Oportunidades no exterior: faça intercâmbio remunerado, vagas de emprego na Irlanda e pague sua acomodação em troca de trabalho

More fora de graça em troca de trabalho

Ai vai uma dica para quem quer viajar e não tem muito dinheiro. Troque a acomodação e alimentação por trabalho voluntario. Tem gente que ainda torce o nariz para esta modalidade de intercambio, mas muitos estão fazendo pelo mundo e aproveitando a oportunidade de conhecer novos países e culturas.

Vale lembrar que é sempre bom ter um conhecimento de médio para avançado do inglês, algum dinheiro extra para possíveis problemas de última hora e para pagar a passagem.  Veja abaixo uma lista de websites que podem ajudar na busca pela melhor oportunidade no exterior.

Workaway – É um site criado para promover a troca entre viajantes de baixo orçamento que estão em busca de ajuda com uma série de atividades variadas e interessantes. A filosofia deles é: ” poucas horas de trabalho honesto por dia em troca de comida e alojamento e uma oportunidade de aprender sobre o estilo de vida local e da comunidade, com simpáticos anfitriões em situações e ambientes variados”.

Worldpackers –  É uma ferramenta que possibilita viajantes encontrarem hospedagem de graça em diversas partes do mundo em troca de trabalho voluntário em hostels. O slogan deles é: “Travel experiences money can’t buy” (Experiências de viagem que o dinheiro não pode comprar).

World Wide Opportunities on Organic Farms – WWOOF – Programa para os interessados em vida no campo e produção orgânica, permite aos participantes participarem dos projetos da rede mundial, presente em vários países. Os participantes têm a chance de aprender sobre cultivo orgânico e biodinâmico de alimentos em atividades que incluem preparar a terra, plantar sementes, cuidar dos animais da fazenda, ordenhar vacas, entre outros.

 

Projeto de Harvard quer ajudar novos talentos brasileiros

 

Idealizado por brasileiros que estudam em Harvard, o projeto de mentoria Brasilitas pretende selecionar 15 alunos da rede pública no Brasil para serem orientados acadêmica e profissionalmente. O processo de seleção está aberto deste o dia 1º. de junho.

O objetivo principal dos alunos de Harvard é encontrar jovens com potencial e vontade de desenvolverem projetos sociais.  O trabalho desses alunos que estão tendo a oportunidade única de estudar na mais renomada universidade americana será de orientar e acompanhar o desenvolvimento social desses alunos no Brasil.

Eles vão oferecer ainda toda orientação possível para que esses estudantes da rede pública brasileira tenham acesso à informação correta sobre bolsas de estudos e até como chegar a Harvard.

Atualmente, Harvard conta com 13 estudantes brasileiros nos mais variados cursos e todos eles serão mentores.

Os interessados em serem apadrinhados pelo Brasilitas devem preencher um formulário de inscrição na página do grupo no Facebook (www.facebook.com/harvardbrazil).

 

Emprego para brasileiros na Irlanda

A Irlanda é um dos países mais amigáveis com estrangeiros. Por isso, o país é muito escolhido por brasileiros para estudar e trabalhar, pois além disso tem a vantagem de ter o inglês como língua oficial. Por isso, se você deseja trabalhar e estudar na Irlanda, não deixe de consultar um dos principais websites de empregos do país, o www.irishjobs.ie.  Sempre há vagas para diferentes áreas em que um dos principais requisitos é falar português, mas sempre é importante também dominar a língua inglesa. As oportunidades de emprego podem mudar diariamente, mas em geral incluem atendimento ao cliente como por exemplo: Agente de atendimento ao cliente, Agente de soluções para o cliente na empresa PayPal, Executivo de operações na área de marketing etc.

 

Vagas para estágio remunerado no exterior   

O seu sonho em fazer um estágio no exterior está perto de ser realizado, e mais, há vagas para estágios remunerados. O programa Talentos Globais da AIESEC (http://aiesec.org/), que oferece estágio em diversos países nas áreas de Gestão, Engenharia, Relações Internacionais, Tecnologia e Educação é programa perfeito para quem já domina o inglês (ou o espanhol) e quer turbinar o currículo com uma experiência internacional em uma área específica e sem gastar todas as economias de uma vez.

Só na área de TI, por exemplo, o programa oferece aproximadamente 800 vagas para cursos de TI, em mais de 70 países.  Vale lembrar que para poder participar é necessário ser graduando, pós-graduando ou formado há até 2 anos. Ter de 18 a 30 anos de idade, ter inglês ou espanhol avançado (depende do país onde você quer trabalhar).

