Oportunidades no exterior: faça intercâmbio remunerado, vagas de emprego na Irlanda e pague sua acomodação em troca de trabalho

More fora de graça em troca de trabalho

Ai vai uma dica para quem quer viajar e não tem muito dinheiro. Troque a acomodação e alimentação por trabalho voluntario. Tem gente que ainda torce o nariz para esta modalidade de intercambio, mas muitos estão fazendo pelo mundo e aproveitando a oportunidade de conhecer novos países e culturas.

Vale lembrar que é sempre bom ter um conhecimento de médio para avançado do inglês, algum dinheiro extra para possíveis problemas de última hora e para pagar a passagem.  Veja abaixo uma lista de websites que podem ajudar na busca pela melhor oportunidade no exterior.

Workaway – É um site criado para promover a troca entre viajantes de baixo orçamento que estão em busca de ajuda com uma série de atividades variadas e interessantes. A filosofia deles é: ” poucas horas de trabalho honesto por dia em troca de comida e alojamento e uma oportunidade de aprender sobre o estilo de vida local e da comunidade, com simpáticos anfitriões em situações e ambientes variados”.

Worldpackers –  É uma ferramenta que possibilita viajantes encontrarem hospedagem de graça em diversas partes do mundo em troca de trabalho voluntário em hostels. O slogan deles é: “Travel experiences money can’t buy” (Experiências de viagem que o dinheiro não pode comprar).

World Wide Opportunities on Organic Farms – WWOOF – Programa para os interessados em vida no campo e produção orgânica, permite aos participantes participarem dos projetos da rede mundial, presente em vários países. Os participantes têm a chance de aprender sobre cultivo orgânico e biodinâmico de alimentos em atividades que incluem preparar a terra, plantar sementes, cuidar dos animais da fazenda, ordenhar vacas, entre outros.

 

Projeto de Harvard quer ajudar novos talentos brasileiros

 

Idealizado por brasileiros que estudam em Harvard, o projeto de mentoria Brasilitas pretende selecionar 15 alunos da rede pública no Brasil para serem orientados acadêmica e profissionalmente. O processo de seleção está aberto deste o dia 1º. de junho.

O objetivo principal dos alunos de Harvard é encontrar jovens com potencial e vontade de desenvolverem projetos sociais.  O trabalho desses alunos que estão tendo a oportunidade única de estudar na mais renomada universidade americana será de orientar e acompanhar o desenvolvimento social desses alunos no Brasil.

Eles vão oferecer ainda toda orientação possível para que esses estudantes da rede pública brasileira tenham acesso à informação correta sobre bolsas de estudos e até como chegar a Harvard.

Atualmente, Harvard conta com 13 estudantes brasileiros nos mais variados cursos e todos eles serão mentores.

Os interessados em serem apadrinhados pelo Brasilitas devem preencher um formulário de inscrição na página do grupo no Facebook (www.facebook.com/harvardbrazil).

 

Emprego para brasileiros na Irlanda

A Irlanda é um dos países mais amigáveis com estrangeiros. Por isso, o país é muito escolhido por brasileiros para estudar e trabalhar, pois além disso tem a vantagem de ter o inglês como língua oficial. Por isso, se você deseja trabalhar e estudar na Irlanda, não deixe de consultar um dos principais websites de empregos do país, o www.irishjobs.ie.  Sempre há vagas para diferentes áreas em que um dos principais requisitos é falar português, mas sempre é importante também dominar a língua inglesa. As oportunidades de emprego podem mudar diariamente, mas em geral incluem atendimento ao cliente como por exemplo: Agente de atendimento ao cliente, Agente de soluções para o cliente na empresa PayPal, Executivo de operações na área de marketing etc.

 

Vagas para estágio remunerado no exterior   

O seu sonho em fazer um estágio no exterior está perto de ser realizado, e mais, há vagas para estágios remunerados. O programa Talentos Globais da AIESEC (http://aiesec.org/), que oferece estágio em diversos países nas áreas de Gestão, Engenharia, Relações Internacionais, Tecnologia e Educação é programa perfeito para quem já domina o inglês (ou o espanhol) e quer turbinar o currículo com uma experiência internacional em uma área específica e sem gastar todas as economias de uma vez.

