Entendendo o sistema de ensino na pós-graduação nos Estados Unidos


Os Estados Unidos possuem muitas opções de ensino de alta qualidade. Muita gente entra em contato com a USAHelp4U para saber sobre como fazer uma pós-graduação nos Estados Unidos, por isso estamos disponibilizando algumas informações abaixo. Qualquer dúvida entre em contato com nossa organização pelo e-mail – info@usahelp4u.com.

Edital para o Contest 2019 da Ong USAHelp4U

Edital em Vídeo

 

Dúvidas mais frequentes:

1)      Universidade x Faculdade

Nos EUA tem as universidades e as faculdades. As faculdades eles chamam de college. São instituições que oferecem cursos técnicos de um ano, dois anos e alguns cursos de nível superior, de 4 anos. São mais baratas, mas não vão além da graduação. Para cada curso desses você recebe certificado ou diploma. A variedade para esses cursos de 1 e 2 anos é gigantesca. Às vezes, o estudante que fez o curso de 1 ou 2 anos pode usar algumas das disciplinas e eliminá-las no curso de nível superior.

2)      Universidades

Na Flórida a maior universidade é a University of Florida, em Gainesville. Depois dela vem as seguintes instituições:

Florida Agricultural and Mechanical University (Tallahassee)

Florida Atlantic University (Boca Raton)

Florida Gulf Coast University (Ft. Myers)

Florida International University (Miami)

Florida Polytechnic University (Lakeland)

Florida State University (Tallahassee)

New College of Florida (Sarasota)

University of Central Florida (Orlando)

University of North Florida (Jacksonville)

University of South Florida (Tampa)

University of West Florida (Pensacola)

Essas são universidades públicas. O que isso significa? Que são apenas mais baratas que as outras. Em resumo o aluno precisa pagar em toda e qualquer universidade. Logicamente que existem várias bolsas, financiamento, e maneiras de diminuir os custos do curso. Geralmente através de esporte. Se o aluno for bom, a escola oferece bolsas de valores parciais ou até 100% do valor.  Os custos da educação superior nos EUA é bem alto, por isso alguns pais começam a pagar a faculdade quando os filhos ainda estão na pré-escola.  O dinheiro vai para um fundo educacional e, quando o filho atingir a idade de ir para a faculdade, ele decide qual a instituição e o fundo transfere o dinheiro.

3)      Pós-graduação

Quanto à pós-graduação, o mestrado (2 a 3 anos) ou doutorado (2 a 5 anos) a duração depende do curso que você escolher. Não existe esse negócios de lato-sensu, stricto sensu. Mestrado é mestrado e pronto.

O aluno pega a grade escolar do mestrado, geralmente entre 12 e 14 disciplinas. Cada disciplina vale 3 créditos. Isso quer dizer que você só pega o diploma quando você somar os seus 36 ou 42 créditos.

Você tem a opção de fazer uma disciplina por vez. Isso vai levar muito tempo para você terminar o mestrado, mas a opção é sua. Algumas disciplinas não exigem que você tenha estudado uma determinada disciplina anteriormente, por isso às vezes o aluno pode pular disciplina, ir para as que ele tem mais aptidão deixando as mais difíceis por último. Porém, nem sempre é possível ficar pulando de galho e galho, tudo depende do curso escolhido.

4)      Preço

Quanto ao preço, existem dois grupos: um preço para quem mora na Flórida (residente) e outro para quem vem de fora (de outro estado ou de outro país). Aliás, essa diferença no preço aparentemente acontece em todo os 50 estados americanos, o correto é verificar antes da matrícula.

Por exemplo, na FAU (Florida Atlantic University) para quem é residente na Flórida cada disciplina do mestrado custa $369,82 por crédito (isso significa que a disciplina XYZ do curso de mestrado ABC vai custar 3x369,82) para quem não é residente no estado, a mesma disciplina custará 3x1.024,81. Lembre-se cada disciplina tem 3 créditos, por isso multiplique por três. Veja os preços da FAU no seguinte endereço http://www.fau.edu/controller/student_information/tuition_breakdown.php.

Vale lembrar ainda que é comum o estudante se matricular em 4 disciplinas (que aqui eles chamam de curso) por semestre. Então se o seu mestrado terá 14 disciplinas, eles dizem que você estudou 14 cursos. Engraçado, né?