Após ser aprovado no processo seletivo para o estágio remunerado no exterior, os candidatos passam a ser acompanhados por um membro da AIESEC. Esse acompanhamento se dá desde a busca de vagas no sistema até a formulação do currículo em inglês, a preparação para entrevistas, processo de obtenção do visto, seguro saúde e preparação cultural para o país de destino.  Há uma taxa de manutenção do programa para poder fazer o intercâmbio, mas por ser uma organização sem fins lucrativos, o custo é bem baixo se comparado com outras empresas de intercâmbio.

Emprego no exterior e bolsas de estudos

Websites ajudam a encontrar bolsa de estudos no exterior

Estudar fora do Brasil é um sonho de muitos jovens, mas poucos conseguem pagar pelos altos preços nas universidades, acomodação e custos extras. Para esses jovens, a única opção é uma bolsa de estudos, para ajudá-los a encontrar essas oportunidades vários websites oferecem informações preciosas. Veja abaixo lista de endereços que podem ajudar a encurtar o longo caminho entre o sonho e a realidade de estudar em universidade na Europa e ou Estados Unidos.

Vale lembrar que cada instituição tem seu próprio método de escolha do candidato e datas que devem ser seguidas à risca.

O www.hotcoursesabroad.com é um website com um mecanismo de busca minucioso para ajudar o usuário. Os destinos são limitados aos seguintes países: Estados Unidos, Reino Unido, Austrália, Nova Zelândia, Irlanda, Suécia, Holanda, Singapura e Malásia.

Já o www.scholars4dev.com é um website com um ótimo banco de dados de oportunidades de estudo e um mecanismo de busca poderoso.

Entre os websites brasileiros os que mais podem ajudar os estudantes são:  www.capes.gov.brwww.cnpq.brwww.cienciasemfronteiras.gov.brwww.fapesp.brwww.itamaraty.gov.br;

www.estudar.org.br; www.fundacaolemann.org.br; www.santanderuniversidades.com.br

 

 

As 7 empresas que mais contratam fluentes em português no exterior

Trabalhar no exterior é outro sonho dos jovens brasileiros, principalmente aqueles que já tiveram a oportunidade de estudar fora. Ai vai a lista das 7 empresas que mais contratam funcionários fluentes em português (fora do Brasil). Geralmente, essas empresas oferecem vagas direcionadas a vários lugares pelo mundo.

Vale lembrar que em 2015, muitas vagas foram lançadas no final de abril, e ainda podem estar abertas.  São elas: Johnson&Johnson; IBM;  Tetra Pak;  Amaris; Bayer;  Dell;  ONU;

 

Bolsas de mestrado em inglês na China

Estão abertas até o dia 1º de outubro as inscrições ao programa Schwarzman Scholars, que oferece bolsas de estudos integrais para cursos de mestrado na Universidade Tsinghua, localizada em Pequim, na China.

O mestrado tem a duração de um ano e é possível escolher entre três áreas de estudo: Políticas Públicas, Economia e Negócios, e Estudos Internacionais. Não é necessário ter formação prévia em alguma dessas áreas para concorrer, nem dominar mandarim, já que todas as aulas serão em inglês.

As bolsas de estudo cobrem todos os custos do mestrado e incluem também passagens áreas para a China, moradia, alimentação, seguro-saúde e uma quantia mensal para gastos pessoais. Todos os aprovados deverão morar no campus da universidade.

São elegíveis candidatos que tenham entre 18 e 29 anos (até 30 de junho de 2016), graduação completa (até julho de 2016) e proficiência na língua inglesa, que deve ser comprovada por meio de exames como TOEFL ou IELTS.  Este é o primeiro ano do programa Schwarzman Scholars. A expectativa é que, em 2016, 200 bolsas de estudo sejam oferecidas. Informações completas no website : http://schwarzmanscholars.org/program.

Curso grátis de idioma e bolsas de estudos

 

Curso grátis em Harvard

Se você trabalha, estuda ou tem interesse em fotografia, não perca essa oportunidade de fazer um curso grátis oferecido pela Universidade de Harvard. A instituição está oferecendo um curso a distância grátis de fotografia digital, com duração de 10 a 15 horas.

O projeto é uma parceria com o site de educação Alison.com.  O curso aborda os principais temas sobre a fotografia digital, que incluem: configurações de exposição; leitura de histograma; trabalho de sensor da câmera; lentes da câmera; processamento de fotografia utilizando o software de computador, entre outros. Após a conclusão do curso, o aluno terá domínio sobre o funcionamento das câmeras digitais.

