil);
  • o visto de estudante que ele tinha no momento estava ligado a atual escola de inglês em Fort Lauderdale, por isso, se ele decidisse abandonar a escola para cursar aulas de inglês no BC seu visto provavelmente seria cancelado e ele ficaria ilegal.

Em resumo, Yahia pretendia começar aulas do curso técnico no BC em janeiro, mas vai ter que esperar até o verão deste ano para dar início as aulas de inglês no BC. Ele, provavelmente deve começar alguma disciplina do curso de administração em 2015. Tudo isso porque veio para os EUA sem a informação correta.

(*) Leia o post “Entendendo o sistema de ensino na pós-graduação nos Estados Unidos” para saber mais sobre community colleges e universidades nos EUA

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Ser au pair nos Estados Unidos pode ser uma alternativa de intercâmbio

Conheça histórias e de quem já foi au pair e como isso mudou a vida delas

COLABORAÇÃO – LUCIANA PIRES

 Há 28 anos que jovens de vários diferentes países chegam todos os anos nos Estados Unidos como intercambistas participando do programa chamado “au pair” (que em em tradução livre do francês significa “ao par” ou “igual’’). Esse tipo de intercâmbio permite que jovens entre 18 e 26 anos venham para os EUA para estudar e trabalhar como babá para famílias americanas. Em troca de uma ajuda de custo semanal, as famílias têm uma babá a baixo custo, independentemente do número de crianças e com total disponibilidade de trabalho. Mas esse tipo de intercâmbio vale a pena para o brasileiro?

Ao todo são pelo menos 15 agências atuantes no mercado americano que oferecem esse tipo de intercâmbio. A maioria dos participantes são meninas, mas há casos de rapazes. As agências fazem a aproximação entre as famílias e os candidatos, mas cabe às famílias escolherem quem eles querem acolher em suas casas por um ano.

O contrato entre agência, família e o au pair (como também são chamados os participantes do programa) consiste em que o au pair trabalhará cuidando das crianças da família com uma carga horário máxima de 45 horas semanais, receberá um pagamento semanal, morará com a família e receberá uma bolsa de estudos paga pelas famílias no final do contrato. O objetivo desses jovens é na sua maioria de aperfeiçoar o inglês e conhecer os Estados Unidos. Já as famílias muitas vezes precisam de uma babá com total flexibilidade de horário para o trabalho, querem contato com uma nova língua/cultura e não quer querem pagar muito por isso.

Quando Giovanna Simionato, de 25 anos, saiu do Brasil em 2010 para ser au pair no estado de New York, sabia bem o que queria. Ela considerava importante desenvolver fluência em inglês e além disso sonhava em fazer um intercâmbio. Recém-formada em terapia ocupacional, ela veio para trabalhar cuidando de 3 crianças, duas delas gêmeos autistas. Para ela o programa trouxe mais do que a fluência no inglês “Ter sido au pair nos Estados Unidos, foi com certeza, uma das melhores experiências da minha vida! Vejo quantas coisas eu aprendi e outras que desenvolvi. Não foi apenas uma oportunidade para aprimorar meu inglês.  Fiz amizades com pessoas do mundo inteiro: Croácia, México, Alemanha, Equador e outros brasileiros. Viajei para muitos lugares inesquecíveis!’’ ressalta Giovanna.

Para Gesiele Miller, de 31 anos, a experiência não foi tão boa. O relacionamento com a primeira família não foi dos melhores, mas ela não desistiu. Segundo Gesiele a família não tinha paciência com a sua pouca proficiência na língua e não eram amistosos. Depois de 3 meses, ela entrou com um recurso junto à agência e trocou de família. ‘‘A nova família era ótima’’, lembra ela, que participou do programa quando tinha 26 anos. Gesiele conta que decidiu por esse tipo de intercâmbio depois de perder emprego duas vezes no Brasil por não falar inglês.

Pelas regras do programa, as famílias e o/a au pair podem solicitar a mudança, caso uma das partes não esteja satisfeita com a convivência ou por outros motivos. De acordo com um levantamento feito pela British Council, apenas 5% dos brasileiros sabem falar inglês. Logo, muitos dos jovens que participam do programa acreditam que o melhor nível de inglês irá ajuda-los na colocação do mercado de trabalho ou até mesmo em melhores posições.

Giovanna assume que ter voltado para o Brasil com o melhor nível de inglês a ajudou na hora de conseguir um emprego. Gesiele, que tinha o mesmo objetivo, acabou não voltando para o Brasil depois de terminar o programa em 2010. Ela se casou e hoje trabalha como analista de rede no banco Wells Fargo. “Eu vim achando que minha experiência aqui me ajudaria no Brasil, mas na verdade minha experiência no Brasil na área técnica me ajudou aqui. O programa au pair acabou sendo só uma aventura’’, conta ela.

O programa tem um contrato com o período mínimo de um ano e pode ser estendido por até mais um ano. O longo período de estadia e o retorno financeiro que o programa oferece, uma vez que o au pair estará trabalhando e não gastara com moradia e alimentação, são fatores que atraem muitos participantes para esse intercâmbio.

Para Martha Sanches, de 27 anos, o programa acabou se tornando um ponto de partida para uma nova vida. O programa, que só admite participantes maiores de 18 anos, já tinha se tornado seu sonho quando ela era ainda uma adolescente. Logo depois que completou 18 anos, Martha chegou nos Estados Unidos para morar em Maryland com inglês que ela aprendeu sozinha. Com o fim do seu contrato de au pair, no qual ela ficou por 18 meses, ela teve que voltar para o Brasil. “Antes de ir eu pesquisei como poderia voltar para os Estados Unidos e voltei como estudante’, conta ela que voltou com a mãe e o irmão para morar em New Jersey.

Em 2010 Martha se mudou para New York, fez o curso de fotografia, se formou em Liberal Arts e hoje assina o blog www.nyandabout.com.

Publicado no AcheiUSA.com

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