Concurso de Bolsas de Estudos Premiou Dois Brasileiros da Região Nordeste

A promoção anual é organizada pela ong USAHelp4U na Flórida (EUA)

 

O pernambucano Matheus Gomes e a Cearense, Jackeline Facó foram os vencedores do Contest 2018 e levaram como prêmio bolsas de estudos de um mês na Flórida (EUA). O concurso foi promovido pela ONG USAHelp4U.

Este ano, as escolas patrocinadoras do concurso foram Lingua Language Center, em Fort Lauderdale, e South Beach Languages, em Hollywood. As duas escolas são autorizadas pelo governo americano para receberem alunos internacionais.

Na última etapa, quatro concorrentes enviaram vídeo falando porque gostariam de estudar nos Estados Unidos. Somente os treze conselheiros voluntários da ONG podem votar. Para conhecer os concorrentes, os conselheiros assistem os vídeos e leem depoimentos deixados por amigos e familiares.

“Pedi aos meus amigos, familiares e alunos através do Facebook e de grupos de Whatsapp que dessem um like no vídeo e que, se possível, fizessem algum comentário positivo. Fiquei bastante surpreso com a quantidade de visualizações e com os comentários feitos. Eles me emocionaram bastante. Na maior parte das vezes não temos a mínima noção da diferença que fazemos na vida das pessoas ou o quanto somos importantes para alguém. Lendo os comentários, percebi o quanto sou querido”, disse Matheus que é professor em Caruaru, Pernambuco.

Jackeline Faco, que é engenheira civil, ficou surpresa com o resultado e já faz planos para quando chegar nos Estados Unidos. “Eu nem acreditei. Eu era a sétima colocada. Quando chegar nos EUA eu quero conhecer pessoas de diversas nacionalidades e principalmente ter experiência com a língua inglesa através de professores nativos e, em sala de aula”, planeja.

 

Já para Matheus, que ensina inglês sem nunca ter saído do Brasil, a viagem é um sonho antigo. “As minhas expectativas são as maiores possíveis. Ainda não acredito que em breve estarei nos Estados Unidos. É algo que sempre quis desde criança e que em poucos meses terei a chance de realizar. É um misto de felicidade e de frio na barriga. Se não fosse a bolsa, as minhas chances de fazer um intercâmbio seriam bastante remotas”, conta muito emocionado.

 

ONG
A ONG USAHelp4U foi criada em 2013 para concentrar em um só local as principais informações sobre estudos nos Estados Unidos. Todas as informações são oferecidas em Português. O website da ONG mantém ainda uma lista de escolas de inglês para facilitar a busca por melhores preços e qualidade de ensino de língua inglesa nos Estados Unidos.

 

Patrocinadores

Lingua Language Center e South Beach Languages estão credenciadas junto ao Conselho de Credenciamento de Educação Continuada e Treinamento dos Estados Unidos( ACCET ). As escolas oferecem a documentação necessário para o pedido do visto F-1, o visto de estudante, para os alunos internacionais.

 

 

Contato

info@usahelp4U.com

 

Cresce Número de Estudantes Brasileiros nos Estados Unidos

Entre os países da América do Sul, Brasil teve o maior crescimento 13,1 %, em segundo vem a Argentina com 6,7%

 

Nem mesmo a crise brasileira tem afastado os estudantes de conquistar o tão sonhado diploma em uma Universidade Americana. De acordo com o relatório anual do Student and Exchange Visitor Information System (SEVIS) o número de estudantes internacionais vindos da América do Sul cresceu 4,3% entre Março de 2017 e Março de 2018, e quem mais enviou estudantes foi o Brasil. O número de estudantes brasileiros cresceu 13,1%.

A América do Sul ganhou da Austrália – 3,3% de aumento e África, 1,4%. As outras regiões, Europa, América do Norte e Ásia tiveram números negativos, -1,1%, -1,7% e -0.8% no período da pesquisa.

O único país da América do Sul que registrou diminuição no número de estudantes enviados aos Estados Unidos foi a Venezuela, com 8,7% a menos.