Os vídeos do cursos gratuitos de Harvard são disponibilizados pela Open Learning Initiative da Escola de Extensão Harvard. Antes de realizar o primeiro acesso, o estudante deve se cadastrar no site da Alison.

 

Aprenda outro idioma sem sair de casa 

Quer aprender outro idioma sem sair de casa? Veja abaixo três websites que ajudam, e muito, o aprendizado em outras línguas.

Busuu.com – É a maior rede social de aprendizagem de idiomas do mundo. Com 50 milhões de usuários cadastrados em mais de 200 países, tem como principal objetivo simplificar o aprendizado.

Ao todo, são 12 idiomas que podem ser aprendidos gratuitamente: inglês, alemão, espanhol, francês, italiano, português, russo, mandarim, japonês, árabe, polonês, turco e o busuu, o idioma africano que deu nome ao aplicativo, falado por apenas 8 pessoas no mundo e que corre grandes riscos de extinção.

Italki.com – É uma espécie de Airbnb dos professores de idioma. Lançada em 2007, em Xangai, a plataforma coloca o usuário em contato com uma rede de cerca de 5.000 docentes, de 100 línguas diferentes, com graduação universitária ou não, os chamados community teachers. O registro é gratuito, mas cada professor fixa um preço.

livemocha.com – Com 16 milhões de usuários cadastrados, essa rede social coloca o usuário em contato com nativos em 35 idiomas diferentes. Os usuários podem conversar entre si, corrigir exercícios uns dos outros, ou criar pequenas tarefas e desafios.

Todas as ações são gratuitas, e o diferencial do Livemocha está nos jogos. A proposta da rede social é que as pessoas possam aprender um novo idioma enquanto se divertem, sem sofrimento ou tédio.

 

Governo australiano oferece bolsas de estudo para brasileiros

O programa de bolsas Endeavour do Governo da Austrália está com inscrições abertas para estudantes e empresários que desejam adquirir uma experiência acadêmica ou profissional fora do país, com suporte financeiro completo do governo australiano.

O programa oferece bolsas de estudo integrais para mestrado, doutorado, formação profissional e estágio executivo sênior, buscando novos talentos no Brasil e em outros países parceiros.

Entre os subsídios oferecidos estão despesas de viagem, alojamento, bolsa mensal e seguro de saúde. A oportunidade está aberta para candidatos que desejam obter mestrado ou doutorado em qualquer área de pesquisa.

O período pode variar entre 2 anos para a bolsa de mestrado, com um suporte financeiro total de AU$ 140,500 (R$ 340.000), e 4 anos para doutorado, com subsídio de AU$ 272,500 (R$ 650.000) para o período completo. Trinta e nove universidades participam deste programa.

Para candidatos que tem interesse em conseguir um Diploma, Diploma Avançado ou Diploma Associado na Austrália, em qualquer campo de atuação, por um período máximo de dois anos e meio.

Os cursos são mais voltados para o mercado de trabalho. As bolsas, para o período completo da formação, abrangem um subsídio de AU$131,000 (R$310.000).

As inscrições para a edição 2016 do programa se encerram em 30 de junho. As viagens para os aprovados terão início no próximo ano.

Outras informações no website https://internationaleducation.gov.au.

Estudantes brasileiros na UoPeople sonham com um futuro melhor

Eles são brasileiros, trabalham tempo integral e querem mais. José Litiério, de 26 anos, morador no Rio Grande do Norte, e Carlos Gonzaga, de 34 anos, de São Paulo, estão entre os 50 alunos brasileiros da University of the People. Sem condições de frequentar um curso regular em uma instituição brasileira, os dois descobriram a universidade americana pela internet e começaram este ano a trilhar o caminho rumo ao seu curso superior com diploma emitido nos Estados Unidos.

 

 

 

Leia abaixo entrevista com os dois brasileiros.

USAHelp4U: Como foi o processo de seleção, inscrição e início das aulas?


JpegJosé Litiério: O processo de seleção não foi difícil. Basta atender todos os critérios descritos no site da universidade. Eu busquei informações no catálogo e fiz a inscrição pelo website. Gastei aproximadamente R$260 com a tradução dos documentos necessários – o certificado de conclusão do ensino médio e o histórico.  Enviei tudo pelo correio e fui aceito como aluno. Estou em uma turma de inglês, já que não tenho nada que prove minha proficiência no idioma. Eles perguntaram se eu poderia pagar as tarifas para fazer as provas. Como não podia pagar, então me candidatei para uma bolsa, algo que consegui pela Western Union, sou muito grato pela ajuda.

