Os Melhores e Piores Mestrados nos EUA

Escolha o curso certo e tenha mais chances de trabalho no mercado americano

Muitas pessoas decidem fazer uma pós-graduação (graduate) porque acreditam que isso pode ajudar a adquirir as habilidades e credenciais necessárias para obter o emprego que eles querem. No entanto, alguns diplomas de pós-graduação são mais eficazes do que outros no sucesso profissional e retorno financeiro. O mesmo acontece nos Estados Unidos.

Aqui está uma lista dos dez melhores e piores mestrados para encontrar um emprego nos EUA. A lista inclui o salário anual médio para trabalhadores com mais de 10 anos de experiência em cada campo de carreira (calculado por Payscale.com) e o crescimento médio projetado para o período de 2014- 2024 (calculado pelo Bureau of Labor Statistics).

Claro, você deve selecionar um programa de graduação que se ajuste aos seus interesses e objetivos de carreira, independentemente do ranking do programa nesta lista. No entanto, a escola de pós-graduação é muitas vezes cara, por isso é importante pensar e pesar o valor do custo benefício que o programa pode lhe trazer. 

No caso de estudante estrangeiro, o número de bolsas pode ser ainda mais limitado que para os alunos americanos. Não é impossível, porém requer mais pesquisa. E para aquele que planeja encontrar uma oportunidade de ficar definitivamente nos EUA de forma legal, escolher o curso certo pode ser a chave para um futuro melhor na terra do Tio Sam.

Atencao: Nos Estados Unidos as vagas de trabalho informam o salário de duas formas: a) por hora ou b) por ano. Quando eles divulgam valor tipo $100k, isso quer dizer cem mil dólares por ano. Divida o valor por 12 meses ($100k/12 meses = $ 8,3 mil dólares por mês).

Um carro tipo Toyota Corolla 2018 custa $18,5 mil dólares.

 

 

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Testes de Admissao no Ensino Americano

 

Trabalho para Estudante Internacional

 

As melhores universidades nos EUA

 

O sistema de pos-graduacao nos EUA

 

Visto de estudante

 

Como buscar bolsas de estudos 

 

 

 

Melhor mestrado para encontrar um emprego

 

  1. Engenharia Biomédica

Pagamento anual médio: $ 145 mil dólares/ano

Crescimento médio projetado entre 2014 e 2024: 23%

 

  1. Assistente de Médico

Pagamento anual médio: $ 117,000

Crescimento médio: 30%

Esta é uma das carreiras de crescimento mais rápido, com um crescimento projetado de 30% até 2024.

 

  1. Ciência da Computação

Pagamento anual médio: $ 115.602

Crescimento médio: 18%

 

  1. Finanças

Pagamento anual médio: $ 109,797

Crescimento médio: 16%

 

  1. Sistemas de Informação

Pagamento anual médio: $ 103.021

Crescimento médio: 18%

 

  1. Estatísticas

Pagamento anual médio: $ 100.000

Crescimento médio: 19%

 

  1. Engenharia Civil

Pagamento anual médio: $ 96,211

Crescimento médio: 6%

 

  1. Enfermagem

Pagamento anual médio: US $ 95.000

Crescimento médio: 31%

Espera-se que as posições de profissionais de enfermagem aumentem em 2024 em 31%, o que é muito mais rápido do que a média.

 

  1. Administração Hospitalar

Pagamento anual médio: $86.813 dólares

Crescimento médio: 17%

Esses empregos estão em alta demanda e continuarão a crescer na próxima década.

 

  1. Terapia Ocupacional

Pagamento anual médio: $ 81,910 (de acordo com o Bureau of Labor Statistics)

Crescimento médio: 27%

Os terapeutas ocupacionais exigem um mestrado (bem como licença estadual) para praticar. Os programas de mestrado em terapia ocupacional valem a pena investir, a projeção crescimento é ótima – 27% até 2024.