Só na área de TI, por exemplo, o programa oferece aproximadamente 800 vagas para cursos de TI, em mais de 70 países.  Vale lembrar que para poder participar é necessário ser graduando, pós-graduando ou formado há até 2 anos. Ter de 18 a 30 anos de idade, ter inglês ou espanhol avançado (depende do país onde você quer trabalhar).

Após ser aprovado no processo seletivo para o estágio remunerado no exterior, os candidatos passam a ser acompanhados por um membro da AIESEC. Esse acompanhamento se dá desde a busca de vagas no sistema até a formulação do currículo em inglês, a preparação para entrevistas, processo de obtenção do visto, seguro saúde e preparação cultural para o país de destino.  Há uma taxa de manutenção do programa para poder fazer o intercâmbio, mas por ser uma organização sem fins lucrativos, o custo é bem baixo se comparado com outras empresas de intercâmbio.

Curso grátis de idioma e bolsas de estudos

 

Curso grátis em Harvard

Se você trabalha, estuda ou tem interesse em fotografia, não perca essa oportunidade de fazer um curso grátis oferecido pela Universidade de Harvard. A instituição está oferecendo um curso a distância grátis de fotografia digital, com duração de 10 a 15 horas.

O projeto é uma parceria com o site de educação Alison.com.  O curso aborda os principais temas sobre a fotografia digital, que incluem: configurações de exposição; leitura de histograma; trabalho de sensor da câmera; lentes da câmera; processamento de fotografia utilizando o software de computador, entre outros. Após a conclusão do curso, o aluno terá domínio sobre o funcionamento das câmeras digitais.

Os vídeos do cursos gratuitos de Harvard são disponibilizados pela Open Learning Initiative da Escola de Extensão Harvard. Antes de realizar o primeiro acesso, o estudante deve se cadastrar no site da Alison.

 

Aprenda outro idioma sem sair de casa 

Quer aprender outro idioma sem sair de casa? Veja abaixo três websites que ajudam, e muito, o aprendizado em outras línguas.

Busuu.com – É a maior rede social de aprendizagem de idiomas do mundo. Com 50 milhões de usuários cadastrados em mais de 200 países, tem como principal objetivo simplificar o aprendizado.

Ao todo, são 12 idiomas que podem ser aprendidos gratuitamente: inglês, alemão, espanhol, francês, italiano, português, russo, mandarim, japonês, árabe, polonês, turco e o busuu, o idioma africano que deu nome ao aplicativo, falado por apenas 8 pessoas no mundo e que corre grandes riscos de extinção.

Italki.com – É uma espécie de Airbnb dos professores de idioma. Lançada em 2007, em Xangai, a plataforma coloca o usuário em contato com uma rede de cerca de 5.000 docentes, de 100 línguas diferentes, com graduação universitária ou não, os chamados community teachers. O registro é gratuito, mas cada professor fixa um preço.

livemocha.com – Com 16 milhões de usuários cadastrados, essa rede social coloca o usuário em contato com nativos em 35 idiomas diferentes. Os usuários podem conversar entre si, corrigir exercícios uns dos outros, ou criar pequenas tarefas e desafios.

Todas as ações são gratuitas, e o diferencial do Livemocha está nos jogos. A proposta da rede social é que as pessoas possam aprender um novo idioma enquanto se divertem, sem sofrimento ou tédio.

 

Governo australiano oferece bolsas de estudo para brasileiros

O programa de bolsas Endeavour do Governo da Austrália está com inscrições abertas para estudantes e empresários que desejam adquirir uma experiência acadêmica ou profissional fora do país, com suporte financeiro completo do governo australiano.

O programa oferece bolsas de estudo integrais para mestrado, doutorado, formação profissional e estágio executivo sênior, buscando novos talentos no Brasil e em outros países parceiros.

Entre os subsídios oferecidos estão despesas de viagem, alojamento, bolsa mensal e seguro de saúde. A oportunidade está aberta para candidatos que desejam obter mestrado ou doutorado em qualquer área de pesquisa.

O período pode variar entre 2 anos para a bolsa de mestrado, com um suporte financeiro total de AU$ 140,500 (R$ 340.000), e 4 anos para doutorado, com subsídio de AU$ 272,500 (R$ 650.000) para o período completo. Trinta e nove universidades participam deste programa.