USAHelp4U: Qual sua opinião sobre o estilo de aula, tudo online? Como é o apoio da universidade durante o aprendizado?

 José Litiério: Na minha opinião é tudo muito claro. Você tem que ler os textos e fazer as atividades relacionadas ao tema da semana. Precisa ainda participar dos fóruns ativamente e fazer redações.  Muita gente fala que cursos à distância não são tão proveitosos quanto os presenciais, mas acho que pela profunda forma de avaliação da instituição, esse problema está resolvido na UoPeople. O que mais gosto, particularmente, no método da faculdade, é o ‘feedback’ que é dado pelos tutores nos diários que devem ser enviados semanalmente sobre nosso progresso. Além dos tutores darem a opinião sobre os nossos textos, nós temos que ler os textos dos outros alunos, e também dar esse ‘feedback’, algo conhecido como ‘peer learning’, o que promove a autonomia do conhecimento. Nós nos corrigimos, nós aprendemos uns com os outros em decorrência de críticas construtivas, e da forte interação. Os alunos na universidade levam bastante a sério o que está sendo feito. Nada impossível, tudo dentro dos limites. A universidade conta com uma excelente equipe de aconselhamento para os alunos, as pessoas lá respondem as solicitações com clareza e rapidez.

USAHelp4U: Qual seu objetivo ao concluir o curso com a UoPeople?

 José Litiério: Quero adquirir conhecimentos em administração, matemática e aprimorar meu inglês. Mas estou me surpreendendo, pois aprendi e irei aprender muito mais que isso pelo que vi no currículo das disciplinas que ainda precisarei estudar.

 USAHel4U: O que cursa na UOPeople?

CarlosCarlos Gonzaga: Ciências da computação

USAHelp4U: Como é sua rotina de estudos?

Carlos Gonzaga: A minha rotina é bem agitada, às vezes trabalho até de madrugada, ou viajo e fico alguns dias fora, eu aproveito para estudar no caminho para o trabalho quando estou no ônibus e no metrô, a noite ou em pequenas folgas que eu tenho entre uma atividade e outra na empresa.

USAHelp4U: Qual seu objetivo ao concluir o curso com a UoPeople?

Carlos Gonzaga: Apesar de já estar com 34 anos, eu ainda pretendo cursar um mestrado.

UHSAHelp4U: Porque escolheu a UoPeople?

Carlos Gonzaga: Eu estava decidido a fazer um curso online e estava pesquisando algumas faculdades aqui no Brasil, nos Estados Unidos, no Canadá e na Inglaterra. Até que um dia eu encontrei uma matéria no New York Times dizendo que a UoPeople havia recebido um “accreditation’’. Aí juntou a facilidade de ser online, ser uma instituição reconhecida pelo governo americano e ser gratuita.

USAHelp4U: Na sua opinião o que uma universidade como a UoPeople significa para os alunos brasileiros?

Carlos Gonzaga: Acho que é uma opção muito interessante para pessoas que acreditam que estudar em uma plataforma online é uma alternativa, além de oferecer um diploma emitido por uma instituição internacional. Acredito também que alguns recrutadores aqui no Brasil podem levar em consideração um candidato que tenha estudado dessa forma, pois além das disciplinas relacionadas ao curso, tem também o fato de que essa pessoa praticou bastante o inglês.

USAHelp4U: Você acha que o diploma estrangeiro para te ajudar no Brasil?

Carlos Gonzaga: Eu tenho o desejo de trabalhar em alguma empresa fora do Brasil. Eu acredito que um diploma estrangeiro vai me ajudar, não só no Brasil, mas como também em algum outro país que eu possa tentar alguma oportunidade.

USAHelp4U: Esse será seu primeiro curso superior?

Carlos Gonzaga: Eu já iniciei dois cursos aqui no Brasil, mas fui obrigado a desistir. Um por conta do preço e outra por conta que eu estava sendo reprovado devido as constantes faltas.

Leia entrevista exclusiva com o presidente da UoPeople

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Presidente da UoPeople, Shai Reshef e alunos

Universidade americana oferece curso superior online sem mensalidade e de qualidade

A University of the People já tem mais de 2 mil alunos, apenas 50 são brasileiros

“Queremos mudar o mundo, uma pessoa de cada vez’’, afirma o presidente da University of the People, Shai Reshef que criou a universidade online em 2009 depois que se aposentou. “Eu percebi que tinha tudo e queria fazer alguma coisa para transformar o mundo em algo melhor. A única maneira de fazer isso é através da educação’’, disse o empreendedor em entrevista ao Guia Brasileiro de Intercâmbio na América, USAHelp4U.com.