 

 

 

Os Piores mestrados para encontrar trabalho nos EUA

 

  1. Aconselhamento

Pagamento anual médio: $ 57,500

Crescimento médio: 12%

 

  1. Trabalho Social

Pagamento anual médio: US $ 59.887

Crescimento médio: 18%

 

  1. Educação

Pagamento anual médio: US $ 60.686

Crescimento médio: 6%

 

  1. Biblioteca e Ciência da Informação

Pagamento anual médio: $ 62,253

Crescimento médio: 5%

 

  1. Música

Pagamento anual médio: $ 62,561

Crescimento médio: 3%

 

  1. História

Pagamento anual médio: US $ 65.000

Crescimento médio: 5%

 

  1. Belas artes

Pagamento anual médio: $ 69.191

Crescimento médio: 1%

 

  1. Arquitetura

Pagamento anual médio: US $ 76,108

Crescimento médio: 7%

 

9. Gestão de Recursos Humanos

Pagamento anual médio: $ 77.406

Crescimento médio: 7% 

 

 10. Biologia

Pagamento anual médio: US $ 100.000

Crescimento médio: 7%

 

 

Original text in English –

 

 

 

Estudante internacional pode solicitar autorização especial para trabalho

O caminho não é fácil, o jeito é conhecer as leis e investir nos estudos

 

 

 

Quando Satish Kurapati, de 26 anos, terminou a graduação em sua terra natal, Índia, ele tinha um foco em mente, vir para os Estados Unidos. O mesmo que outras pessoas de sua família e alguns amigos fizeram. E ele sabia também que seriam tempos difíceis, mas ficar no seu país não estava nos seus planos.

 

Com o diploma do curso superior na área de eletrônica em mãos, ele decidiu fazer pós-graduação no Texas. Satish veio para os EUA com visto de estudante, o F-1. ‘’Índia é o segundo país mais populoso do mundo e a pobreza é grande. Não quero voltar’’, garante.

 

Depois de 18 meses de curso no Texas A&M University, em Kingsville, Satish fez o mesmo que seus colegas, solicitou permissão de trabalho ao governo americano e conseguiu. Em 2 meses, seu Optional Practical Training (OPT) estava aprovado. A partir daí, ele precisou procurar uma agência de empregos em busca de uma colocação no mercado de trabalho.

 

Isso aconteceu em março de 2016. O OPT durou um ano e ele solicitou a renovação, que também foi rapidamente aprovada. Agora ele tem até fevereiro de 2019 para trabalhar legalmente nos EUA.

 

Como funciona o OPT

O Optional Practical Training (OPT) é uma forma legal do estudante de pós-graduação (nos EUA esses cursos são chamados de graduate) conseguir trabalho assim que terminar o curso. Para tanto, o estudante solicita ajuda do Designated School Oficial (DSO) da escola para preenchimento do FORM-I765.

 

A resposta vem em no máximo 90 dias. Estudantes de pós-graduação nas áreas de Science, Technology, Engineering and Mathematics (STEM) podem solicitar extensão, assim como Satish fez. Essas áreas são prioridades para o governo americano.

 

‘’Eu posso dizer que 99.99% dos nossos estudantes solicitam o OPT’’, garante Anthony DeNapoli, diretor para assuntos internacionais da Nova Southeastern University, uma das 10 melhores universidades na Flórida. A instituição possui um departamento para ajudar o Graduate estudante a procurar um emprego assim que o OPT é aprovado, mas o estudante também pode, e deve, procurar por conta própria.

O diretor explica que a maioria dos estudantes da área de Business, Tecnologia e Farmácia conseguem emprego  rapidamente.

A universidade possui 1400 estudantes estrangeiros, de 116 países. Desses, 50 são brasileiros. A maioria dos brasileiros estão nos cursos de pós-graduação.

 

 

Durante e após o OPT

Assim que o seu OPT foi aprovado, Satish buscou uma agência de empregos que terceiriza mão obra na área de tecnologia. Hoje, ele presta serviços para uma multinacional na área de seguros no sul da Flórida. “’Sou funcionário da agência. Mas vale a pena ficar aqui’’, confessa.

