Como Expandir Seus Negócios Para Os Estados Unidos

Maior mercado consumidor do mundo é voltado para compra e vendas, mas depende do produto

 

Todos os dias empresários brasileiros procuram agências de consultoria, o amigo mais próximo que mora nos Estados Unidos e ou até a comunidade brazuca no Facebook a procura de informações de como expandir seus negócios para a terra do Tio Sam. Não é para menos, o país é a maior economia do mundo e o hobby preferido do americano é consumir, desde produtos a serviços.

Com uma grande variedade cultural de estado para estado, o empresário estrangeiro vê no mercado americano a mina de ouro para abrir uma filial, franquia ou até o primeiro negócio da família. Entretanto, quem trabalha na área e lida diretamente com esses empresários visionários pedem cautela na hora do investimento.

Não é porque Steve Jobs começou a multimilionária Apple na garagem do seu pai que qualquer ideia de negócio pode alcançar o mesmo sucesso. Nem mesmo as altas cifras de investimento no plano de negócios é garantia de alguma coisa. Que o diga a rede britânica de supermercados, Tesco. Seus £1.5 bilhão não conseguiram segurar o nome do empreendimento na ex-colônia. O negócio foi por água abaixo.

Caso semelhante aconteceu com a brasileira Vivenda do Camarão. O investimento divulgado na imprensa americana em 2014 era de $20 milhões em uma rede de fastfood dedicada ao camarão – Shrimp House. As primeiras e únicas lojas abriram as portas no Sul da Flórida e não duraram dois anos.

Um problema comum, acredita Carlo Barbieri, presidente do Oxford Group é que o empresário estrangeiro, em geral quer que o consumidor americano se adapte ao seu produto e costume e não aceita se adaptar. “Os países são diferentes; a cultura é diferente; os hábitos de consumo são diferentes; as leis são diferentes; as formas de entrada no mercado são diferentes e assim sucessivamente’’, alerta.

 

Na opinião da publicitária, Juliana Bittencourt, da EySea Solutions, o empresário brasileiro precisa ter humildade para aprender. “Não importa quem você seja, o quanto você saiba, o quanto você ganha. É um novo mercado, uma nova realidade. Pesquise, estude, teste, pergunte. Não tenha vergonha de recomeçar. Sem dúvida, a sua experiência vai fazer você acelerar a curva de aprendizado, mas ela certamente existirá”, antecipa.

 “Chegando aqui é importante entender as diferenças e sutilezas do mercado. É definitivamente, um ambiente mais propício para se fazer negócios. Se compararmos com o Brasil, os custos operacionais favorecem o empresário. Mas, por outro lado, a competição é mais acirrada.  É necessário rever preços, tamanho de equipe, rearranjar tarefas, etc. As empresas brasileiras, quando chegam, costumam demorar um tempo até entenderem que não dá para agir no mercado americano da mesma maneira que agem no brasileiro’’, alerta a publicitária.

Mas mesmo assim, o mercado americano é promissor. O número de programas e organizações governamentais e privadas que podem oferecer um help (ajuda) a quem está chegando é grande e diversificada. A chave é ter o maior número de informações possíveis antes de investir os dólares, aliás o triplo em reais.

‘’Há muitos pontos de benefícios para o investidor que vem de fora. Depois de dois anos de operação da sua empresa aqui ele pode obter uma garantia Federal para seus empréstimos. Tem ainda as associações de investidores que podem se interessar por investir no negócio. Mas é imprescindível, estudar a vocação dos condados. Cada um tem diferentes formas de subsídios, dependendo de se encaixar ou não em sua vocação’’, alerta Barbieri.

 

A Flórida tem aproximadamente 20 Milhões de habitantes, destes, de acordo com a estimativa do Consulado Geral do Brasil em Miami, aproximadamente 300 mil são brasileiros, apenas 1,5% da população do estado.  A região do Tri-County (Miami-Broward-Palm Beach) corresponde a 8ª. região mais populosa e economicamente ativa do País. São 6,7 milhões de habitantes.

 

Mesmo assim, o órgão americano responsável por dar suporte `as pequenas empresas, Small Business Administration (SBA) afirma que em 2015, cerca de 80% das empresas que abriram as portas, fecharam. Eles não separam entre empresários americanos e estrangeiros e os dados de 2016 ainda não foram divulgados.

Mas aparentemente esta percentagem não intimida ninguém, o número de empreendimentos na Florida cresce três vezes mais do que o ritmo nacional, 4%, contra 1,2%

‘’Miami é o portão de entrada para a América do Sul e por isso os pequenos negócios comandados por minorias (mulheres, estrangeiros por exemplo) crescem em ritmo acelerado’’, explica Jonel Hein, Diretora Distrital do SBA no Sul da Flórida.