Ele conta que a receptividade do projeto foi imediata e logo de início teve ajuda de grandes entidades como Microsoft e HP Foundation. Atualmente a universidade tem mais de 2 mil alunos, sendo 50 brasileiros.

A UoPeople (Universidade do Povo, em tradução livre) oferece dois cursos – Business Administration (Administração de Empresas) e Computer Science (Ciência da Computação), mas Shai Reshef tem planos para expandir. “Tudo é um processo longo, não posso dizer quando, mas teremos um MBA e Health Science (Ciência da Saúde) em breve’’, afirmou.

Os dois cursos da UoPeople são credenciados junto ao governo americano e por isso, os brasileiros interessados nos diplomas emitidos pelos Estados Unidos podem requerer a equivalência no Brasil. Pelas regras gerais, eles precisam encontrar uma universidade brasileira que ofereça o mesmo curso e seguir as normas para validação do diploma.

Números

De acordo com a UoPeople –  uma universidade sem fins lucrativos – dos alunos matriculados desde 2009, 72% conseguem ser aprovados no primeiro ano e garantem uma vaga no segundo ano do curso. Pelo menos 100 estudantes já conseguiram o tão sonhado diploma universitário emitido nos Estados Unidos sem sair de casa.

Dos alunos matriculados no curso de Administração, 50% são homens e outros 50% são mulheres, no caso do curso de Ciência da Computação, os números são bem diferentes. Oitenta por cento são homens e apenas 20% são mulheres. “Queremos atrair mais mulheres”, comenta o presidente.

O perfil do estudante é bem diferenciado. Eles estão entre 18 e 82 anos. No início, conta Shai, a grande maioria era formada por adultos que não haviam tido a oportunidade de estudar quando terminaram o ensino médio, hoje a situação está mudando. “Estamos vendo o número de jovens recém saídos do ensino médio procurando a universidade em busca de uma oportunidade. As universidades americanas são caras ou nem sempre eles conseguem uma oportunidade perto de casa”, explica.

Mas os números não param por aí. Dos mais de 2 mil alunos, 50% são americanos, os outros 50% estão divididos entre 151 países, entre eles o Brasil. ‘’Adoraria oferecer nossos cursos para mais brasileiros e se possível em português. Estamos abertos para parcerias’’, adiantou Reshef esperançoso em atingir o mercado brasileiro.

Método de ensino

Shai Reshef, que foi CEO de grandes companhias e ajudou a criar a primeira universidade online na Europa, afirma que estudar na UoPeople não é fácil. “Nós preparamos nossos alunos para assumir uma posição em qualquer companhia do mundo. Para estudar na UoPeople é preciso disciplina, participar ativamente dos projetos e estudar”, garante o empreendedor.

As classes possuem entre 20 a 30 alunos e professores voluntários, sendo eles profissionais de grandes universidades americanas como Oxford e The George Washington University. O aluno pode participar dos grupos de discussão deixando comentários sobre o tópico a ser estudado a cada semana.

Cada disciplina tem duração de 10 semanas e exige 20h de estudo por semana. O aluno estuda de acordo com seu tempo e pode fazer uma disciplina por vez, sendo que as disciplinas são oferecidas cinco vezes por ano. Ao final de cada disciplina ele precisa fazer um teste.

É somente na hora do teste que o estudante precisa pagar alguma coisa. Cada teste custa $100 dólares, somando outros $50 de matrícula, o curso de bacharel em Administração de Empresas com diploma internacional sai por $4 mil, por quatro anos de estudos. Para quem acha caro, a UoPeople oferece o curso técnico de Administração de Empresas e/ou Ciências da Computação por $2 mil, cada um. O curso técnico dura dois anos.

Não há necessidade de comprar livros. Todo o material é disponibilizado online pelos professores. “Não quero que a falta de recursos seja um empecilho para as pessoas estudarem. Por isso, a UoPeople não cobra nada mais além dos $50 de matrícula e da taxa de $100 em cada exame”, conta ele, lembrando que os alunos recebem links de material gratuito online que universidades renomadas em todo mundo disponibilizaram voluntariamente para o público. “Esse material precisa ser utilizado e nós levamos os alunos até eles’’, finaliza Shai.

Vale lembrar que todo o material da UoPeople é disponibilizado em inglês. Os alunos que não comprovarem proficiência na língua através de certificados de testes como o Toefl e IELTS, devem fazer uma disciplina introdutória sobre o idioma. O curso básico de inglês online é oferecido pela universidade ao mesmo preço, $100 o teste, com 10 semanas de aulas. Somente quem for aprovado pode continuar na universidade em busca do seu diploma americano de nível superior.