 

Ele conseguiu o OPT em março de 2016 e em abril de 2017, a mesma agência solicitou o visto de trabalho –  (o famoso, tão sonhado e desejado) H1B, mas a concorrência foi grande demais e ele não conseguiu passar na peneirada do governo. ‘’Ainda tenho a possibilidade de tentar em abril de 2018. Se não der, eu tento outro mestrado em 2019 e ai tentarei o CPT. Mas não volto para a Índia’’, planeja.

 

Ele conta que a trajetória de um amigo serve de exemplo para seu esforço. Seu amigo está nos EUA há 7 anos. Primeiro como estudante visto F-1 no curso de Pós-graduação, depois com a autorização OPT, depois H1-B e, agora, aguarda o tão sonhado Green Card. ‘’Já foi aprovado. A fila é longa, mas é possível’’, diz Satish esperançoso em ter a mesma sorte que o amigo.

 

OPT x CPT

O Optional Practical Training (OPT) pode ser solicitado 90 dias antes do término de um ano acadêmico ou no máximo 60 dias após o fim do curso. O aluno precisa estar matriculado em tempo integral (full time). Cada universidade exige um número mínimo de disciplinas para considerar o aluno como full time.

 

Assim que completar um ano na universidade, o aluno pode solicitar o OPT para trabalho de 20 horas por semana durante o período das aulas, e período integral durante as férias. Quando terminar a pós-graduação, o OPT deve ser alterado para trabalho integral.

 

O Curricular Practical Training (CPT) também é outra alternativa. De acordo com o website oficial do governo americano, o trabalho precisa estar ligado a área de estudos do requerente. Não é exigido que o estudante trabalhe apenas 20h/semana durante as aulas, mas é necessário um acordo com o empregador e a universidade. 

 

Outras opções para trabalho para estudante com visto estudante

Ainda de acordo com o website do governo americano (USCIS), os estudantes estrangeiros possuem as seguintes opções:

 

M-1 Visa – Este é um tipo de visto de estudante para quem está interessado em fazer cursos profissionalizantes. O emprego precisa estar diretamente ligado a área de estudo.

 

Estudante Empreendedor – O governo americano considera empreendedorismo como trabalho. O estudante interessado deve ter o visto F1 e qualificar para o OPT.

 

Para ser aceito em um curso de pós-graduação o estudante precisa apresentar bom ou excelente nível de inglês.

 

Cartilha ensina brasileiros a empreender na Flórida

Ter sua própria empresa agora ficou mais fácil, cartilha do consulado oferece todas as dicas

O Consulado Geral do Brasil em Miami disponibilizou uma cartilha explicativa para facilitar a vida de quem se sentia perdido com as regras e leis na Flórida para abrir uma empresa. O guia foi lançado oficialmente no dia 16 de fevereiro em um evento para mais de 200 pessoas no auditório da Primeira Igreja Batista da Flórida – PIB Florida, em Pompano Beach.

 

Além da versão impressa e gratuita da cartilha, os brasileiros também têm acesso ao documento via download direto do site do consulado – http://miami.itamaraty.gov.br/pt-br/como_empreender_na_florida.xml. O guia “Como Empreender na Flórida’’ tem um pouco de tudo, desde como registrar a empresa junto aos órgãos competentes americanos até as diferenças dos costumes locais se comparados com o Brasil.

 

A elaboração do guia teve o apoio do Conselho de Cidadãos da Flórida, Fort Lauderdale Small Business Development Center e do Small Business Administration.

 

Durante o evento, o Cônsul-geral do Brasil em Miami, Embaixador Adalnio Senna Ganem, enalteceu a participação brasileira na área empresarial da Flórida. “A nossa estimativa é que entre os 300 mil brasileiros no Estado, pelo menos 10%, ou seja 30 mil compatriotas estejam engajados em algum tipo de empresa própria’’, citou o embaixador.

 

Carlo Barbieri, representante do Conselho de Cidadãos da Flórida, fez questão de frisar que o brasileiro empreendedor pode utilizar de crédito adquirido junto aos bancos no Brasil, na Flórida. “Ele pode sim conseguir este apoio e procurar os órgãos americanos. Ele vai ser visto como uma pessoa jurídica e não física. Com isso, detalhes legais podem ser irrelevantes. É um guia para todos!’’, explicou.