Cada disciplina (ou curso), pelo menos a maioria delas, os alunos vão até a sala de aula duas vezes por semana. Por exemplo, a disciplina ‘Introdução à Contabilidade’ do Mestrado em Sistema de Informação, tem aulas às segundas e quartas-feiras, a disciplina ‘Gerenciamento de Telecomunicações’ do Mestrado em Sistema de Informação tem aulas às terças e quintas-feiras. Cerca de 90% dos cursos funcionam nessa linha.

5)      Sistema de ensino

O sistema de ensino americano parece complicado, mas com o tempo a pessoa acostuma. Essa diferença no preço era a grande briga/bandeira/desgosto/birra dos estudantes que estão na Flórida desde pequenos, porém não estão legalizados. Apesar de terem vivido praticamente a vida inteira nos EUA eles são imigrantes indocumentados, por isso pagavam o mesmo preço dos estudantes de outros estados e de outros países. A briga durou dez anos.

Em maio/2014 foi aprovada no estado da Flórida uma lei que oferece a esses estudantes a mesma oportunidade de quem nasceu nos EUA. Ou seja vão pagar bem menos por seus estudos. Outros estados americanos já fizeram o mesmo e aprovaram leis semelhantes.

6)      Acomodação

Quando à acomodação, nem toda universidade oferece. Somente as grandes tem prédios, tipo república onde os estudante podem alugar um quarto ou uma vaga. Os preços variam enormente, depende do prédio, se o apartamento é para duas, três, quatro pessoas, etc etc...

Eu peguei a FAU (Florida Atlantic University), pública, como exemplo, de novo. Essa universidade tem sete campi, mas oferece moradia somente 2 campi. No site da universidade (http://www.fau.edu/housing/Housing_Rates/new2014-2015%20rate%20sheet.pdf) eles mostram as opções de residência e os preços para o próximo semestre. Vale lembrar que o semestre americano é o seguinte, começa no meio de agosto e vai até dezembro, e depois começo de janeiro até primeira semana de maio.

Mesmo se o seu curso for em um campus onde não há residência, mas a universidade oferece residência em outro campus, você pode entrar com pedido de moradia. Geralmente tem mais gente do que quarto para alugar, por isso é preciso fazer a inscrição, pagar as taxas etc etc etc..com antecedência. Por isso, a procura por quartos para alugar em áreas ao redor das universidades é grande também. O preço nesse caso varia depende da localidade, em Miami um quarto privado com banheiro pode custar até $1500/mês, em Fort Lauderdale, uns 40 minutos de Miami, o mesmo quarto custa uns $600.

7)      Dicas

A dica para quem vem de outro país para estudar nos EUA é a seguinte: primeiro tem certeza de qual o curso de mestrado ou doutorado você pretende fazer; segundo procure todas as universidades no país que ofereçam aquele bendito curso; terceiro avalie o que cada universidade oferece - tem várias opções de bolsas, cada universidade oferece as informações no seu website, avalie moradia, se a cidade é cara, se o transporte público funciona ou você vai precisar comprar carro, avalie se a universidade oferece vagas de trabalho para estudante estrangeiros (muitas oferecem e vc ganha um dinheirinho com isso); por último planeje tudo com no mínimo um ano de antecedência.

Cada universidade tem as suas datas para os alunos internacionais. Não é uma questão apenas de ter a documentação certa, precisa estar no tempo certo. Por exemplo, as aulas começam em agosto, não adianta chegar em junho com a papelada em mãos.

Entre em contato com o departamento de International Students da universidade que você escolheu e questione os prazos e opções de bolsas. A maioria das universidades, tipo 99%, vão exigir toda a documentação traduzida, pagamento de alguma coisa adiantado, e o teste de inglês. A maioria oferece aulas de inglês para alunos estrangeiros e podem até exigir que eles frequentem algumas aulas de inglês antes de começar as disciplinas/cursos do Mestrado, Doutorado ou graduação.

Estudar nos EUA não é impossível, mas exige muito planejamento e pesquisa. Boa Sorte. Se ainda tiver alguma dúvida, por favor entre em contato.