Leia entrevista com alunos brasileiros na UoPeople

 

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Escola oferece orientação a alunos estrangeiros que queiram ingressar em faculdades nos EUA

O que fazer depois de concluir o curso de inglês? Essa é uma pergunta que muitos alunos estrangeiros fazem ao terminar os cursos de inglês em escolas particulares nos EUA. Geralmente, eles querem saber quais são as etapas de admissão nos cursos de faculdade e universidades americanas e se poderão conseguir uma bolsa.

Todos os meses a Lingua Language Center, escola de idiomas que faz parte do Broward College no sul da Florida, prepara uma palestra explicativa para orientar os alunos que querem continuar nos Estados Unidos. As palestras são gratuitas, abertas ao público, mas as vagas são limitadas.

“Os alunos chegam até a nós com as mais variadas perguntas e dúvidas. Cabe ao orientador procurar as informações e ajudar este aluno de acordo com a realidade entre o que ele quer e o que o mercado oferece’’, resume a orientador Dr. Lourdes Cowgill, membro da equipe de orientadores do Broward College.

Ela conta que, para os alunos internacionais, sem residência fixa nos EUA, as opções de bolsa de estudos e até financiamento estudantil são limitadas, mas existem. “O número de instituições de ensino nos EUA, entre faculdade e universidades, é muito grande. Infelizmente, não existe uma lista completa em um só lugar. O jeito é procurar bastante”, disse.

Neste caso, explicou a orientadora, que diariamente recebe dezenas de estudantes a procura de uma oportunidade para continuar estudando nos EUA, a opção é – 1) ter certeza qual a área de estudos que deseja investir, 2) procurar as faculdades e ou universidades e fazer a inscrição. Entre a papelada que o aluno é solicitado a preencher, sempre existe uma opção de requerer o financiamento para estudantes estrangeiros e ou bolsa de estudos, com base em mérito.

Essas bolsas podem chegar a 100% depende do curriculum vitae (resume) do aluno. É nessa hora que tudo o que estudante fez fora da sala de aula conta pontos valiosos.

Outra dica da orientadora é 3) escolher faculdades e ou universidades que ofereçam variedade nas áreas de estudos. Desta maneira, é possível requerer mudanças e ou começar em cursos menos especializados e traçar uma trajetória até chegar naquele curso tão desejado. “Muitos não sabem que é possível fazer dois anos de curso básico em colégios como o Broward College, muito mais baratos do que universidades, e depois pedir transferência e finalizar a graduação em uma universidade. Isso diminuiu substancialmente, os custos”, disse.

Outra dica da orientadora é 4) procure pela diversidade. Ela conta que as faculdades e universidades americanas adoram diversidade no corpo discente. Dessa maneira, o estudante estrangeiro precisa procurar uma instituição que não tenha tantos alunos da sua origem. Com isso, as chances de ser aceito e até ganhar uma bolsa de estudos são maiores.

Ela também lembra que caso os alunos estrangeiros já tenham iniciado o curso superior em seu país de origem, parte das disciplinas podem ser reaproveitadas nos Estados Unidos. “Em alguns casos, os alunos precisam refazer quase todo o curso superior, em outros, apenas algumas disciplinas, e por último, praticamente nada, só traduzir tudo e pronto! Seu curso tem validade aqui e você pode pensar em voos mais altos’’, explica.

Próxima palestra na escola Lingua Language Center será sobre imigração – mudança de visto de turista para visto de estudante.

Serviço

Lingua Language Center at Broward College

lingua@broward.edu.

225 East Las Olas Boulevard, Fort Lauderdale, 33301

(954) 577.9955

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EUA começam a aceitar pedidos para visto de trabalho

Visto de trabalho é bastante disputado pelas empresas e quotas disponíveis costumam acabar em poucos dias
A partir de 1º de abril o USCIS, o serviço de imigração dos Estados Unidos, vai aceitar pedidos para o visto de trabalho temporário H-1B para o ano fiscal de 2016. O visto é usado pelas empresas americanas que buscam profissionais estrangeiros com alta especialização.

O número limite para emissão, determinado pelo Congresso, é de 65 mil vistos, com os primeiros 20 mil reservados para indivíduos com mestrado ou graduação maior em universidades americanas.