A opinião da diretora sobre o `abre e fecha` de empresas é a mesma que outros empresários. ‘’Eles começam sem os recursos suficientes e acreditam que sabem tudo’’, revela.

O órgão americano tem como objetivo ser a referência e fazer a ponte entre o pequeno empresário e qualquer serviço que ele precise para crescer e prosperar. Inclusive ser fiador para empréstimo bancário de até $150 mil.

Mas não é qualquer um que vai chegar às portas do SBA e solicitar dinheiro para abrir seu negócio. O empresário precisa estar com o seu empreendimento funcionando em um dos 24 condados no Sul da Flórida há pelo menos um ano, além de outros critérios. “Nós vamos direcioná-lo para o que ele precisa, ajudar com plano de negócios e etc’’, esclarece a diretora.

 

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Os Melhores e Piores Mestrados nos EUA

Escolha o curso certo e tenha mais chances de trabalho no mercado americano

Muitas pessoas decidem fazer uma pós-graduação (graduate) porque acreditam que isso pode ajudar a adquirir as habilidades e credenciais necessárias para obter o emprego que eles querem. No entanto, alguns diplomas de pós-graduação são mais eficazes do que outros no sucesso profissional e retorno financeiro. O mesmo acontece nos Estados Unidos.

Aqui está uma lista dos dez melhores e piores mestrados para encontrar um emprego nos EUA. A lista inclui o salário anual médio para trabalhadores com mais de 10 anos de experiência em cada campo de carreira (calculado por Payscale.com) e o crescimento médio projetado para o período de 2014- 2024 (calculado pelo Bureau of Labor Statistics).

Claro, você deve selecionar um programa de graduação que se ajuste aos seus interesses e objetivos de carreira, independentemente do ranking do programa nesta lista. No entanto, a escola de pós-graduação é muitas vezes cara, por isso é importante pensar e pesar o valor do custo benefício que o programa pode lhe trazer. 

No caso de estudante estrangeiro, o número de bolsas pode ser ainda mais limitado que para os alunos americanos. Não é impossível, porém requer mais pesquisa. E para aquele que planeja encontrar uma oportunidade de ficar definitivamente nos EUA de forma legal, escolher o curso certo pode ser a chave para um futuro melhor na terra do Tio Sam.

Atencao: Nos Estados Unidos as vagas de trabalho informam o salário de duas formas: a) por hora ou b) por ano. Quando eles divulgam valor tipo $100k, isso quer dizer cem mil dólares por ano. Divida o valor por 12 meses ($100k/12 meses = $ 8,3 mil dólares por mês).

Um carro tipo Toyota Corolla 2018 custa $18,5 mil dólares.

 

 

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Como buscar bolsas de estudos 

 

 

 

Melhor mestrado para encontrar um emprego

 

  1. Engenharia Biomédica

Pagamento anual médio: $ 145 mil dólares/ano

Crescimento médio projetado entre 2014 e 2024: 23%

 

  1. Assistente de Médico

Pagamento anual médio: $ 117,000

Crescimento médio: 30%

Esta é uma das carreiras de crescimento mais rápido, com um crescimento projetado de 30% até 2024.

 

  1. Ciência da Computação

Pagamento anual médio: $ 115.602

Crescimento médio: 18%

 

  1. Finanças

Pagamento anual médio: $ 109,797

Crescimento médio: 16%

 

  1. Sistemas de Informação

Pagamento anual médio: $ 103.021

Crescimento médio: 18%

 

  1. Estatísticas

Pagamento anual médio: $ 100.000

Crescimento médio: 19%

 

  1. Engenharia Civil

Pagamento anual médio: $ 96,211

Crescimento médio: 6%

 

  1. Enfermagem

Pagamento anual médio: US $ 95.000

Crescimento médio: 31%

Espera-se que as posições de profissionais de enfermagem aumentem em 2024 em 31%, o que é muito mais rápido do que a média.

 

  1. Administração Hospitalar

Pagamento anual médio: $86.813 dólares

Crescimento médio: 17%

Esses empregos estão em alta demanda e continuarão a crescer na próxima década.

 

  1. Terapia Ocupacional

Pagamento anual médio: $ 81,910 (de acordo com o Bureau of Labor Statistics)

Crescimento médio: 27%

Os terapeutas ocupacionais exigem um mestrado (bem como licença estadual) para praticar. Os programas de mestrado em terapia ocupacional valem a pena investir, a projeção crescimento é ótima – 27% até 2024.