Para candidatos que tem interesse em conseguir um Diploma, Diploma Avançado ou Diploma Associado na Austrália, em qualquer campo de atuação, por um período máximo de dois anos e meio.

Os cursos são mais voltados para o mercado de trabalho. As bolsas, para o período completo da formação, abrangem um subsídio de AU$131,000 (R$310.000).

As inscrições para a edição 2016 do programa se encerram em 30 de junho. As viagens para os aprovados terão início no próximo ano.

Outras informações no website https://internationaleducation.gov.au.

Estudantes brasileiros na UoPeople sonham com um futuro melhor

Eles são brasileiros, trabalham tempo integral e querem mais. José Litiério, de 26 anos, morador no Rio Grande do Norte, e Carlos Gonzaga, de 34 anos, de São Paulo, estão entre os 50 alunos brasileiros da University of the People. Sem condições de frequentar um curso regular em uma instituição brasileira, os dois descobriram a universidade americana pela internet e começaram este ano a trilhar o caminho rumo ao seu curso superior com diploma emitido nos Estados Unidos.

 

 

 

Leia abaixo entrevista com os dois brasileiros.

USAHelp4U: Como foi o processo de seleção, inscrição e início das aulas?


JpegJosé Litiério: O processo de seleção não foi difícil. Basta atender todos os critérios descritos no site da universidade. Eu busquei informações no catálogo e fiz a inscrição pelo website. Gastei aproximadamente R$260 com a tradução dos documentos necessários – o certificado de conclusão do ensino médio e o histórico.  Enviei tudo pelo correio e fui aceito como aluno. Estou em uma turma de inglês, já que não tenho nada que prove minha proficiência no idioma. Eles perguntaram se eu poderia pagar as tarifas para fazer as provas. Como não podia pagar, então me candidatei para uma bolsa, algo que consegui pela Western Union, sou muito grato pela ajuda.

USAHelp4U: Qual sua opinião sobre o estilo de aula, tudo online? Como é o apoio da universidade durante o aprendizado?

 José Litiério: Na minha opinião é tudo muito claro. Você tem que ler os textos e fazer as atividades relacionadas ao tema da semana. Precisa ainda participar dos fóruns ativamente e fazer redações.  Muita gente fala que cursos à distância não são tão proveitosos quanto os presenciais, mas acho que pela profunda forma de avaliação da instituição, esse problema está resolvido na UoPeople. O que mais gosto, particularmente, no método da faculdade, é o ‘feedback’ que é dado pelos tutores nos diários que devem ser enviados semanalmente sobre nosso progresso. Além dos tutores darem a opinião sobre os nossos textos, nós temos que ler os textos dos outros alunos, e também dar esse ‘feedback’, algo conhecido como ‘peer learning’, o que promove a autonomia do conhecimento. Nós nos corrigimos, nós aprendemos uns com os outros em decorrência de críticas construtivas, e da forte interação. Os alunos na universidade levam bastante a sério o que está sendo feito. Nada impossível, tudo dentro dos limites. A universidade conta com uma excelente equipe de aconselhamento para os alunos, as pessoas lá respondem as solicitações com clareza e rapidez.

USAHelp4U: Qual seu objetivo ao concluir o curso com a UoPeople?

 José Litiério: Quero adquirir conhecimentos em administração, matemática e aprimorar meu inglês. Mas estou me surpreendendo, pois aprendi e irei aprender muito mais que isso pelo que vi no currículo das disciplinas que ainda precisarei estudar.

 USAHel4U: O que cursa na UOPeople?

CarlosCarlos Gonzaga: Ciências da computação

USAHelp4U: Como é sua rotina de estudos?

Carlos Gonzaga: A minha rotina é bem agitada, às vezes trabalho até de madrugada, ou viajo e fico alguns dias fora, eu aproveito para estudar no caminho para o trabalho quando estou no ônibus e no metrô, a noite ou em pequenas folgas que eu tenho entre uma atividade e outra na empresa.

USAHelp4U: Qual seu objetivo ao concluir o curso com a UoPeople?

Carlos Gonzaga: Apesar de já estar com 34 anos, eu ainda pretendo cursar um mestrado.

UHSAHelp4U: Porque escolheu a UoPeople?