No total geral o número de estudantes com visto F1 entre Março de 2017 e Março 2018 caiu apenas meio por cento, passando de 1,208 milhão de estudantes para 1,201 milhão em Março 2018. Já o número de estudantes para o visto J1 aumentou mais de 4 por centro, subindo de 201,4 mil para 209,5 mil.

 

Dentro dos Estados Unidos

O relatório mostra ainda as estatísticas dentro dos Estados Unidos, para onde esses alunos vão e quais as universidades mais procuradas. O país tinha em 5 de Março de 2018, 8.744 escolas registradas e aptas a receberem estudantes estrangeiros. Destas 8,7 mil escolas, 85% estão aptas a registrar alunos para visto F1, 8% para vistos F1 e M1, e apenas 7% para visto M1.

Dentro dos Estados Unidos, a região Sul – onde inclui a Flórida – recebeu cerca de 27,3% dos estudantes estrangeiros entre Março de 2017 e Março de 2018. Perdendo apenas para a região Nordeste, onde está o estado de New York, 27,4% de aumento. O oeste americano ficou em terceiro lugar com 24,5%. O Centro Oeste com 20.3%

Os 16 estados da região Sul dos Estados Unidos e o distrito de Columbia (onde está localizada a capital dos EUA) receberam, entre Março de 2017 e Março de 2018, 328,7 mil alunos estrangeiros. Esses alunos vieram de 229 países.

Em todo os Estados Unidos, a Flórida é o terceiro estado com mais escolas cadastradas para oferecer o I-20, documento que permite ao estudante dar entrada no visto de estudante, tanto o F1 quanto o M1. Ao todo são 547 escolas, em primeiro lugar está o estado da Califórnia, com 1173 escolas, e em segundo lugar o estado de New York, com 640.

Veja lista de escolas de idiomas e links para procura de universidades americanas no www.usahelp4u.com.

 

 

Universidades

De acordo com o relatório, as escolas que mais receberam estudantes internacionais nos EUA durante o período pesquisado foram: New York University, Univerisity of Southern California, Columbia University,  Northeastern University, Univeristy of Illinois e Arizona State University.

Nessas universidades, 58% dos alunos estrangeiros conseguiram matricula nos cursos de bacharelado de 4 anos e mestrados. A grande procura estava nas áreas como negócios, engenharia e ciência da computação.

 

Tipos de vistos

O visto F1 é usado por estrangeiros que querem estudar nos EUA, seja cursos de inglês, bacharelado, mestrado e doutorado. Aqueles que procuram cursos de curta duração, como os cursos técnicos, podem solicitar o visto M1.  Já o visto J1 é usado para intercâmbio cultural, como aupair.

Os dois primeiros vistos são regulados pelo Student and Exchange Visitor Program (SEVP). O último visto é regulamento diretamente pelo governo federal.  Os dois departamentos mantêm troca de informações que permite o Deparment of Homeland Security (DHS) ter dados de todos os alunos internacionais e suas condições migratórias.

 

Veja relatório oficial do SEVIS

https://www.ice.gov/doclib/sevis/pdf/byTheNumbersApr2018.pdf

Concurso nos Estados Unidos Oferece Duas Bolsas de Estudos para Brasileiros

Vencedores vão estudar na Flórida, para participar basta responder uma pergunta

 

Estão abertas as inscrições para o Contest 2018 da ONG USAHElp4U. O concurso anual vai oferecer este ano duas bolsas de estudos de curso de inglês nos Estados Unidos. O período de inscrição vai de 30 de março a 30 de maio de 2018. Podem participar brasileiros (maiores de 18 anos) que estejam no Brasil e queiram passar um mês estudando inglês gratuitamente na Flórida.

 

O concurso é uma promoção da ONG USAHelp4U – Guia Brasileiro de Intercâmbio – em parceria com as escolas de idiomas – Lingua Language Center (em Fort Lauderdale, Flórida) e South Beach Languages (em Hollywood, Flórida).