 

 

 

Os Piores mestrados para encontrar trabalho nos EUA

 

  1. Aconselhamento

Pagamento anual médio: $ 57,500

Crescimento médio: 12%

 

  1. Trabalho Social

Pagamento anual médio: US $ 59.887

Crescimento médio: 18%

 

  1. Educação

Pagamento anual médio: US $ 60.686

Crescimento médio: 6%

 

  1. Biblioteca e Ciência da Informação

Pagamento anual médio: $ 62,253

Crescimento médio: 5%

 

  1. Música

Pagamento anual médio: $ 62,561

Crescimento médio: 3%

 

  1. História

Pagamento anual médio: US $ 65.000

Crescimento médio: 5%

 

  1. Belas artes

Pagamento anual médio: $ 69.191

Crescimento médio: 1%

 

  1. Arquitetura

Pagamento anual médio: US $ 76,108

Crescimento médio: 7%

 

9. Gestão de Recursos Humanos

Pagamento anual médio: $ 77.406

Crescimento médio: 7% 

 

 10. Biologia

Pagamento anual médio: US $ 100.000

Crescimento médio: 7%

 

 

Original text in English –

 

 

 

As 25 Melhores Universidades nos Estados Unidos em 2017

Original Article

 

Para quem sonha em cursar uma universidade americana é bom saber que escolher uma boa instituição é fundamental. Todos os anos, o ranking das melhores instituições é atualizado, por isso é bom ficar por dentro das novidades e fazer a escolha certa. Estudar nos Estados Unidos pode ser caro e, se a escolha for errada, o barato pode sair ainda mais caro.

Como todos os anos, alguns nomes nunca deixam as primeiras posições no ranking das melhores, tais como Harvard, Stanford e MIT. As duas primeiras se revezam entre o primeiro e segundo lugar ano após ano. O número de solicitações de vaga rejeitadas chega a 95% em cada uma delas, mesmo assim os alunos (principalmente os estrangeiros) não desistem. Afinal, o nome Harvard University no seu diploma abre qualquer porta, inclusive aquelas que estiverem fechadas.

Harvard e Stanford possuem hoje os melhores alunos, os melhores professores e pesquisadores dos Estados Unidos. Os últimos dados mostram que apenas 4.7% dos alunos que quiseram entrar em Stanford foram aceitos, em Harvard o número de aceitos é de apenas 5.2%.

Estão entre as seis melhores nos Estados Unidos:  Yale University, Princeton University, MIT e CalTech. Todas com grande renome nacional em pesquisa. O quadro discente não é grande, varia entre 1000 a 5.500 estudantes nos cursos de bacharelado.

Enquanto Yale e Princeton tem como focos os cursos na área de ciências, a engenharia fica a cargo da MIT e CalTech.

Seguem ainda no ranking: University of Pennsylvania, Brown University, Dartmouth College, Columbia University e Cornell University.

Somente 4% das melhores universiddes americanas oferecem excelência na area de artes, são elas: Claremont McKenna College, Harvey Mudd College, Williams College, Amherst College, Swarthmore College e Bowdoin College.

Não deixe de ler no blog do USAHelp4U.com outros textos sobre o tema, como por exemplo: Autorização Especial para TrabalharEntendendo o sistema de ensino na pós-graduação nos Estados Unidos; Entendendo os testes de admissão no ensino americano; Visto de estudante pode ser alternativa.

 

Veja abaixo a lista completa por ordem divulgada recentemente pela Forbes:

 

  1. Harvard University
  2. Stanford University
  3. Yale University
  4. Princeton University
  5. Massachusetts Institute of Technology
  6. California Institute of Technology
  7. University of Pennsylvania
  8. Duke University
  9. Brown University
  10. Pomona College
  11. Claremont McKenna College
  12. Dartmouth College
  13. Williams College
  14. Columbia University In The City of New York
  15. Cornell University-Endowed Colleges
  16. University of Chicago
  17. Amherst College
  18. Harvey Mudd College
  19. Swarthmore College
  20. Georgetown University
  21. Rice University
  22. Bowdoin College
  23. Haverford College
  24. University of Notre Dame
  25. Vanderbilt University

 

Texto original

Pernambucana Ganha Bolsa de Estudos na Flórida

Concurso é oferecido anualmente pela ONG USAHelp4U com apoio da Lingua Language Center – FLL

 

 

Da redação

A enfermeira pernambucana Marcella Monteiro Corrêa Lima, de 34 anos, foi a grande vencedora do Contest 2017. Este é o terceiro ano que a ONG USAHelp4U com apoio da escola Lingua Language Center, em Fort Lauderdale (Estados Unidos), realizam o concurso oferecido somente para brasileiros residentes no Brasil.