 

O Guia “Como Empreender na Flórida’’ foi elaborado para servir de caminho para os empreendedores brasileiros e por isso não fornece indicação e ou patrocínio de empresas privadas. “O Guia não indica empresas privadas, indica caminhos. É fundamental chegar aqui com uma trilha, não perder tempo. Você já chega organizado!’’, comentou Barbieri.

 

Time de futebol americano procura novos jogadores

O time de futebol de Fort Lauderdale, Strikers, busca novos jogadores para a temporada 2017. A última peneirada do ano, Tryout, acontece no dia 10 de dezembro às 7 da manhã no estádio do time – Lockhart Stadium (FLL – Flórida). Uma ótima oportunidade de trabalho para atletas brasileiros nos Estados Unidos.

 

Strirkers é o time preferido da comunidade brasileira no sul da Flórida. Um dos donos é nada menos que o jogador Ronaldo – O Fenômeno. Vários jogadores do time são brasileiros e a cada ano o número aumenta.

 

A peneirada acontece para os grupos principal e juniores – U23 e U19. Os interessados devem preencher formulário no website do time (www.strikers.com) e pagar uma taxa de $150. Jogadores com menos de 18 anos precisam do consentimento dos pais para participar da peneirada.

 

O time não se responsabiliza pela viagem de jogadores para participar da peneirada.

Boa sorte.

botao menor interno

Visto de trabalho H-1B para os Estados Unidos

O popular visto de trabalho H-1B para os Estados Unidos (sonho de muitos brasileiros) está cada vez mais difícil de se conseguir. Ele foi criado para ajudar o empregador americano a contratar empregados estrangeiros, mas quem está ficando com a maior parte dos 85 mil vistos disponíveis por ano são empresas de recrutamento e outsourcing, que descobriram como usar o recurso do H-1B sem quebrar as regras de recrutamento estrangeiro.

O visto contempla profissionais estrangeiros de alta especialização e curso superior, a maioria no setor tecnológico.  De acordo com uma reportagem publicada no jornal The New York Times, a maior parte dos pedidos de H1-B começam a ser apreciados depois de passarem por uma espécie de loteria, e companhias de recrutamento internacional inundam o sistema com pedidos, diminuindo significativamente as chances de seleção para o candidato comum.

Antigamente, um empregador americano poderia conseguir esse tipo de visto para um trabalhador estrangeiro a hora que quisesse. Nos últimos anos, entretanto, as coisas mudaram. As empresas de recrutamento e outsourcing entram com dezenas de milhares de pedidos assim que a imigração abre as inscrições para o H-1B. As inscrições para o visto abrem no dia 1 de abril e são na base do ‘leva quem chegar primeiro’. Depois desse prazo, fica muito difícil conseguir uma aprovação.

Das 20 companhias que receberam a maioria dos H-1B em 2014, 13 eram empresas de recrutamento global, de acordo com a reportagem do NYT. Elas ficaram com 40% dos vistos disponíveis (cerca de 32 mil), enquanto 10 mil outros empregadores dividiram o restante deles. Cerca de metade das aplicações do ano fiscal de 2014 foram rejeitadas porque ficaram de fora da quota.

Entre os tipos de vistos de trabalho oferecidos pelos Estados Unidos, o H-1B sobressai pelas suas regras peculiares. A quota anual é de 65 mil vistos para estrangeiros aplicando pela primeira vez.

Estrangeiros que fazem pós-graduação em universidades americanas tem mais uma chance. Eles ficam com 20 mil vistos restantes designados só para eles.

A demanda pelo visto tem explodido nos últimos anos. Desde 2013 que o governo é obrigado a usar o recurso do sorteio para a seleção. Este ano, 233 mil aplicações foram submetidas em apenas sete dias, e dois terços delas foram negados por chegarem depois de ultrapassada a quota de 85 mil.
Fonte: AcheiUSA

botao menor interno

 

As vantagens e desvantagens do visto de turista e de estudante nos EUA

Atendendo a pedidos, a advogada Elora Andrade Ortego, respondeu a algumas dúvidas de estudantes brasileiros

 

 

Muitos estudantes brasileiros ficam na dúvida sobre as vantagens e desvantagens do visto de estudante e de turismo quando decidem viajar para os Estados Unidos. A advogada Elora Andrade Ortego, com escritório em Miami, respondeu algumas perguntas.