Carlos Gonzaga: Eu estava decidido a fazer um curso online e estava pesquisando algumas faculdades aqui no Brasil, nos Estados Unidos, no Canadá e na Inglaterra. Até que um dia eu encontrei uma matéria no New York Times dizendo que a UoPeople havia recebido um “accreditation’’. Aí juntou a facilidade de ser online, ser uma instituição reconhecida pelo governo americano e ser gratuita.

USAHelp4U: Na sua opinião o que uma universidade como a UoPeople significa para os alunos brasileiros?

Carlos Gonzaga: Acho que é uma opção muito interessante para pessoas que acreditam que estudar em uma plataforma online é uma alternativa, além de oferecer um diploma emitido por uma instituição internacional. Acredito também que alguns recrutadores aqui no Brasil podem levar em consideração um candidato que tenha estudado dessa forma, pois além das disciplinas relacionadas ao curso, tem também o fato de que essa pessoa praticou bastante o inglês.

USAHelp4U: Você acha que o diploma estrangeiro para te ajudar no Brasil?

Carlos Gonzaga: Eu tenho o desejo de trabalhar em alguma empresa fora do Brasil. Eu acredito que um diploma estrangeiro vai me ajudar, não só no Brasil, mas como também em algum outro país que eu possa tentar alguma oportunidade.

USAHelp4U: Esse será seu primeiro curso superior?

Carlos Gonzaga: Eu já iniciei dois cursos aqui no Brasil, mas fui obrigado a desistir. Um por conta do preço e outra por conta que eu estava sendo reprovado devido as constantes faltas.

Leia entrevista exclusiva com o presidente da UoPeople

botao menor interno

Presidente da UoPeople, Shai Reshef e alunos

Universidade americana oferece curso superior online sem mensalidade e de qualidade

A University of the People já tem mais de 2 mil alunos, apenas 50 são brasileiros

“Queremos mudar o mundo, uma pessoa de cada vez’’, afirma o presidente da University of the People, Shai Reshef que criou a universidade online em 2009 depois que se aposentou. “Eu percebi que tinha tudo e queria fazer alguma coisa para transformar o mundo em algo melhor. A única maneira de fazer isso é através da educação’’, disse o empreendedor em entrevista ao Guia Brasileiro de Intercâmbio na América, USAHelp4U.com.

Ele conta que a receptividade do projeto foi imediata e logo de início teve ajuda de grandes entidades como Microsoft e HP Foundation. Atualmente a universidade tem mais de 2 mil alunos, sendo 50 brasileiros.

A UoPeople (Universidade do Povo, em tradução livre) oferece dois cursos – Business Administration (Administração de Empresas) e Computer Science (Ciência da Computação), mas Shai Reshef tem planos para expandir. “Tudo é um processo longo, não posso dizer quando, mas teremos um MBA e Health Science (Ciência da Saúde) em breve’’, afirmou.

Os dois cursos da UoPeople são credenciados junto ao governo americano e por isso, os brasileiros interessados nos diplomas emitidos pelos Estados Unidos podem requerer a equivalência no Brasil. Pelas regras gerais, eles precisam encontrar uma universidade brasileira que ofereça o mesmo curso e seguir as normas para validação do diploma.

Números

De acordo com a UoPeople –  uma universidade sem fins lucrativos – dos alunos matriculados desde 2009, 72% conseguem ser aprovados no primeiro ano e garantem uma vaga no segundo ano do curso. Pelo menos 100 estudantes já conseguiram o tão sonhado diploma universitário emitido nos Estados Unidos sem sair de casa.

Dos alunos matriculados no curso de Administração, 50% são homens e outros 50% são mulheres, no caso do curso de Ciência da Computação, os números são bem diferentes. Oitenta por cento são homens e apenas 20% são mulheres. “Queremos atrair mais mulheres”, comenta o presidente.

O perfil do estudante é bem diferenciado. Eles estão entre 18 e 82 anos. No início, conta Shai, a grande maioria era formada por adultos que não haviam tido a oportunidade de estudar quando terminaram o ensino médio, hoje a situação está mudando. “Estamos vendo o número de jovens recém saídos do ensino médio procurando a universidade em busca de uma oportunidade. As universidades americanas são caras ou nem sempre eles conseguem uma oportunidade perto de casa”, explica.