 
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Brasileiros na entrevista com a imigração americana

Histórias de imigrantes

Brasileiros na entrevista com a imigração americana

Pela primeira vez fui convidada para ser a tradutora em uma entrevista de imigração. Lembro que a minha entrevista, ocorrida em fevereiro de 2008, havia sido mamão com açúcar. Eu e marido ficamos nem cinco minutos. Se comparada com as experiências de algumas amigas brasileiras, a minha havia sido uma das mais fáceis da história. Minha amiga de hoje, porém, estava preparada para uma batalha. O marido havia entrado ilegalmente no país pelo México.

Como preparação para a entrevista, o advogado dela passou um questionário de 170 perguntas que o oficial de imigração poderia ou não perguntar, na dúvida, era melhor ter todas na ponta da língua. No fim de semana anterior fizemos até um simuladão para deixar o marido ‘afiado’. Meu marido representou o oficial de imigração (muito bem por sinal) e eu a tradutora. Foi uma experiência engraçada regada a muito pão de queijo.

A semana passou e o bendito dia da entrevista, sexta-feira 25 de abril, chegou. No caso de um de nós perder a hora, ninguém dormiu. Como dizia aquela piada que estava rolando pelo Facebook durante a semana – ‘Fui dormir tão tarde e acordei tão cedo que quase cruzei comigo mesmo no corredor’.

Pontualmente às 7 da matina là estàvamos nós em frente ao prédio do DHS (Department of Homeland Security, em Oakland Park, Flórida). Em caso de dor de barriga ou vômito, também não comemos. Ao entrar dei de cara com uma réplica da Estàtua da Liberdade, mesmo sabendo que ela não é santa, fiz meu pedido. Não custa tentar, o que vale é a fé.

Confesso que estava sim, um pouco nervosa, vai que eu traduzisse algo errado e isso dificultasse as coisas para os dois. Mas pensei positivo e aguardamos o advogado deles chegar. Aliás, prepare o bolso, ficar ilegal sai muito caro. Para levar um advogado em entrevista de imigração pode custar $1000 (um mil dólares) por cerca de uma hora de trabalho. Pelo menos agora eu já sei que profissão seguir na minha próxima encarnação.

O advogado fez questão de me dar algumas instruções, o que me apavorou completamente. “Já vi casos de oficiais que não têm paciência com tradutor, e entrevistas podem durar até três horas”, disse ele, eu gelei geral depois dessa.

O big deal (grande problema) dos dois era que ele, o marido, havia entrado pelo México, portanto não tinha carimbo no passaporte, a tal I-94. Veja bem, mesmo que cada caso seja um caso na hora da entrevista com a imigração, percebi nesses anos de américa presenciando casos de amigos e ouvindo as histórias que chegam até o jornal brasileiro onde trabalho, que: se você entrou legalmente nos EUA e aindo dentro do prazo do seu visto, seja lá qual for, se casar com um cidadão americano a entrevista tem grandes chances de ser mamão com açúcar; se você entrou com visto e ficou além do prazo permitido e casou com cidadão americano, não necessariamente vai ter problemas; se você entrou ilegalmente (via México ou de barquinho pelas Bahamas) e resolver oficializar sua união com um cidadão americano VAI TER PROBLEMAS.

O medo é de ser deportado já dalí da salinha da imigração durante sua entrevista.

O caso da minha amiga é que o marido além de entrar pelo México foi pego em uma das paradas aleatórias, sem explicação, do nada, out of the blue, que o ICE (polícia de imigração) faz a qualquer hora dia e lugar, e preso por não ter documentos que comprovassem que ele estava legalmente no país.

A sorte dos dois foi que: ao ser preso, ele (o marido) se recusou a assinar qualquer documento. Esse é um caso muito comum em prisões de imigrantes nos Estados Unidos. Ao ser preso, o imigrante ilegal invariavelmente vai ser pressionado a assinar sua própria deportação. Como diz aquele velho ditado brasileiro .. “escreveu, não leu, o …..”. Ao assinar, geralmente o imigrante é solto, aquele não sabe inglês acha que está livre da polícia e sai todo faceiro, mal sabe que o juiz estipulou uma data para o imigrante se apresentar, o que geralmente o imigrante nem prestou atenção. O que acontece depois é bem típico – ele não comparece à corte, e na próxima parada do ICE ele descobre que existe uma ordem de deportação aguardando por ele. O imigrante é preso, levado para o presídio de imigrantes mais próximo e toda terça-feira (pelo menos na Flórida é assim), lá pelas 3 da manhã o ônibus estaciona do pátio do presídio e leva um grupo para o aeroporto. Quando o imigrante pisca o olho ele está de volta ao Brasil sem um centavo no bolso e com a roupa do corpo, geralmente aquele uniforme laranja do presídio.