Mais de 100 pessoas participaram do concurso este ano que oferece uma bolsa de estudos de inglês de um mês na Flórida. Todos os participantes do concurso vão ganhar cupons de desconto para cursos de inglês na escola de idiomas em Fort Lauderdale. Cupons não usados ficam à disposição do público.

 

Marcella estava, originalmente, na oitava posição. Entretanto, cinco dos primeiros colocados não seguiram as regras do concurso contida no edital e por isso foram desclassificados.

Para participar, como todos os anos, basta responder uma pergunta. Este ano, os participantes tiveram que responder “Como a língua inglesa poderia ajudá-lo a conseguir uma melhor oportunidade de trabalho?’’.

 

Para Marcella, a resposta é bem simples – ‘’ É uma língua fundamental para qualquer carreira profissional”, enfatiza a enfermeira que sonha em um dia poder cursar pós-graduação nos EUA. 

 

Os três candidatos finalistas para a bolsa de intercâmbio tinham que apresentar um vídeo. “Desenvolver o vídeo foi difícil pois sou tímida e nunca tinha feito algo dessa natureza antes. Mas em nome desse sonho eu dei o melhor de mim e tentei passar a verdade para as pessoas. Quem me conhece há mais tempo sabe dessa minha paixão pelo inglês e acho que isso ficou transparente no vídeo”, conta.  

 

Apenas os 13 conselheiros voluntários da ONG podem votar. Marcella ganhou a maioria dos votos, sete. Ela tem até o dia 3 de abril de 2018 para apresentar provas de que tem intenção de viagem (como visto e passagem). Caso isso não aconteça, a bolsa de estudos (que inclui acomodação e alimentação) passa para o próximo candidato.

 

Estão em segundo e terceiro lugar, respectivamente – Ligia Silva (SP) e Charles Pereira (SC).

 

A bolsa é válida para o mês de julho de 2018. Marcella tem grandes expectativas para sua viagem. “Não estou matriculada em nenhum curso de inglês no momento, mas estou em contato com o inglês diariamente, seja através de músicas, filmes ou artigos. Passar um tempo fora do Brasil sempre foi um sonho de vida e tendo a oportunidade de aprimorar o inglês, para mim, é o casamento perfeito. Se não fosse a bolsa oferecida pela USAHelp4U com apoio da Lingua Language Center eu teria pouquíssimas chances de realizar este sonho, por conta dos custos financeiros nesse momento’’, finaliza. 

 

ONG

USHelp4U é uma organização não governamental no estado da Flórida (USA) dedicada a oferecer suporte e informação adequada aos estudantes brasileiros interessados em investir no aprendizado da língua inglesa e profissional nos Estados Unidos. Outras informações sobre a ONG pelo website www.usahelp4u.com e ou e-mail info@usahelp4u.com.

Conselho Voluntário divulga resultado do Contest 2017

O Conselho Voluntário da ONG USAHelp4U divulgou hoje (9 de outubro) o resultado do Contest 2017. A vencedora é a pernambucana Marcella Monteiro.

 

O segundo lugar foi para Ligia Silva, e terceiro para Charles Pereira.

 

O concurso oferece uma de bolsa de estudos e tem como patrocinador a escola de idiomas, Lingua Language Center, de Fort Lauderdale, Flórida, Estados Unidos.

 

O prêmio inclui acomodação e alimentação. O intercâmbio acontece no mês de julho de 2018.

 

Este é o terceiro ano do concurso. A primeira ganhadora foi Tábatta Bahia Santana, da Bahia, e a segunda de Minas Gerais, Jessika Marques.

 

A vencedora tem até o dia 3 de abril de 2018 para provar que há intenção de usufruir do prêmio. Se esta cláusula do edital não for cumprida, o prêmio segue para o próximo candidato.

 

ONG

A ONG www.usahelp4u.com foi criada em 2013 para concentrar em um só local as principais informações sobre estudos nos Estados Unidos. Todas as informações são oferecidas em português. O website mantém ainda uma lista de escolas de inglês para facilitar a busca por melhores preços e qualidade de ensino de língua inglesa nos Estados Unidos.

 

Contato

info@usahelp4U.com

 

 

Brasileiras são a maioria em busca por bolsa de estudos

Pesquisa foi feita pelo ONG USAHelp4U durante o concurso 2017

 

As brasileiras são a maioria entre os interessados em estudar inglês nos EUA. A pesquisa foi elaborada com base nos dados do concurso 2017 que oferecia bolsa de estudos na Flórida. Este é o terceiro ano do concurso elaborado pela ONG USAHelp4U com apoio da Lingua Language Center, escola em Fort Lauderdale.