USAHelp4U: Qual a diferença entre visto de estudante e visto de turismo?

Elora Andrade: O visto de turismo possibilita que o estrangeiro entre nos Estados Unidos com intuito de fazer turismo; ou seja, viajar, fazer compras e passeios, participar de atrações ou simplesmente visitar amigos e familiares.  Já o visto de estudante, como o próprio nome indica, possibilita que estrangeiro estude legalmente nos EUA.  Como todos os tipos de visto, o visto de estudante também tem regulamentos que devem ser seguidos perante a lei enquanto o estrangeiro permanecer em status de estudante.  Para ser emitido, o estrangeiro deve estar matriculado em faculdade ou curso que emitam o Formulário I-20 (documento essencial para obtenção do visto de estudante).  Para que esse visto seja mantido, o estrangeiro deverá seguir matriculado e frequentar o curso seguindo as normas do mesmo (ex: número máximo de faltas, notas mínimas, dentre outras regras impostas pela instituição acadêmica).  A possível violação do visto de estudante pode causar problemas para manutenção do status imigratório; sendo assim importante saber exatamente quais os regras a serem seguidas.

USAHelp4U: Quais os benefícios que o visto de estudante pode oferecer ao estrangeiro?

EAO: O visto de estudante oferece o benefício ao estrangeiro de poder estudar legalmente nos Estados Unidos durante o período que o mesmo estiver matriculado e seguindo os regulamentos do visto e da própria instituição acadêmica.  Outro benefício, é que o indivíduo que esteja vinculado ao visto de estudante tem ainda possibilidade de poder trazer a sua família imediata (cônjuge e filhos menores) vinculados a um visto de dependente do visto de estudante.  Os dependentes podem permanecer nos EUA durante o tempo de vigência do visto do estudante.  Sempre observando a lei e os regulamentos prescritos, o estudante também pode trabalhar com o visto de estudante, geralmente no campus da universidade e respeitando também alguns limites na carga horária de trabalho.  Dentre outros benefícios decorrente deste visto, é o estudante ter a possibilidade de obtenção do número de seguro social (social security number) e carteira de motorista.  Em determinados cursos, o estudante tem direito, após a graduação, a um visto de trabalho geralmente por um período de um ano.

USAHelp4U: Quais os benefícios que o visto de turismo pode oferecer ao estrangeiro?

EAO: O visto de turismo permite ao estrangeiro a entrada nos EUA com o intuito de fazer turismo; ou seja, viajar, fazer compras e passeios, participar de atrações ou simplesmente visitar amigos e familiares.  A permanência concedida para esse fim é de 6 meses na maioria dos casos com a possibilidade de extensão por mais 6 meses.

USAHelp4U: Se o estrangeiro entrar nos EUA com visto de turismo e decidir trocar seu status para visto de estudante, qual o procedimento?

EAO: Uma mudança de status imigratório necessita ser feita. Nesse caso é preferível que o estrangeiro consulte um advogado de imigração para saber exatamente qual o procedimento a ser seguido em vista do seu caso específico.  É muito importante checar que o estrangeiro tem todos os requisitos para obter a mudança de status para que a mesma não seja negada.

USAHelp4U: Esse é um processo arriscado? A imigração tem negado muito essa troca?

EAO: Dependendo da circunstância pode ser um processo arriscado, pois se a mudança de status for negada, o estrangeiro começa a acumular presença ilegal dentro dos EUA.  A troca em si não apresenta tanto risco, mas outras circunstâncias específicas de cada caso podem apresentar riscos. Por isso é importante consultar um advogado que possa avaliar a individualidade de cada caso perante a mudança de status imigratório.