 

Ambas as escolas são credenciada junto ao Conselho de Credenciamento de Educação Continuada e Treinamento ( ACCET ). As duas escolas estao autorizadas pelo governo federal americano a oferecem a documentação necessária para o pedido do visto F-1, o visto de estudante, para os alunos internacionais.

 

Este é o quarto ano do concurso. A primeira ganhadora foi da Bahia, a segunda de Minas Gerais e a terceira de Pernambuco.

 

Concurso

Para participar do concurso, aberto somente para brasileiros, o interessado deve preencher um formulário contido nas regras do concurso publicado no www.usahelp4u.com/bolsas de estudos. Além de preencher com dados pessoais, o participante precisa responder uma pergunta (em inglês) sobre ‘’What do you like most about the United States of America? Why?’’. Na ficha de inscrição o candidato deve assinalar qual das duas bolsas gostaria de disputar.

 

Os diretores das duas escolas participaram da escolha das melhores respostas.

 

Dois finalistas de cada bolsa irão enviar enviar um vídeo contando sua história. O corpo de conselheiros da ONG, formado por jornalistas e professores, vai escolher o vencedor. O vencedor será anunciado no dia 27 de julho de 2018. O vídeo que tiver mais votos, leva um mês de curso de inglês grátis, na Flórida.

 

Os vencedores terão um ano para usufruir da bolsa de estudos.

 

ONG

A ONG www.usahelp4u.com foi criada em 2013 para concentrar em um só local as principais informações sobre estudos nos Estados Unidos. Todas as informações são oferecidas em português. O website mantém ainda uma lista de escolas de inglês para facilitar a busca por melhores preços e qualidade de ensino de língua inglesa nos Estados Unidos.

 

Contato

info@usahelp4U.com

 

Os Melhores e Piores Mestrados nos EUA

Escolha o curso certo e tenha mais chances de trabalho no mercado americano

Muitas pessoas decidem fazer uma pós-graduação (graduate) porque acreditam que isso pode ajudar a adquirir as habilidades e credenciais necessárias para obter o emprego que eles querem. No entanto, alguns diplomas de pós-graduação são mais eficazes do que outros no sucesso profissional e retorno financeiro. O mesmo acontece nos Estados Unidos.

Aqui está uma lista dos dez melhores e piores mestrados para encontrar um emprego nos EUA. A lista inclui o salário anual médio para trabalhadores com mais de 10 anos de experiência em cada campo de carreira (calculado por Payscale.com) e o crescimento médio projetado para o período de 2014- 2024 (calculado pelo Bureau of Labor Statistics).

Claro, você deve selecionar um programa de graduação que se ajuste aos seus interesses e objetivos de carreira, independentemente do ranking do programa nesta lista. No entanto, a escola de pós-graduação é muitas vezes cara, por isso é importante pensar e pesar o valor do custo benefício que o programa pode lhe trazer. 

No caso de estudante estrangeiro, o número de bolsas pode ser ainda mais limitado que para os alunos americanos. Não é impossível, porém requer mais pesquisa. E para aquele que planeja encontrar uma oportunidade de ficar definitivamente nos EUA de forma legal, escolher o curso certo pode ser a chave para um futuro melhor na terra do Tio Sam.

Atencao: Nos Estados Unidos as vagas de trabalho informam o salário de duas formas: a) por hora ou b) por ano. Quando eles divulgam valor tipo $100k, isso quer dizer cem mil dólares por ano. Divida o valor por 12 meses ($100k/12 meses = $ 8,3 mil dólares por mês).

Um carro tipo Toyota Corolla 2018 custa $18,5 mil dólares.

 

 

Veja ainda no USAHelp4U

Testes de Admissao no Ensino Americano

 

Trabalho para Estudante Internacional

 

As melhores universidades nos EUA

 

O sistema de pos-graduacao nos EUA

 

Visto de estudante

 

Como buscar bolsas de estudos 

 

 

 

Melhor mestrado para encontrar um emprego

 

  1. Engenharia Biomédica

Pagamento anual médio: $ 145 mil dólares/ano

Crescimento médio projetado entre 2014 e 2024: 23%

 

  1. Assistente de Médico

Pagamento anual médio: $ 117,000

Crescimento médio: 30%

Esta é uma das carreiras de crescimento mais rápido, com um crescimento projetado de 30% até 2024.