Mas os números não param por aí. Dos mais de 2 mil alunos, 50% são americanos, os outros 50% estão divididos entre 151 países, entre eles o Brasil. ‘’Adoraria oferecer nossos cursos para mais brasileiros e se possível em português. Estamos abertos para parcerias’’, adiantou Reshef esperançoso em atingir o mercado brasileiro.

Método de ensino

Shai Reshef, que foi CEO de grandes companhias e ajudou a criar a primeira universidade online na Europa, afirma que estudar na UoPeople não é fácil. “Nós preparamos nossos alunos para assumir uma posição em qualquer companhia do mundo. Para estudar na UoPeople é preciso disciplina, participar ativamente dos projetos e estudar”, garante o empreendedor.

As classes possuem entre 20 a 30 alunos e professores voluntários, sendo eles profissionais de grandes universidades americanas como Oxford e The George Washington University. O aluno pode participar dos grupos de discussão deixando comentários sobre o tópico a ser estudado a cada semana.

Cada disciplina tem duração de 10 semanas e exige 20h de estudo por semana. O aluno estuda de acordo com seu tempo e pode fazer uma disciplina por vez, sendo que as disciplinas são oferecidas cinco vezes por ano. Ao final de cada disciplina ele precisa fazer um teste.

É somente na hora do teste que o estudante precisa pagar alguma coisa. Cada teste custa $100 dólares, somando outros $50 de matrícula, o curso de bacharel em Administração de Empresas com diploma internacional sai por $4 mil, por quatro anos de estudos. Para quem acha caro, a UoPeople oferece o curso técnico de Administração de Empresas e/ou Ciências da Computação por $2 mil, cada um. O curso técnico dura dois anos.

Não há necessidade de comprar livros. Todo o material é disponibilizado online pelos professores. “Não quero que a falta de recursos seja um empecilho para as pessoas estudarem. Por isso, a UoPeople não cobra nada mais além dos $50 de matrícula e da taxa de $100 em cada exame”, conta ele, lembrando que os alunos recebem links de material gratuito online que universidades renomadas em todo mundo disponibilizaram voluntariamente para o público. “Esse material precisa ser utilizado e nós levamos os alunos até eles’’, finaliza Shai.

Vale lembrar que todo o material da UoPeople é disponibilizado em inglês. Os alunos que não comprovarem proficiência na língua através de certificados de testes como o Toefl e IELTS, devem fazer uma disciplina introdutória sobre o idioma. O curso básico de inglês online é oferecido pela universidade ao mesmo preço, $100 o teste, com 10 semanas de aulas. Somente quem for aprovado pode continuar na universidade em busca do seu diploma americano de nível superior.

Leia entrevista com alunos brasileiros na UoPeople

 

botao menor interno

ONG oferece bolsas de estudo de jornalismo na Europa e EUA

Todos os anos a Erasmus Mundus abre inscrições para bolsas de estudo de pós-graduação em Jornalismo. Este ano os candidatos poderam escolher entre umas das quatro áreas de especialização oferecidas pelo programa, cada uma em uma universidade diferente: Jornalismo Econômico e Negócios, na Universidade da Cidade de Londres, na Inglaterra; Guerra e Conflito, na Universidade de Swansea, no País de Gales; Mídia e Política, na Universidade de Amsterdã, na Holanda, e Jornalismo e Mídia entre Culturas, na Universidade de Hamburgo, na Alemanha.

Geralmente as inscrições podem ser feitas em janeiro, por isso é bom passar o ano se preparando. Para mais informações sobre os processos para a candidatura, prazos e requisitos, acesse o link.

O programa tem duração de dois anos: no primeiro, os estudantes vão cursar na Universidade de Aarhus, na Dinamarca. Já no segundo ano, os estudantes poderão escolher entre um dos quatro cursos oferecidos por uma das universidades europeias já citadas. Além disso, alguns estudantes terão a opção de passar um semestre fora, em uma das universidades não europeias parceiras durante o segundo semestre do primeiro ano: Universidade da Califórnia em Berkeley, nos EUA;  Universidade de Tecnologia de Sydney, na Austrália; e a Pontifícia Universidade Católica do Chile.