Já ouvi milhares de histórias como essa. Quem me conta é a minha amiga Esther, do Centro de Apoio ao Imigrante (IAC).

Mas bem, voltando ao caso da minha amiga de hoje cedo. O marido nos contou que quando foi levado pelos policiais, ficou horas presos e foi muito pressionado pelos agentes a assinar o bendito do papel. “Eles me disseram em tom ameaçador ‘você vai brigar?’. Eu disse que ia”, contou ele que felizmente não assinou.

Durante um ano, o brasileiro foi monitorado pelo ICE. Eles fizeram visitas à casa dele, ligaram, pediram para que ele fosse até o escritório deles, uma via crucis. Finalmente em novembro de 2013, depois de gastar muito com advogado, a ordem de deportação foi suspensa e os dois puderem partir para a segunda batalha, provar que o casamento era verdadeiro.

Well, com as quase mil fotos que a minha amiga preparou não havia dúvidas de o casório era verdadeiro. O oficial perguntou algumas coisas durante a entrevista, mas não foi aquele interrogatório do FBI, CIA ou KGB, que estávamos esperando. Tivemos a sorte de sermos recebidos por um oficial muito simpático, sorridente e bom de papo. Ele quis saber como eles se conheceram, quais os documentos que ela tinha para provar a união conjugal, pegou algumas fotos para incluir no processo e, para minha sorte, só fez pergunta para o marido. “No que você trabalha?”. Putz, justamente essa pergunta, pensei comigo. Como se diz granito, mármore e azulejo em inglês? “Ele trabalha na construção civil”, respondi resumindo tudo, nessas horas é bom ser jornalista.

Quando o oficial de imigração disse… “eu vou aprovar seu I-130 e vocês podem dar entrada no próximo formulário”, eu até respirei.

A saga dos dois, lembrando que só é uma saga porque ele não entrou legalmente no país, segue agora para a próxima etapa. Pedir um perdão provando que ea minha amiga vai ser extramemente penalisada se ele não for legalizado e, tentar não ser obrigado a voltar para o Brasil para isso.

Pelas leis dos Estados Unidos, o pedido de perdão deve ser feito no país de origem, o problema é que sair do país é fácil conseguir voltar é outra história. Por isso, os ilegais perdem perdão a Deus e continuam por aqui.

Porém no início de 2013, o presidente Barack Obama, fez uma leve mudança nessa lei. Agora o pedido de perdão para familiares de cidadãos americanos pode ser feito nos EUA e depois de concedido (carimbado, registrado e rotulado por aqui) o imigrante volta para seu país de origem, vai até o consulado americano e pede o visto para entrar pela porta da frente na terra do Tio Sam.

Logicamente que o povo continua com medo. Já ouvi advogado dizendo que conseguiu aprovação em vários casos, que o imigrante fica uns 20 dias no Brasil e volta são e salvo, já o advogado da minha amiga alertou que o DHS está recusando os pedidos aos milhares.

Em todo caso, os dois ainda não decidiram ao certo se vão pedir o perdão ou continuar do jeito que está e esperar alguma mudança na lei. Em resumo, a saga continua: eles provaram que o casamento é verdadeiro, ele felizmente está livre da deportação, mas continua sem carteira de motorista, sem autorização de trabalho e sem poder viajar ao Brasil.

Em resumo, a saga continua …. em breve cenas dos próximos capítulos.

 
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Transporte escolar nos Estados Unidos

Lá pelas 7 da manhã, o ônibus escolar entra no condomínio para pegar as crianças e levar para a escola. Por normas de segurança, o motorista abre, automaticamente, uma barra de ferro próxima ao pára-choques (evitando que pessoas se aproximem durante embarque e desembarque dos alunos) e abre também uma placa de ‘Pare’ do outro lado do veículo (o que obriga os motoristas que estão trafegando do lado do ônibus a pararem e esperarem recolhimento da placa, mostrando que é seguro continuar trafegando ao lado do ônibus). Todo mundo pára, e o medo de levar uma multa!

Para ser beneficiado com o transporte escolar público, o aluno precisa morar no mínimo 2.3 milhas da escola. O ônibus passa cedo e devolve no mesmo local após as aulas. O horário das aulas depende da escola e se é ensino fundamental ou médio, mas varia entre 8 da manhã até às 3 da tarde.