 

  1. Ciência da Computação

Pagamento anual médio: $ 115.602

Crescimento médio: 18%

 

  1. Finanças

Pagamento anual médio: $ 109,797

Crescimento médio: 16%

 

  1. Sistemas de Informação

Pagamento anual médio: $ 103.021

Crescimento médio: 18%

 

  1. Estatísticas

Pagamento anual médio: $ 100.000

Crescimento médio: 19%

 

  1. Engenharia Civil

Pagamento anual médio: $ 96,211

Crescimento médio: 6%

 

  1. Enfermagem

Pagamento anual médio: US $ 95.000

Crescimento médio: 31%

Espera-se que as posições de profissionais de enfermagem aumentem em 2024 em 31%, o que é muito mais rápido do que a média.

 

  1. Administração Hospitalar

Pagamento anual médio: $86.813 dólares

Crescimento médio: 17%

Esses empregos estão em alta demanda e continuarão a crescer na próxima década.

 

  1. Terapia Ocupacional

Pagamento anual médio: $ 81,910 (de acordo com o Bureau of Labor Statistics)

Crescimento médio: 27%

Os terapeutas ocupacionais exigem um mestrado (bem como licença estadual) para praticar. Os programas de mestrado em terapia ocupacional valem a pena investir, a projeção crescimento é ótima – 27% até 2024.

 

 

 

Os Piores mestrados para encontrar trabalho nos EUA

 

  1. Aconselhamento

Pagamento anual médio: $ 57,500

Crescimento médio: 12%

 

  1. Trabalho Social

Pagamento anual médio: US $ 59.887

Crescimento médio: 18%

 

  1. Educação

Pagamento anual médio: US $ 60.686

Crescimento médio: 6%

 

  1. Biblioteca e Ciência da Informação

Pagamento anual médio: $ 62,253

Crescimento médio: 5%

 

  1. Música

Pagamento anual médio: $ 62,561

Crescimento médio: 3%

 

  1. História

Pagamento anual médio: US $ 65.000

Crescimento médio: 5%

 

  1. Belas artes

Pagamento anual médio: $ 69.191

Crescimento médio: 1%

 

  1. Arquitetura

Pagamento anual médio: US $ 76,108

Crescimento médio: 7%

 

9. Gestão de Recursos Humanos

Pagamento anual médio: $ 77.406

Crescimento médio: 7% 

 

 10. Biologia

Pagamento anual médio: US $ 100.000

Crescimento médio: 7%

 

 

Original text in English –

 

 

 

Pernambucana Ganha Bolsa de Estudos na Flórida

Concurso é oferecido anualmente pela ONG USAHelp4U com apoio da Lingua Language Center – FLL

 

 

Da redação

A enfermeira pernambucana Marcella Monteiro Corrêa Lima, de 34 anos, foi a grande vencedora do Contest 2017. Este é o terceiro ano que a ONG USAHelp4U com apoio da escola Lingua Language Center, em Fort Lauderdale (Estados Unidos), realizam o concurso oferecido somente para brasileiros residentes no Brasil.

Mais de 100 pessoas participaram do concurso este ano que oferece uma bolsa de estudos de inglês de um mês na Flórida. Todos os participantes do concurso vão ganhar cupons de desconto para cursos de inglês na escola de idiomas em Fort Lauderdale. Cupons não usados ficam à disposição do público.

 

Marcella estava, originalmente, na oitava posição. Entretanto, cinco dos primeiros colocados não seguiram as regras do concurso contida no edital e por isso foram desclassificados.

Para participar, como todos os anos, basta responder uma pergunta. Este ano, os participantes tiveram que responder “Como a língua inglesa poderia ajudá-lo a conseguir uma melhor oportunidade de trabalho?’’.

 

Para Marcella, a resposta é bem simples – ‘’ É uma língua fundamental para qualquer carreira profissional”, enfatiza a enfermeira que sonha em um dia poder cursar pós-graduação nos EUA. 