Após completarem os dois anos de curso, os estudantes serão premiados com um diploma, dependendo da sua especialização. Em caso de possíveis dúvidas, contate o e-mail erasmusmundus@hum.au.dk. Se você é estudante da área, não perca essa oportunidade!

botao menor interno

Curso online e gratuito ajuda a preparar aluno para universidades americanas

Um dos grandes desafios de quem pensa em realizar a graduação em uma faculdade americana é escrever redações acadêmicas no idioma. Para auxiliar estudantes internacionais que pretendem encarar essa experiência, a plataforma de ensino online eDX oferece o curso Principles of Written English, com foco em redação e gramática.

O curso, online e gratuito, divide-se em três partes. A primeira foi realizada em novembro de 2014, mas os vídeos e materiais de apoio continuam disponíveis. Com duração de cinco semanas, o curso aborda tópicos como introdução e conclusão de textos e estratégias para escrever textos longos e teses.

As aulas são administradas pela professora Maggie Sokolik, PhD em linguística, que já lecionou em instituições como Harvard e MIT e, desde 1992, dá aulas na Universidade Berkeley.

A segunda parte do curso terá início no dia 4 de fevereiro e a terceira e última parte, em 1º de abril. Para participar, basta se inscrever na plataforma. O único pré-requisito exigido é nível pelo menos intermediário de inglês.

Parte 1 

Parte 2

Parte 3

O website coursera (www.coursera.org) também oferece uma grande variedade de cursos, não apenas sobre como entender o processo de admissão nas universidades americanas, mas cursos na área de música, empreendedorismo, computação, auto-ajuda, inglês para professores entre outros. Todos os cursos são gratuitos e oferecem certificado de conclusão emitidos por universidades no mundo inteiro.

 

botao menor interno

 

 

Fonte: Fundação Estudar e Coursera

 

Universidade nos EUA oferece graduação online e gratuita para estrangeiros

Cursar uma universidade em outro país sem dúvida faz muita diferença no seu resume (curriculum vitae) na hora de procurar um emprego. Porém, a questão financeira continua sendo um dos grandes entraves para os estudantes brasileiros. O sonho de 10 entre 10 estudantes é conseguir uma bolsa, quando isso não é possível muitos desistem do sonho.

Para mudar esta realidade uma universidade nos EUA oferece graduação online e gratuita para estrangeiros – a UoPeople –  Universidade do Povo (em tradução livre).

A instituição foi fundada em 2009 por Shai Reshef com apoio da Organização das Nações Unidas (ONU) e oferece cursos nas áreas de Ciências da Computação, Administração e disponibiliza aulas de reforço nas áreas de humanas e exatas durante a graduação. Reshef trabalhou por mais de 20 anos no setor de ensino com fins lucrativos e implantou na Europa a primeira universidade online.

Apesar de estar localizada em Pasadena, nos Estados Unidos, todas as aulas e serviços oferecidos, como biblioteca, por exemplo, são online. O próprio aluno organiza sua rotina de estudo, estudantes e professores participam de fóruns para discutir o conteúdo visto na semana e tirar dúvidas, as lições podem ser tomadas a qualquer momento, mas as tarefas devem ser entregues dentro do prazo.

Atualmente, mais de 2 mil estudantes de 148 países estão matriculados na universidade. O perfil dos alunos é diversificado: eles têm entre 18 e 66 anos, sendo a maioria, cerca de 33%, do continente africano. Os interessados precisam ter 18 anos ou mais, proficiência em inglês e comprovar conclusão do ensino médio para se candidatar a uma vaga. As cópias dos diplomas e dos históricos devem ser autenticadas e transcritas para o inglês, mais informações podem ser acessadas no site da instituição.

Para os brasileiros interessados, é importante pensar na revalidação do diploma após a conclusão do curso estrangeiro.

A Universidade do Povo não cobra taxa de matrícula dos alunos.  Os alunos precisam apenas custear parte das despesas administrativas e exames que chegam a apenas US$ 100 por semestre.

 botao menor interno

 

Fonte: Terra

Eduardo Oda e Esther Florsheim, estudantes brasileiros em Yale

Intercâmbio em universidades americanas é uma oportunidade valiosa para brasileiros

Luciana Pires

 

New York – Para muitos profissionais bem sucedidos um intercâmbio, estágio ou até mesmo viagens para outros países foram decisivos para um salto na carreira. Por essa razão, muitos estudantes brasileiros tomam a decisão de estudar no exterior, e a maioria procura as melhores universidades possíveis.