Dos mais de 100 participantes, 57% eram mulheres.  Sendo que dessas, a grande maioria estava cursando ou finalizando algum curso superior. Entretanto, candidatos com pós-graduação e doutorado também participaram do concurso. A idade dos participantes do concurso foi entre 18 e 57 anos.

As inscrições para o concurso foram encerradas no último dia 27 de agosto, o nome do ganhador (a) será publicado nas redes sociais da ONG no dia 9 de outubro.  O concurso era aberto apenas para brasileiros residentes no Brasil.

A pesquisa mostrou ainda que a maioria dos participantes são dos estados de São Paulo, Pernambuco, Minas Gerais e Rio de Janeiro. Os estados do Acre, Alagoas, Amapá, Maranhão, Piauí, Roraima e Tocantins não tiveram participantes.

O ganhador (a) levará como prêmio um curso de inglês de um mês, mais alimentação e acomodação em Fort Lauderdale. Em 2015 a ganhadora foi da Bahia, em 2016, de Minas Gerais.

Para participar, os interessados deviam responder uma pergunta. A resposta é analisada por conselheiros voluntários da ONG – brasileiros residentes no Brasil, EUA, Canadá, Londres e Holanda. Cada voluntário fez a análise apenas das respostas, não tendo acesso aos dados pessoais do participante. Essa foi a maneira que a ONG encontrou para deixar a escolha mais imparcial possível. Desta maneira, o conselheiro voluntário não sabe se, por exemplo, se o participante é da mesma cidade, se estuda em escola pública ou não.

 

Concurso

O concurso exigia a resposta a seguinte pergunta –  ‘’Como a língua inglesa poderia ajudá-lo a conseguir uma melhor oportunidade de trabalho?” – e preenchimento de um formulário com dados pessoais como nome, endereço e e-mails.

De acordo com os conselheiros, pelo menos 30% não conseguiram responder a pergunta.

Após a primeira peneirada feita pelos voluntários, a escola patrocinadora do concurso escolherá os três melhores e três suplentes. Os três primeiros colocados irão fazer um vídeo demonstrando seu interesse em ganhar a bolsa. Os conselheiros, treze ao todo, votam no vencedor (a) na primeira semana de outubro.

Blog
O website www.usahelp4u.com foi criado em 2013 para concentrar em um só local as principais informações sobre estudos nos Estados Unidos. Todas as informações são oferecidas em português. O website mantém ainda uma lista de escolas de inglês para facilitar a busca por melhores preços e qualidade de ensino de língua inglesa nos Estados Unidos.

 

Escola

Lingua Language Center é uma escola de Inglês credenciada junto ao Conselho de Credenciamento de Educação Continuada e Treinamento ( ACCET ). A escola oferece a documentação necessário para o pedido do visto F-1, o visto de estudante, para os alunos internacionais.

 

Estudante internacional pode solicitar autorização especial para trabalho

O caminho não é fácil, o jeito é conhecer as leis e investir nos estudos

 

 

 

Quando Satish Kurapati, de 26 anos, terminou a graduação em sua terra natal, Índia, ele tinha um foco em mente, vir para os Estados Unidos. O mesmo que outras pessoas de sua família e alguns amigos fizeram. E ele sabia também que seriam tempos difíceis, mas ficar no seu país não estava nos seus planos.

 

Com o diploma do curso superior na área de eletrônica em mãos, ele decidiu fazer pós-graduação no Texas. Satish veio para os EUA com visto de estudante, o F-1. ‘’Índia é o segundo país mais populoso do mundo e a pobreza é grande. Não quero voltar’’, garante.

 

Depois de 18 meses de curso no Texas A&M University, em Kingsville, Satish fez o mesmo que seus colegas, solicitou permissão de trabalho ao governo americano e conseguiu. Em 2 meses, seu Optional Practical Training (OPT) estava aprovado. A partir daí, ele precisou procurar uma agência de empregos em busca de uma colocação no mercado de trabalho.

 

Isso aconteceu em março de 2016. O OPT durou um ano e ele solicitou a renovação, que também foi rapidamente aprovada. Agora ele tem até fevereiro de 2019 para trabalhar legalmente nos EUA.

 

Como funciona o OPT

O Optional Practical Training (OPT) é uma forma legal do estudante de pós-graduação (nos EUA esses cursos são chamados de graduate) conseguir trabalho assim que terminar o curso. Para tanto, o estudante solicita ajuda do Designated School Oficial (DSO) da escola para preenchimento do FORM-I765.