 

Os três candidatos finalistas para a bolsa de intercâmbio tinham que apresentar um vídeo. “Desenvolver o vídeo foi difícil pois sou tímida e nunca tinha feito algo dessa natureza antes. Mas em nome desse sonho eu dei o melhor de mim e tentei passar a verdade para as pessoas. Quem me conhece há mais tempo sabe dessa minha paixão pelo inglês e acho que isso ficou transparente no vídeo”, conta.  

 

Apenas os 13 conselheiros voluntários da ONG podem votar. Marcella ganhou a maioria dos votos, sete. Ela tem até o dia 3 de abril de 2018 para apresentar provas de que tem intenção de viagem (como visto e passagem). Caso isso não aconteça, a bolsa de estudos (que inclui acomodação e alimentação) passa para o próximo candidato.

 

Estão em segundo e terceiro lugar, respectivamente – Ligia Silva (SP) e Charles Pereira (SC).

 

A bolsa é válida para o mês de julho de 2018. Marcella tem grandes expectativas para sua viagem. “Não estou matriculada em nenhum curso de inglês no momento, mas estou em contato com o inglês diariamente, seja através de músicas, filmes ou artigos. Passar um tempo fora do Brasil sempre foi um sonho de vida e tendo a oportunidade de aprimorar o inglês, para mim, é o casamento perfeito. Se não fosse a bolsa oferecida pela USAHelp4U com apoio da Lingua Language Center eu teria pouquíssimas chances de realizar este sonho, por conta dos custos financeiros nesse momento’’, finaliza. 

 

ONG

USHelp4U é uma organização não governamental no estado da Flórida (USA) dedicada a oferecer suporte e informação adequada aos estudantes brasileiros interessados em investir no aprendizado da língua inglesa e profissional nos Estados Unidos. Outras informações sobre a ONG pelo website www.usahelp4u.com e ou e-mail info@usahelp4u.com.

Conselho Voluntário divulga resultado do Contest 2017

O Conselho Voluntário da ONG USAHelp4U divulgou hoje (9 de outubro) o resultado do Contest 2017. A vencedora é a pernambucana Marcella Monteiro.

 

O segundo lugar foi para Ligia Silva, e terceiro para Charles Pereira.

 

O concurso oferece uma de bolsa de estudos e tem como patrocinador a escola de idiomas, Lingua Language Center, de Fort Lauderdale, Flórida, Estados Unidos.

 

O prêmio inclui acomodação e alimentação. O intercâmbio acontece no mês de julho de 2018.

 

Este é o terceiro ano do concurso. A primeira ganhadora foi Tábatta Bahia Santana, da Bahia, e a segunda de Minas Gerais, Jessika Marques.

 

A vencedora tem até o dia 3 de abril de 2018 para provar que há intenção de usufruir do prêmio. Se esta cláusula do edital não for cumprida, o prêmio segue para o próximo candidato.

 

ONG

A ONG www.usahelp4u.com foi criada em 2013 para concentrar em um só local as principais informações sobre estudos nos Estados Unidos. Todas as informações são oferecidas em português. O website mantém ainda uma lista de escolas de inglês para facilitar a busca por melhores preços e qualidade de ensino de língua inglesa nos Estados Unidos.

 

Contato

info@usahelp4U.com

 

 

Contest 2017 – Vídeos dos Concorrentes Aguardam Votos e Seu Apoio

Finalmente chegamos a fase final do Contest 2017. Chegar até aqui não foi fácil. Tudo é feito com ajuda de voluntários que acreditam em oferecer uma oportunidade a quem precisa investir no aprendizado da língua inglesa.

Depois de vários contratempos chegamos a três nomes cujas candidaturas estavam 100% dentro das regras estabelecidas pelo edital do Contest 2017. Muitos participaram, mas nem todos estavam em conformidade com o que era exigido.

Com isso, o conselho voluntário opinou em vários casos, estudando cada situação e votando pela manutenção e ou eliminação da candidatura.