E assim funciona o transporte escolar para os alunos das escolas públicas na Flórida, Estados Unidos.

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Kazuki voltou para o Japão

Nosso último estudante internacional foi Kazuki (Japão). Na noite anterior ao seu embarque, nós o levamos à praia de Fort Lauderdale (FL). No dia seguinte, antes de voltar para sua casa, ele deixou um recadinho de agradecimento sobre a mesa de seu computador, com um mapa ensinando onde é a casa dele no Japão. So sweet. Uma graça de menino. Vamos sentir saudade do nosso filho japonês.

Como conseguir visto de trabalho nos Estados Unidos

Saiba como funciona o visto H-1B, conhecido como visto de trabalho, nos EUA, como solicitar e quem pode te ajudar

Muitas pessoas querem saber como podem requerer um visto H-1B, conhecido como visto de trabalho. Por isso, nós fizemos um apanhado das notícias divulgadas dentro da comunidade brasileira para saber como funciona o visto de trabalho nos Estados Unidos e, por enquanto, o que temos é isso:

  1. - o visto H1-B é reservado para profissionais especializados, eles podem candidatar-se todo ano a partir do dia 1º de abril, mas para isso é preciso que uma empresa interessada em contratá-lo assine o pedido formal de visto;
  2. - o órgão nos Estados Unidos responsável por avaliar o pedido é o USCIS (United States Customs and Immigration Service);
  3. - o empregador precisa pagar taxas, em 2014, o valor foi de $1500, se o funcionário for o responsável por contratar um advogado para preparar toda a papelada são outros $2500 a $3000;
  4. - nos últimos anos o USCIS tem emitido no máximo de 65 mil H1-B, visto bastante popular entre os profissionais de tecnologia;
  5. - as empresas de tecnologia ou grandes empresas pagam uma taxa extra para que o pedido seja avaliado com preferência;
  6. - nos últimos anos o número de pedidos tem sido bem superior ao número de vistos concedidos, por isso há um sorteio dos vistos, se você for sorteado e sua documentação estiver 100% correta, você conseguirá o visto, não existe segunda chance – se a documentação estiver incompleta você está fora, o USCIS não enviará carta pedindo mais documentos, provas ou etc;
  7. - geralmente no dia 1° de abril, ou no dia anterior, os advogados das empresas que querem contratar funcionários estrangeiros já começam a enviar os pedidos, assim que o USCIS contabilizar 65 mil processos em mãos, o órgão divulga que em seu site que não receberá mais pedidos. Geralmente isso ocorre já na primeira semana. Em 2013 e 2014 os vistos acabaram em menos de uma semana;
  8. -no entanto se você é um profissional altamente qualificado, em posse de um diploma de doutorado você entra em outra categoria, aí são outros 20 mil vistos;
  9. - no final do mês de abril, o USCIS divulga, através de uma carta para seu empregador, que seu processo foi selecionado, legalmente você só poderá começar a trabalhar para aquela empresa apartir do mês de outubro do ano que você requereu o visto;
  10. - um sistema controlado por computador escolhe aleatoriamente os 65 mil pedidos que serão processados pelo USCIS, os que não entrarem na cota o departamento devolve o dinheiro das taxas para pagas pelos empregadores; se você pagou um advogado para fazer o processo as taxas do advogados não são devolvidas;
  11. - se o trabalhador já tem um visto H1-B e só precisa renovar, pedir extensão, mudar termos do contrato ou mudar de empregador – ele não entra nessa loteria;
  12. - geralmente as companhias americanas usam o visto para contratar trabalhadores estrangeiros com alta especialização em áreas como ciências, engenharia e programação de computadores;
  13. - se você conseguir o visto de trabalho H1-B, o que geralmente vale por seis anos, antes do visto vencer você pode solicitar o seu green card ;
  14. - lembre-se passaportes de outros países não dão o direito de você trabalhar nos EUA;
  15. - se sua empresa em seu país de origem quer enviá-lo como representante nos EUA, isso é outro tipo de visto.
Se você ainda tiver alguma dúvida não esqueça de enviar um email com perguntas, vamos tentar responder na medida do possível. As informações contidas nessa blog são meramente informativas e não constituem aconselhamento jurídico.
 
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