O USCIS espera que o número de pedidos ultrapasse o de vistos disponíveis já nos primeiros cinco dias de abril. O departamento vai monitorar os pedidos e informar ao público quando o limite for alcançado. Se o número foi ultrapassado, um sistema de sorteio vai ser usado para selecionar aleatoriamente as petições que serão usadas para os vistos disponíveis. O departamento não vai mais aceitar petições depois que o limite de 65 mil for alcançado. O mesmo sistema foi usado no mês passado.

As empresas interessadas em peticionar por invíduos qualificados para o H-1B devem seguir todos os requerimentos estatutários para entrar com o pedido, e responder a eventuais pedidos de evidências.

Para mais informações sobre o visto de não-imigrante H-1B, visite a página do serviço de imigração americano, uscis.gov, ou ligue para o Serviço de Atendimento do departamento, 1-800-375-5283.

Depois de aprovado, o candidato deve fazer uma entrevista na embaixada americana de seu país de origem. A entrevista é em inglês. Geralmente, o processo é finalizado entre outubro e novembro do mesmo ano.

Fonte: AcheiUSA

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Abertas as inscrições para bolsas de estudo no exterior

Veja abaixo diversas oportuniades de bolsas de estudo no exterior:

 

Bolsas de estudos em New York para jornalistas

O Fundo Dag Hammarskjöld está oferecendo bolsa de estudos para Jornalistas que queiram ficar até três  meses em Nova York, nos Estados Unidos, cobrindo eventos da ONU. As inscrições vão até o dia 16 de março.  O trabalho tem início em setembro vai até o final de novembro deste ano.

Serão concedidas quatro bolsas de estudo entre profissionais da América Latina, Caribe, África e Ásia. Os benefícios cobrem os custos com passagens áreas e acomodação, além de incluir um valor diário para alimentação.

Para concorrer, é preciso ser graduado em comunicação e possuir experiência na área, ter entre 25 e 35 anos de idade e ótimo domínio do inglês, já que todas as reuniões e conferências serão realizadas neste idioma. Além disso, os interessados devem comprovar que estão empregados e trabalham em tempo integral como jornalistas em veículos de televisão, rádio, mídia impressa ou online.

O processo de seleção inclui o envio de uma ficha de inscrição; amostras do trabalho como jornalista (reportagens, gravações de aúdio ou vídeo), veiculados entre 2013 e 2014,  com um resumo em inglês; duas fotos recentes; e cópia do passaporte. É preciso ainda enviar duas cartas de seus supervisores (em inglês) atestando sua competência jornalística, e uma da empresa aprovando a participação no programa e informando que o candidato continuará empregado durante a vigência da bolsa. Veja detalhes sobre o processo de seleção clique aqui.

 

Instituição canadense oferece 400 bolsas de estudos

O projeto canadense Emerging Leaders in the Americas Program (ELAP) está oferecendo 400 bolsas de estudos para estudantes e ou pesquisadores de vários países no mundo, incluindo o Brasil.  Os candidatos precisam provar que estão estudando em tempo integral e ter o apoio da faculdade para o intercâmbio.

Inscrições vão até o dia 30 de abril deste ano. As aulas terão início entre 2 de julho de 2015 e 1 de fevereiro de 2016. A duração do curso, a ser escolhido pelo candidato, deve ser entre 4 meses e um ano. O valor da bolsa varia entre $7200 a $9.700.

Para se inscrever, o candidato precisa contatar a faculdade onde estuda e saber se há algum convênio com universidades canadenses que estejam na lista de participantes do ELAP. Veja outros detalhes do processo seletivo.

Bolsas de estudo para programa de pós-doutorado no exterior

As inscrições para o novo Programa Estágio Pós-Doutoral PCTI 2014 – Parques Tecnológicos seguem até 15 de maroc. A iniciativa da Fundação Capes selecionará bolsistas para estágio no nível de pós-doutorado, voltado para a área de gestão e desenvolvimento de ambientes de inovação.

O Programa tem o objetivo de oferecer oportunidade de formação pós-doutoral no exterior, possibilitando maior visibilidade internacional aos ambientes de inovação brasileiros, em especial os Parques Científicos e Tecnológicos.

A Capes concederá bolsa no valor de US$ 2.100 (mais de R$ 6,5 mil) mensais para os bolsistas que forem estagiar nos Estados Unidos; e de € 2.100 mensais para os bolsistas que forem estagiar na Europa.

A bolsa terá duração de seis meses, renovável por igual período em função do desempenho do bolsista. Também serão concedidos os seguintes benefícios: auxílio-seguro saúde; auxílio instalação e auxílio deslocamento.