 

A resposta vem em no máximo 90 dias. Estudantes de pós-graduação nas áreas de Science, Technology, Engineering and Mathematics (STEM) podem solicitar extensão, assim como Satish fez. Essas áreas são prioridades para o governo americano.

 

‘’Eu posso dizer que 99.99% dos nossos estudantes solicitam o OPT’’, garante Anthony DeNapoli, diretor para assuntos internacionais da Nova Southeastern University, uma das 10 melhores universidades na Flórida. A instituição possui um departamento para ajudar o Graduate estudante a procurar um emprego assim que o OPT é aprovado, mas o estudante também pode, e deve, procurar por conta própria.

O diretor explica que a maioria dos estudantes da área de Business, Tecnologia e Farmácia conseguem emprego  rapidamente.

A universidade possui 1400 estudantes estrangeiros, de 116 países. Desses, 50 são brasileiros. A maioria dos brasileiros estão nos cursos de pós-graduação.

 

 

Durante e após o OPT

Assim que o seu OPT foi aprovado, Satish buscou uma agência de empregos que terceiriza mão obra na área de tecnologia. Hoje, ele presta serviços para uma multinacional na área de seguros no sul da Flórida. “’Sou funcionário da agência. Mas vale a pena ficar aqui’’, confessa.

 

Ele conseguiu o OPT em março de 2016 e em abril de 2017, a mesma agência solicitou o visto de trabalho –  (o famoso, tão sonhado e desejado) H1B, mas a concorrência foi grande demais e ele não conseguiu passar na peneirada do governo. ‘’Ainda tenho a possibilidade de tentar em abril de 2018. Se não der, eu tento outro mestrado em 2019 e ai tentarei o CPT. Mas não volto para a Índia’’, planeja.

 

Ele conta que a trajetória de um amigo serve de exemplo para seu esforço. Seu amigo está nos EUA há 7 anos. Primeiro como estudante visto F-1 no curso de Pós-graduação, depois com a autorização OPT, depois H1-B e, agora, aguarda o tão sonhado Green Card. ‘’Já foi aprovado. A fila é longa, mas é possível’’, diz Satish esperançoso em ter a mesma sorte que o amigo.

 

OPT x CPT

O Optional Practical Training (OPT) pode ser solicitado 90 dias antes do término de um ano acadêmico ou no máximo 60 dias após o fim do curso. O aluno precisa estar matriculado em tempo integral (full time). Cada universidade exige um número mínimo de disciplinas para considerar o aluno como full time.

 

Assim que completar um ano na universidade, o aluno pode solicitar o OPT para trabalho de 20 horas por semana durante o período das aulas, e período integral durante as férias. Quando terminar a pós-graduação, o OPT deve ser alterado para trabalho integral.

 

O Curricular Practical Training (CPT) também é outra alternativa. De acordo com o website oficial do governo americano, o trabalho precisa estar ligado a área de estudos do requerente. Não é exigido que o estudante trabalhe apenas 20h/semana durante as aulas, mas é necessário um acordo com o empregador e a universidade. 

 

Outras opções para trabalho para estudante com visto estudante

Ainda de acordo com o website do governo americano (USCIS), os estudantes estrangeiros possuem as seguintes opções:

 

M-1 Visa – Este é um tipo de visto de estudante para quem está interessado em fazer cursos profissionalizantes. O emprego precisa estar diretamente ligado a área de estudo.

 

Estudante Empreendedor – O governo americano considera empreendedorismo como trabalho. O estudante interessado deve ter o visto F1 e qualificar para o OPT.

 

Para ser aceito em um curso de pós-graduação o estudante precisa apresentar bom ou excelente nível de inglês.

 

Entendendo os testes de admissão no ensino americano

O governo americano impõe vários testes durante a vida escolar do aluno. A lista é enorme desde o ensino fundamental até o doutorado.  Todos os testes são pagos. Oferecidos por agências específicas, com datas pré-estabelecidas.

Há cursos para preparar o aluno para cada teste. O estudante internacional interessado em estudar em faculdade e ou universidade nos Estados Unidos deve primeiro se informar sobre qual teste a instituição aceita e a pontuação exigida. Estes testes podem levar de 1h até 4h, incluir conhecimentos gerais, matemática, ciência social, inglês, etc.

Os exames são oferecidos em datas especificas. O que significa que o aluno interessado precisa se planejar. Em geral um estudante internacional precisa de 6 meses a um ano para se preparar e conseguir avançar em todas as etapas de um processo de admissão. Isso inclui: testes, tradução da papelada, trâmites com a universidade etc.