A Universidade Yale foi classificada como a 11 ª melhor universidade do mundo, de acordo com o Ranking Acadêmico de Universidades do Mundo (Academic Ranking of World Universities), em 2013 e é uma das preferidas pelos brasileiros.

A universidade, localizada na cidade de New Haven-CT, recebe alunos do mundo inteiro, e seu programa de parceria com universidades de vários países atraem ainda mais os estudantes internacionais. A relação entre brasileiros e a universidade não é nova: há mais de dezoito décadas que a Universidade Yale conta com a presença de alunos brasileiros. O primeiro deles foi João Francisco de Lima, que ingressou no curso de Medicina em 1833.

Atualmente, alunos brasileiros que querem estudar no exterior podem recorrer às bolsas de estudo oferecidos pelos programas de avanço à pesquisa no Brasil.

Um desses estudantes foi a doutoranda Esther Florsheim, de 28 anos, que se formou em Biologia pela USP (Universidade de São Paulo).

Logo depois da graduação, Esther candidatou-se para uma bolsa de estudos de doutorado direto oferecida pela FAPESP (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo). “Eu fiz prova na FAPESP para o doutorado direto e depois candidatei-me para a solicitação da bolsa de estudos no exterior e escolhi Yale” lembra Esther.

Os alunos que conseguem o financiamento para pesquisa pela FAPESP podem escolher a universidade. A opção por Yale veio porque, além de ser uma renomada faculdade, Esther já conhecia um professor com quem tinha o interesse de fazer pesquisas na área de imunologia.

Através do programa do governo brasileiro Ciências sem Fronteiras, Eduardo Oda, de 23 anos, um estagiou no Child Study Center (Centro de Pesquisa da Criança), em Yale. O programa financia estágios no exterior para alunos graduados e pós-graduados.

A experiência curricular e cultural motivou Eduardo a se inscrever no programa. Formado em Medicina pela Universidade de São Paulo, ele participou do processo seletivo, baseado no currículo acadêmico e uma entrevista “Em agosto de 2011, a universidade recebeu 10 bolsas para serem distribuídas entre os alunos interessados em estudar no exterior, e eu fui um dos aprovados,’’ ele conta.

Para Esther e Eduardo as dificuldades do começo foram as mesmas: adaptação à cultura e à língua. Para eles, fazer amigos foi muito importante nesse processo de adaptação. Além da universidade promover o “mix de culturas,” os alunos brasileiros contam com Brazil Club, um clube só de alunos brasileiros.

Yale também oferece o curso de Português, Literatura e Cultura brasileira para os graduandos e pós-graduandos. Este semestre, o curso conta com 60 alunos. Para o professor adjunto Paulo Moreira, os avanços do Brasil, a Copa do Mundo e as Olimpíadas sem dúvida geraram um interesse ainda maior para se aprender o português. “Além do curso, a universidade também oferece a imersão na língua através do Study Abroad (estudo no exterior) em que os alunos vão para o Brasil e lá assistem aulas durante um mês na PUC-Rio (Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro), e por mais um mês na UNESP (Universidade Estadual Paulista),” conta a professora sênior Marta Almeida, 70 anos, que é a mentora do programa.

Alguns desses alunos têm o objetivo de trabalhar no Brasil, como conta o estudante de engenharia mecânica James Geollin, de 21 anos: “Eu me interesso por pesquisas sobre água potável, e o Brasil é um importante país nesse assunto”.

Os alunos que se candidatam e são aceitos para a bolsa de estudos de graduação da própria universidade recebem isenção quase integral de custos. Já os alunos que candidatam-se para o programa de PhD (Doutor em Filosofia) recebem salário e são isentos de mensalidade.

Os dois programas que oferecem bolsas de intercâmbio no exterior para estudantes brasileiros — FAPESP e Ciência sem Fronteiras — também oferecem suporte financeiro e isenção de custos. Um bom histórico acadêmico, esforço e disciplina são essenciais para se conseguir uma dessas bolsas de estudo.