Os 13 conselheiros vão votar entre os dias 2 e 9 de outubro escolhendo entre os três concorrentes quem vai levar uma bolsa de estudos na Lingua Language Center, em Fort Lauderdale, Florida (Estados Unidos).

Deixe seu recado nos vídeos, de apoio e incentivo aos concorrentes!!

Prepare-se para o Contest 2018!!!

 

Charles Pereira 

Ligia Silva

Marcella Monteiro

Brasileiras são a maioria em busca por bolsa de estudos

Pesquisa foi feita pelo ONG USAHelp4U durante o concurso 2017

 

As brasileiras são a maioria entre os interessados em estudar inglês nos EUA. A pesquisa foi elaborada com base nos dados do concurso 2017 que oferecia bolsa de estudos na Flórida. Este é o terceiro ano do concurso elaborado pela ONG USAHelp4U com apoio da Lingua Language Center, escola em Fort Lauderdale.

Dos mais de 100 participantes, 57% eram mulheres.  Sendo que dessas, a grande maioria estava cursando ou finalizando algum curso superior. Entretanto, candidatos com pós-graduação e doutorado também participaram do concurso. A idade dos participantes do concurso foi entre 18 e 57 anos.

As inscrições para o concurso foram encerradas no último dia 27 de agosto, o nome do ganhador (a) será publicado nas redes sociais da ONG no dia 9 de outubro.  O concurso era aberto apenas para brasileiros residentes no Brasil.

A pesquisa mostrou ainda que a maioria dos participantes são dos estados de São Paulo, Pernambuco, Minas Gerais e Rio de Janeiro. Os estados do Acre, Alagoas, Amapá, Maranhão, Piauí, Roraima e Tocantins não tiveram participantes.

O ganhador (a) levará como prêmio um curso de inglês de um mês, mais alimentação e acomodação em Fort Lauderdale. Em 2015 a ganhadora foi da Bahia, em 2016, de Minas Gerais.

Para participar, os interessados deviam responder uma pergunta. A resposta é analisada por conselheiros voluntários da ONG – brasileiros residentes no Brasil, EUA, Canadá, Londres e Holanda. Cada voluntário fez a análise apenas das respostas, não tendo acesso aos dados pessoais do participante. Essa foi a maneira que a ONG encontrou para deixar a escolha mais imparcial possível. Desta maneira, o conselheiro voluntário não sabe se, por exemplo, se o participante é da mesma cidade, se estuda em escola pública ou não.

 

Concurso

O concurso exigia a resposta a seguinte pergunta –  ‘’Como a língua inglesa poderia ajudá-lo a conseguir uma melhor oportunidade de trabalho?” – e preenchimento de um formulário com dados pessoais como nome, endereço e e-mails.

De acordo com os conselheiros, pelo menos 30% não conseguiram responder a pergunta.

Após a primeira peneirada feita pelos voluntários, a escola patrocinadora do concurso escolherá os três melhores e três suplentes. Os três primeiros colocados irão fazer um vídeo demonstrando seu interesse em ganhar a bolsa. Os conselheiros, treze ao todo, votam no vencedor (a) na primeira semana de outubro.

Blog
O website www.usahelp4u.com foi criado em 2013 para concentrar em um só local as principais informações sobre estudos nos Estados Unidos. Todas as informações são oferecidas em português. O website mantém ainda uma lista de escolas de inglês para facilitar a busca por melhores preços e qualidade de ensino de língua inglesa nos Estados Unidos.

 

Escola

Lingua Language Center é uma escola de Inglês credenciada junto ao Conselho de Credenciamento de Educação Continuada e Treinamento ( ACCET ). A escola oferece a documentação necessário para o pedido do visto F-1, o visto de estudante, para os alunos internacionais.

 

Governo estuda fazer mudanças no visto F-1

Propostas por enquanto são apenas ideias que podem levar até 18 meses para entrar em vigor

 

Da redação com Washington Post e G1

 

 

O Departamento de Segurança Nacional (Department of Homeland Security – DHS) está estudando possíveis mudanças no Student and Exchange Visitor Program, ou visto F-1 (o visto de estudante). Por enquanto, trata-se apenas de estudos e nada concreto deve ser divulgado ainda este ano, já que possíveis mudanças precisam de no mínimo 18 meses para serem planejadas, aprovadas para só então entrar em vigor.