Os resultados desses testes são usados pelas faculdades e universidades para avaliar se o aluno tem capacidade de frequentar as aulas e terminar o curso. O desempenho não é avaliado como ‘’aprovado’’ ou ‘’reprovado’’ e sim a pontuação. Quanto mais alta a sua pontuação, mais chances de conseguir ser aceito pela instituição.

Além destes testes, o estudante internacional precisa apresentar proficiência em Inglês. Isso é feito através de testes como o TOEFL ou IELTS.

Algumas profissões para serem exercidas em solo americano também exigem a conclusão em um teste. Profissões como advogado, engenheiros, contadores, enfermeiros, assistente de médico, dentistas etc…etc..etc…

Vale lembrar que faculdade nos Estados Unidos são conhecidas como Colleges. Elas oferecem cursos de dois a quatro anos. As universidades somente oferecem cursos acima de 4 anos, mestrado e doutorado.

Os estudantes que não possuem autorização para morar nos EUA, precisam solicitar o visto de estudante – F-1.  Para tanto, a escola deve estar credenciada junto ao governo americano para receber estudante internacional.

Alguns estão relacionados abaixo:

GED – General Educational Development – avalia o estudante que não obteve o diploma do ensino médio. Resultado serve como diploma da HIGH SCHOOL. Aulas preparatórias são oferecidas em escolas públicas a preços bem baixos. Cursos online gratuitos também existem.

SAT – Scholastic Assessment Test – usado por faculdades nos EUA para saber o estudante está preparado para acompanhar as aulas. Feito geralmente após o término no ensino médio. Quanto mais pontos, mais chances de conseguir ser aceito por uma boa faculdade. Aulas preparatórias são oferecidas em escolas públicas a preços bem baixos. Cursos online gratuitos também existem.

ACT – American College Test – Este é outro teste muito usado pelas faculdades para avaliar os estudantes durante o processo de admissão.

GRE – Graduate Record Examinations – Este é outro teste muito usado pelas universidades para avaliar os estudantes durante o processo de admissão no mestrado.

MAT – Miller Analogies Test – Algumas universidades solicitam este teste para os estudantes interessados em frequentar o mestrado.

TOEFL – Test of English as a Foreign Language – Todo aluno estrangeiro que deseja estudar nos EUA ou em qualquer outro país de língua inglesa precisa comprovar a proficiência no idioma. Para isso, a maioria das universidades aceita o resultado do exame TOEFL como prova que o aluno é capaz de acompanhar as aulas no idioma. Algumas universidades possuem convenio com escolas de inglês. Assim que o aluno termina o curso de inglês nível avançado ele pode entrar direito para o curso superior sem a necessidade de fazer o TOEFL.

IELTSInternational English Language Testing System – mesmo caso do TOEFL. Muito usado pelas universidades na Europa.

 

 

Governo estuda fazer mudanças no visto F-1

Propostas por enquanto são apenas ideias que podem levar até 18 meses para entrar em vigor

 

Da redação com Washington Post e G1

 

 

O Departamento de Segurança Nacional (Department of Homeland Security – DHS) está estudando possíveis mudanças no Student and Exchange Visitor Program, ou visto F-1 (o visto de estudante). Por enquanto, trata-se apenas de estudos e nada concreto deve ser divulgado ainda este ano, já que possíveis mudanças precisam de no mínimo 18 meses para serem planejadas, aprovadas para só então entrar em vigor.

Segundo oficiais do DHS, o objetivo é aumentar a segurança do país e evitar os abusos ocorridos com o visto F-1.  Pelo menos 2.8% dos mais de 1.4 milhões de estudantes estrangeiros nos Estados Unidos no ano passado ficaram além do tempo permitido no país, o dobro de quem entra nos EUA com visto de turista. Atualmente, 5% dos quase 20 milhões de estudantes matriculados em faculdades e universidades americanas são estrangeiros.

Os países que mais enviam estudantes para os EUA são: China, Índia, Coreia do Sul e Arábia Saudita. Entre os estados americanos que mais abrigam esses estudantes estão Califórnia, New York e Texas. As universidades campeãs em número de estudantes estrangeiros são New York University e University of Southern California.

Dados de 2015 do Instituto de Educação Internacional (Institute of International Education – IIE) mostram que o número de universitários brasileiros estudando nos Estados Unidos cresceu 78% entre 2013 e 2014, fazendo com que o Brasil pulasse da 10ª para a 6ª posição no ranking de países que mais enviam intercambistas para os EUA. Segundo o instituto, no ano letivo de 2014-2015 os Estados Unidos registraram 23.675 brasileiros matriculados no ensino superior americano.