Alunos graduados residentes no estado de São Paulo podem se inscrever no programa FAPESP a qualquer momento. Os alunos inscritos que conseguem a bolsa podem solicitar o recurso financeiro para estudos no exterior. Todas as informações sobre os direferentes tipos de bolsas e regulamento estão disponíveis no site www.fapesp.br

O programa Ciências sem Fronteiras oferece ajuda financeira para o estágio no exterior. O programa alcança alunos de todo o país, e sua meta é oferecer mais de 100 mil bolsas de estágio no exterior durante os 4 anos do programa. No site do Ciências sem Fronteira há mais informações — www.cienciasemfronteiras.gov.br/web/csf/home.

 

botao menor interno

 

 

Fonte: AcheiUSA

EUA libera novo visto de trabalho para brasileiros

O USCIS (serviço de imigração americano) divulgou em sua página na Internet as diretrizes para a qualificação de trabalhadores candidatos ao visto de trabalho rural temporário H-2A. A novidade é que esse tipo de visto está disponível para os brasileiros.


O programa H-2A permite que empregadores americanos que cumpram determinados requisitos tragam estrangeiros para os Estados Unidos para preencher vagas de trabalho temporárias na área rural. O empregador deve entrar com uma petição para trabalhador não-imigrante (formulário I-129) junto ao USCIS, em nome do trabalhador.

O peticionário deve provar ao USCIS a existência de uma vaga temporária aberta e demonstrar que não há trabalhadores americanos disponíveis e em número suficiente para ocupar a vaga.

O processo para contratação começa com a requisição de uma certificação de trabalho (labor certification) junto ao departamento de trabalho (DOL). Antes de requrer a classificação sob o H2-A, o peticionário tem que requisitar e obter uma certificação de trabalho temporário para o trabalhador. Em seguida, o peticionário deve enviar preenchido o formulário I-129 para o USCIS, junto com a certificação de trabalho original. Depois da aprovação do I-129 pelo USCIS, o trabalhador que está fora dos EUA poderá candidatar-se ao visto na embaixada ou consulado americano em seu país de residência.

Validade da estadia
Geralmente, o USCIS autoriza a classificação sob o H-2A de acordo com o período estabelecido na certificação temporária de trabaho emitida pelo DOL. O visto pode ser estendido em incrementos de um ano por vez. Uma nova certificação de trabalho deve ser obtida para cada extensão. O período máximo para a estadia sob o H-2A é de três anos.

Um portador de visto H-2A com status de não-imigrante há mais de três anos deve deixar o país e permancer fora dos EUA por um período ininterrupto de três meses antes de requisitar a reentrada sob a classificação H-2A novamente. Além disso, períodos anteriores usados em outras classificações H e L contam como perídos H2-A.

Familiares dos trabalhadores H-2A
Cônjuges de trabalhadores H-2A e filhos solteiros menores de 21 anos podem requisitar entrada nos EUA sob a qualificação H-4, mas não poderão trabalhar sob esse status.

Fonte: AcheiUSA

botao menor interno

Estados Unidos vai facilitar a imigração de profissionais altamente qualificados e a entrada de estudantes estrangeiros

O presidente Barack Obama anunciou que vai para facilitar e agilizar a vinda de pessoas que queiram investir nos EUA e profissionais altamente qualificados. Quem também vai ser beneficiado são os estudantes da área de ciência e tecnologia.

Detalhes sobre a ação executiva do presidente devem ser divulgados em breve. As novas regras devem entrar em vigor no primeiro semestre de 2015.

Ele também disse que vai reforçar a segurança das fronteiras para impedir a entrada ilegal de imigrantes e que vai proteger contra a deportação aqueles imigrantes com mais de cinco anos em solo americano e pais de crianças nascidas no país.  Além de ter que pagar os impostos atrasados, os imigrantes não poderão ter passagem pela polícia.

Estima-se que pelo menos 4 milhões de pessoas podem ser beneficiadas.

Aos estudantes estrangeiros vale lembrar que o pré-requisito das universidades ainda é falar bem o inglês.  O website USAHELP4U oferece um guia de escolas para facilitar a escolha das escolas de inglês nos EUA.

Assine nossa newsletter e receba mais informações em breve.

Com informações da CNN

 

botao menor interno