Segundo oficiais do DHS, o objetivo é aumentar a segurança do país e evitar os abusos ocorridos com o visto F-1.  Pelo menos 2.8% dos mais de 1.4 milhões de estudantes estrangeiros nos Estados Unidos no ano passado ficaram além do tempo permitido no país, o dobro de quem entra nos EUA com visto de turista. Atualmente, 5% dos quase 20 milhões de estudantes matriculados em faculdades e universidades americanas são estrangeiros.

Os países que mais enviam estudantes para os EUA são: China, Índia, Coreia do Sul e Arábia Saudita. Entre os estados americanos que mais abrigam esses estudantes estão Califórnia, New York e Texas. As universidades campeãs em número de estudantes estrangeiros são New York University e University of Southern California.

Dados de 2015 do Instituto de Educação Internacional (Institute of International Education – IIE) mostram que o número de universitários brasileiros estudando nos Estados Unidos cresceu 78% entre 2013 e 2014, fazendo com que o Brasil pulasse da 10ª para a 6ª posição no ranking de países que mais enviam intercambistas para os EUA. Segundo o instituto, no ano letivo de 2014-2015 os Estados Unidos registraram 23.675 brasileiros matriculados no ensino superior americano.

Possíveis mudanças

Entre as possíveis mudanças seria a necessidade de renovar o visto anualmente, pagando a taxa de $200. Atualmente, o aluno pode ficar no país indefinidamente enquanto estiver estudando e seguindo as regras das escolas. Ele pode também mudar de escola de idiomas, para faculdade e ou universidade mantendo o visto, sem a necessidade de sair do país. 

Caso as propostas, ainda em fase preliminar de estudo, sigam adiante o estudante internacional poderá ter que passar por todo o processo de solicitação de visto novamente caso decida mudar de instituição.

Mesmo antes das mudanças se concretizarem, representantes de universidades já apontam possíveis dificuldades. Jill Welch, diretor da Associação Internacional de Educadores (Associaton of Internacional Educators – NAFSA) taxou as ideias do DHS de ‘’desnecessárias’’.  ‘’Esperamos que o DHS consulte instituições como a NAFSA antes de tomar qualquer decisão precipitada’’, concluiu.

De acordo com o IIE os estudantes estrangeiros injetaram mais de $35 bilhões na economia americana em 2015.

 

Viabilidade

O porta-voz da Associação Americana de Universidades (Association of American Universities), Pedro Ribeiro, não acredita que o projeto seja viável. ‘’ Essas propostas significam mais papeladas para os estudante e governo. O DHS simplesmente não tem funcionários suficientes para administrar todas essas mudanças”, acredita.

O porta-voz do DHS, David Lapan, não quis fazer comentários sobre as possíveis mudanças, mas confirmou que o visto de estudante ‘’é um dos quais está sobre revisão por parte do governo’’. ‘’O DHS está estudando várias mudanças no sistema de imigração dos EUA, incluindo o visto de estudante. Nosso objetivo é que que o sistema de imigração atenda ao interesse americano, com ênfase na segurança nacional’’, resumiu.

 

 

Com informações do Washington Post 07/10/2017

Como Estudar Em Uma High School Americana?

Qual o visto que os pais devem apresentar para matricular a criança em uma escola pública americana?

A pergunta que vem após saber dos valores de uma High School nos Estados Unidos é ‘’Qual o visto que os pais devem apresentar para matricular a criança em uma escola pública americana?” Este tipo de intercâmbio exige o visto F-1 ou M-1. O website do governo americano (https://www.uscis.gov/working-united-states/students-and-exchange-visitors/students-and-employment/special-instructions-b-1b-2-visitors-who-want-enroll-school) traz a mesma pergunta e a resposta. ‘’É permitido estudar usando o visto B1/B2? Não. Não é permitido!’’.