 

USAHelp4U – Bolsa de Estudos 2017

Informe-se!

 

 

USAHelp4U: Se o estrangeiro trocar de visto de turismo para estudante, os seus dependents, como filhos e cônjuges podem ficar com ele nos EUA? Os filhos podem estudar em escola pública?

EAO: Cônjuge e filhos menores do estrangeiro que possua o visto de estudante (ou venha adquirir através de uma mudança de status imigratório) podem permanecer com o estudante principal nos EUA durante o período que ele estiver estudando.  Todavia, é necessário que a mesma mudança de status imigratório seja feita para cada membro da família juntamente com mudança do principal (estudante).

USAHElp4U: Se o estrangeiro, com visto de turismo ou de estudante, conseguir uma proposta de trabalho, qual o procedimento a ser seguido? Precisa ser uma empresa grande?

EAO: Procedimento a ser feito é uma mudança de status para o visto de trabalho.  A empresa contratante não necessariamente precisa ser uma empresa grande; mas sim, necessita provar a necessidade da contratação desse empregado e provar condições de remuneração compatível com o cargo a ser exercido.

USAHep4U: Se o estrangeiro, com visto de turismo ou de estudante, resolver abrir uma empresa nos EUA. Pode? O estrangeiro pode gerenciar seu próprio negócio?

EAO: Com o visto de turismo é possível abrir uma empresa nos EUA; porém o fundador/dono da companhia não pode, sob hipótese alguma, trabalhar ou prestar serviços através da mesma.  Nesse caso, sugere-se a mudança de status imigratório para outro tipo de visto.

Contato com o USAHelp4U pelo email info@usahelp4u.com e com a advogada Elora Andrade Ortego, pelo email elora@andradelawpa.com.

Concurso oferece bolsa de estudos na Flórida

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Bolsas de estudos e oportunidade de trabalho no exterior

Fundação oferece mais de 100 mil euros em bolsas de estudo na Espanha

Fundação MAPFRE oferece 150 mil euros em bolsas de estudo para pós-graduação na Espanha. O programa acadêmico, de um ano letivo completo, abrange as seguintes áreas: análise técnico-atuarial, previdência social, direito dos seguros, gestão e organização das empresas de seguros, contabilidade e análise econômica financeira das companhias de seguros. As inscrições podem ser feitas até o dia 25 de setembro por meio do site oficial. (http://www.fundacionmapfre.org). Os interessados devem imprimir o formulário on-line e enviá-lo juntamente com o restante da documentação solicitada antes de 25 de setembro de 2015 para o seguinte endereço: FUNDACIÓN MAPFRE – Área de Seguro y Previsión Social. Becas de formación especializada para estudiantes de postgrado. Bárbara de Braganza 14, 2ª planta. 28004 Madri – Espanha

 Oportunidades internacionais para jornalistas

Veja abaixo oportunidades para jornalistas fora do Brasil. As inscrições estão abertas.

Bolas do World Nomad de visage de documentário – Prazo final: 7 de setembro. Documentaristas aspirantes podem se inscrever para uma viagem para captar a cultura e as comunidades na costa do Pacífico da Colômbia. A viagem vai acontecer de 21 de novembro a 3 de dezembro. Os vencedores vão passar sete dias filmando na Colômbia e três dias em um workshop em Bogotá.

Bolsa de reportagem de saúde da National Press Foundation – Prazo final: 8 de setembro.  A National Press Foundation dos Estados Unidos oferece bolsas de viagem a jornalistas interessados em saúde do pulmão para cobrir a 46° Conferência Mundial da União de Tuberculose e Saúde Pulmonar na Cidade do Cabo, África do Sul.

Bolsa de jornalismo investigativo internacional – Prazo final: 8 de setembro. O Fund for Investigative Journalism oferece bolsas de $5,000 para apoiar projetos de jornalismo investigativo em todo o mundo. As bolsas cobrem despesas de viagem, mas não salários ou equipamento. Todas as propostas devem ser apresentadas em inglês e incluir um orçamento detalhado

Bolsas TED  Prazo final: 20 de setembro. Inovadores, fotógrafos e empreendedores podem concorrer a uma bolsa de viagem da TED (Tecnologia, Entretenimento e Design) para Vancouver, no Canadá. Vinte bolsistas serão selecionados para a conferência TED de 15 a 19 de fevereiro de 2016. Os participantes também terão a oportunidade de participar de programas pré-conferência de treinamento de palestrantes.