As atividades no exterior têm início previsto a partir de setembro de 2015. Veja detalhes do processo seletivo.

 

Faculdade no Canadá oferece bolsa de estudos

O Canadore College, no Canadá, está com inscrições abertas para estudantes internacionais interessados em fazer um dos mais de 65 programas oferecidos pelo College em 2015.

Para os novos alunos, o Canadore oferecerá bolsas iniciais de estudo no valor de até CAD $2.000,00. A bolsa será válida para o primeiro semestre de estudo em cursos oferecidos pelo College em tempo integral, inclusive o curso regular de ESL (English as Second Language).

Ao completar todos os requisitos para a inscrição, os alunos que tiverem um histórico escolar com mais de 85% de aproveitamento irão automaticamente receber uma bolsa de estudo de acordo com os seguintes requisitos: aproveitamento de 93% ou mais: CAD $2.000,00, aproveitamento entre 90% e 92.9%: CAD $1.000,00 e aproveitamento entre 85% e 89.9%: CAD $500,00.

Além dessa oportunidade inicial, durante os estudos, os alunos podem ser considerados para outras bolsas de acordo com o mérito acadêmico e participação na vida escolar. Outras informações pelo e-mail  Laura.Saraiva@canadorecollege.ca ou acesse o website www.canadorecollege.ca.

 

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Projeto oferece viagem de graça para estudante voluntário

Se você estiver interessado em uma bolsa que lhe permite viajar ao fornecer serviços voluntários então o Giving Back Program, da Human Project, é uma grande oportunidade para você. O prazo é até o dia 31 de março.

Os estudantes aceitos terão sua passagem aérea, alojamento, seguro médico e algumas eventualidades cobertas pelo programa. A duração da viagem é de 10 a 14 dias.

Cada aluno estará participando de um projeto em parceria com uma organização de voluntariado internacional. Antes de viajarem, os alunos receberão treinamento em liderança e filantropia.

Para participar, os interessados precisam ter entre 18 e 25 anos e preencher um requerimento online. Os candidatos devem estar estudando nos Estados Unidos, mas podem ser de qualquer país e estar cursando qualquer curso em uma universidade. O aluno vai precisar ainda de duas cartas de recomendação, uma redação e uma foto recente.

O comitê de seleção do projeto irá analisar todos os pedidos e selecionar os candidatos finais para participar de uma entrevista via Skype. Entre os requisitos para conseguir uma das cinco vagas estão: maturidade, abertura às culturas estrangeiras, ser independente, e ter vontade de ajudar o próximo.

EUA vão emitir autorização de trabalho para cônjuges de imigrantes com visto de trabalho

O USCIS (serviço de imigração americano) anunciou no dia 24 de fevereiro que vai permitir que cônjuges dos portadores do visto de trabalho H-1B que estão em processo de obtenção do green card possam requerer autorizações de trabalho. A agência federal informou que vai aceitar os pedidos a partir do dia 26 de maio.

A eligibilidade para o benefício é parte importante das ordens executivas do presidente Obama anunciadas em novembro do ano passado. A concessão de autorizações de trabalho será dada apenas para determinado grupo de cônjuges de portadores do visto de não-imigrante H-1B. Somente os portadores de H1-B que estão processo de residência permanente poderão requerer a autorização para os cônjuges. Os demais permanecem impedidos de trabalhar em solo americano.

“Permitir que esses cônjuges dos portadores do visto trabalhem legalmente nos EUA faz muito sentido,” disse o diretor do USCIS, León Rodríguez. “Vai ajudar as empresas americanas a manterem profissionais altamente qualificados em seus quadros, aumentando as chances desses profissionais ficarem no país durante sua transição de trabalhadores temporários para residentes permanentes. Vai melhorar na estabilidade econômica e condições financeiras das famílias envolvidas.”

Os portadores de H-4 podem obter o benefício caso seu cônjuge portador de H-1B seja o principal beneficiário de uma petição I-140 aprovada, ou que tenha obtido o visto H-1B através das seções 106(a) e (b) do American Competitiveness in the Twenty-first Century Act of 2000, emendado pelo the 21st Century Department of Justice Appropriations Authorization Act. Essas ações permitem que não-imigrantes portadores de H-1B buscando a residência permanente trabalhem e permaneçam nos Estados Unidos além do limite de seis anos para o seu status de portador de H-1B.

O H-1B é um visto de não-imigrante que permite às empresas contratarem temporariamente trabalhadores estrangeiros com alto grau de especialização.

Fonte: Texto original publicado pelo jornal AcheiUSA.

 

 

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