O website do USCIS ainda informa que, quem violar esta regra ‘’não será elegível para a extensão do visto de turista (B1/B2) ou mudar para status de estudante (F-1 ou M-1).

 

USAHelp4U – Bolsa de Estudos 2017

Informe-se!

 

Mesmo assim, a comunidade imigrante está cheia de casos de estudantes que entram no país com visto de turista junto com seus pais e imediatamente são matriculados em escolas públicas. O problema acontece no conflito entre a lei imigratória americana e outra lei, ‘’No Child Left Behind Act’’, que assegura que toda criança em idade escolar deve frequentar a escola independente de condições imigratórias.

As ONGs USAHelp4U e Centro de Assistência ao Imigrante (IAC) recebem constantemente questionamento de pais brasileiros na busca de informações de como matricular seus filhos e ou como solucionar o problema causado após a matrícula dos filhos nas escolas públicas americanas.

Quem responde a dúvida é a responsável pela orientação de alunos estrangeiros no condado de Miami Dade, Maria Elena Paradela – Ed.D., PDSO – International Student Placement Advisor, Miami-Dade County Public Schools.

USAHELP4U – Se um pai ou mãe se apresentar hoje em uma High School ou escola primária pública no condado de Miami Dade mostrando apenas o seu passaporte (com um visto B1 / B2) e seu filho (com apenas um visto B1 / B2) – ambos são válidos – Esse pai ou mãe pode matricular esta criança?

Maria Elena – “As informações que sobre o visto de turista B1 / B2 estão corretas. Neste país há uma Lei Federal que declara que não se deve solicitar a condição imigratória durante matricula escolar todos os estudantes de K-12 (pré-escola até ensino médio em escolas públicas), mas isso não indica que eles podem se registrar com um status B1/B2. Devido ao fato de que não pedimos, cabe aos pais saberem o que podem e não podem fazer com o tipo de visto que foram emitidos para entrar nos EUA. Se o passaporte é mostrado para a escola, ele é usado para verificar o nome, nada mais. Portanto, como as informações fornecidas no link do USCIS indicam, ninguém com um Visto de Turista B1 / B2 pode se registrar para estudar.”

 

O assessor jurídico do Consulado Geral do Brasil em Miami, Dr. Joel Stewart também solicita cautela dos pais brasileiros. “Matricular os filhos em escola pública com visto de turista é contra lei federal.  Brasileiros estão sempre procurando uma maneira de ficar legal e o F-1 está sendo usado como chave importante neste processo’’, disse o advogado durante apresentação na 1ª. Feira da Educação, realizada no dia 29 de abril na Primeira Igreja Batista da Flórida.

Consequências

A diretora da ONG – IAC, Esther Pereira, conta os casos de pais e estudantes que tiveram que lidar com as consequências da falta de conexão entre as duas leis. ‘’É comum atendermos casos de pais que matricularam os filhos com o visto B1/B2 e depois tentam mudar o status para F-1 e não conseguem. Além de ter a mudança negada, eles passam a ficar ilegais no país. Há também os casos em que o pai ou mãe consegue a mudança e os filhos têm o visto F-2 (o de acompanhante de F-1) negados. Neste caso, as crianças sofrem as consequências das màs escolhas dos pais’’, lembra.

Ela lembra ainda de outro caso em que uma adolescente veio para os EUA morar por um ano com familiares (usando o visto de turista) enquanto frequentava a High School pública local gratuitamente. ‘’Depois de anos que voltou ao Brasil, a estudante tentou conseguir novo visto de turista para os EUA e o mesmo foi negado. O consulado americano ainda revelou o porquê. Ela usou o sistema público de ensino sem ter o visto correto para isso’’, revela.

Vale lembrar que a imigração americana ainda não consegue ter o controle absoluto de quem usa e ou abusa do sistema usando o visto de turista. Mas casos como os citados acima não são raros.

Existem atualmente nos EUA cerca de 11 milhões de pessoas sem documentação de permanência no país. Como, cada estado tem leis próprias, a recepção ao imigrante sem documentação adequada para ficar no país também diferencia.