Possíveis mudanças

Entre as possíveis mudanças seria a necessidade de renovar o visto anualmente, pagando a taxa de $200. Atualmente, o aluno pode ficar no país indefinidamente enquanto estiver estudando e seguindo as regras das escolas. Ele pode também mudar de escola de idiomas, para faculdade e ou universidade mantendo o visto, sem a necessidade de sair do país. 

Caso as propostas, ainda em fase preliminar de estudo, sigam adiante o estudante internacional poderá ter que passar por todo o processo de solicitação de visto novamente caso decida mudar de instituição.

Mesmo antes das mudanças se concretizarem, representantes de universidades já apontam possíveis dificuldades. Jill Welch, diretor da Associação Internacional de Educadores (Associaton of Internacional Educators – NAFSA) taxou as ideias do DHS de ‘’desnecessárias’’.  ‘’Esperamos que o DHS consulte instituições como a NAFSA antes de tomar qualquer decisão precipitada’’, concluiu.

De acordo com o IIE os estudantes estrangeiros injetaram mais de $35 bilhões na economia americana em 2015.

 

Viabilidade

O porta-voz da Associação Americana de Universidades (Association of American Universities), Pedro Ribeiro, não acredita que o projeto seja viável. ‘’ Essas propostas significam mais papeladas para os estudante e governo. O DHS simplesmente não tem funcionários suficientes para administrar todas essas mudanças”, acredita.

O porta-voz do DHS, David Lapan, não quis fazer comentários sobre as possíveis mudanças, mas confirmou que o visto de estudante ‘’é um dos quais está sobre revisão por parte do governo’’. ‘’O DHS está estudando várias mudanças no sistema de imigração dos EUA, incluindo o visto de estudante. Nosso objetivo é que que o sistema de imigração atenda ao interesse americano, com ênfase na segurança nacional’’, resumiu.

 

 

Com informações do Washington Post 07/10/2017

Ganhadora do Contest 2016 já está Flórida

Jéssika Marques vai estudar gratuitamente na Lingua Language Center em FLL

A ganhadora do Contest 2016, promovido pela ong USAHelp4U com apoio da escola Lingua Language Center, Jéssika Marques chegou à Flórida para participar do seu curso de inglês em Fort Lauderdale. ‘’Eu trabalhei muito por isso e consegui’’, conta entusiasmada com a oportunidade. O curso acontece de 3 a 28 julho.

Jéssika vai estudar por um mês na Lingua Language Center no coração de Fort Lauderdale. O concurso é promovido anualmente e somente brasileiros residentes no Brasil podem participar.

Jéssika é arquiteta de Belo Horizonte e pela primeira vem aos Estados Unidos para um intercâmbio. ‘’Já visitei Miami e adorei. As pessoas aqui são bem patriotas, adoram colocar a bandeira americana nas suas casas’’, enaltece. Ela também planeja visitar projetos de arquitetura e casas para comparar o estilo americano de Design de Interiores.

Antes do início das aulas, a mineira fez uma visita à escola e conheceu o diretor Erwin Richter. ‘’É um trabalho maravilhoso que a ong está fazendo para dar oportunidade aos jovens brasileiros”, contou o diretor.

 

Além do curso, Jéssika também ganhou a matrícula e a escola liberou o uso do material didático sem custos. A ong disponibilizou acomodação e alimentação, caso precisasse.

Durante os dias que vai permanecer na Flórida, Jéssika vai produzir alguns vídeos mostrando a sua experiência nos EUA. Acompanhe a trajetória pelas redes sociais da ONG no facebook e Instagram.

Contest 2017

Estão abertas as inscrições para o Contest 2017 da ONG USAHelp4U. O período de inscrição vai de 14 de junho a 27 de agosto de 2017. Para participar do concurso o interessado deve preencher um formulário publicado no www.usahelp4u.com/bolsas de estudos. Além de preencher com dados pessoais, o participante precisa responder uma pergunta (em inglês) sobre ‘’Como a língua inglesa poderia ajudá-lo a conseguir uma melhor oportunidade de trabalho’’.
A resposta vencedora ganha uma bolsa de estudos de um mês de curso de inglês grátis, na Flórida, incluindo a acomodação e alimentação. As aulas serão ministradas de 2 a 27 de julho de 2018.

ONG
A ONG www.usahelp4u.com foi criada em 2013 para concentrar em um só local as principais informações sobre estudos nos Estados Unidos. Todas as informações são oferecidas em português. O website mantém ainda uma lista de escolas de inglês para facilitar a busca por melhores preços e qualidade de ensino de língua inglesa nos Estados Unidos.

Contato
info@usahelp4U.com

 

 Vídeo 1

 Vídeo 2

Vídeo 3

Vídeo 4

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