Bolsas de reportagem do GroundTruth – Prazo final: 22 de setembro. O GroundTruth Project busca candidatos para até cinco bolsas de reportagem em novembro. Os bolsistas vão viajar para a França para cobrir a Conferência do Clima em Paris 2015 em dezembro e trabalhar com a equipe do GroundTruth para dar forma a um pacote multimídia que será reportado ao longo dos próximos três anos. Mais informações sobre todas essas bolsas no site http://ijnet.org.

Alemanha oferece bolsas de estudo para jovens ‘líderes’

A Fundação Alexander von Humboldt está com inscrições abertas para o programa German Chancellor Fellowship que dará bolsas de estudo de um ano para pesquisas em universidades alemãs. Os selecionados também receberão mentoria e apoio no desenvolvimento de suas carreiras, além de conhecerem diversos líderes e representantes de empresas e instituições alemãs.

A bolsas de estudos cobre os gastos com a viagem e oferece ao estudante um auxílio para viver na Alemanha, que pode chegar a 2.750 euros por mês.

Para se candidatar, é preciso ter concluído um curso de graduação, ter fluência em inglês ou alemão e demonstrar capacidade de liderança. As vagas são para profissionais que atuam especialmente nas áreas de Políticia, Economia, Mídia e Comunicação. O prazo para inscrições vai até o dia 15 de setembro pelo site da Fundação (https://www.humboldt-foundation.de).

 Rússia busca estrangeiros de 74 profissões

São Paulo – A demanda de desenvolvimento da indústria da Rússia é uma boa notícia para profissionais estrangeiros interessados em se estabelecer definitivamente no país.

Em vigor desde o começo de julho, um decreto do Ministério do Trabalho da Rússia facilita a concessão de cidadania russa para pessoas de 74 profissões, em especial das áreas de engenharia, medicina, além de profissionais técnicos, segundo informações publicadas pelo jornal russo Rossiyskaya Gazeta.

Na lista estão médicos (cardiologistas, pediatras, médicos da família), veterinários, fisioterapeutas, enfermeiros, farmacêuticos, matemáticos, engenheiros (civis, de projetos, eletricistas, da área de tecnologia, de qualidade, de metrologia, entre outros). Entre os profissionais técnicos, estão torneiro mecânico, tecnólogo, técnicos de laboratório, soldadores, e outros. Há ainda cargos de gestão como, por exemplo, diretor de economia e engenheiro chefe de projetos.

Para participar do processo, o profissional precisa obter um tipo de visto específico dado aos interessados em conquistar a cidadania russa. Antes, era preciso ter completado um ano de residência temporária na Rússia para ter o direito à residência definitiva. Agora, não há mais esta obrigação. A lista completa das ocupações está em russo e pode ser conferida no site da Rossiyskaya Gazeta. (http://www.rg.ru/2015/08/03/grazdanstvo-dok.html).

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As semelhanças e diferenças entre os vistos L1 e H1B para os Estados Unidos

Por Attila de Andrade

Advogado

Há uma crescente busca de vistos L1 and H1B por conta do incremento das relações comerciais entre o Brasil e os EUA. Todavia, esses vistos têm se confundido na prática diária do processamento de vistos. A primeira semelhança entre os dois tipos de vistos consiste em que ambos se referem a um pedido de permanência temporária nos EUA.

Segundo, o solicitante ao visto não precisa comprovar laços com o país da empresa contratante do executivo ou empregado. Terceiro, ambos permitem o pedido de “premium process”. Mediante o pagamento de uma taxa ao Departamento de Imigração, a resposta ao visto pode ser concedida mais rapidamente.

As diferenças são as seguintes. O visto L1 é o que concerne ao pedido de uma empresa de um funcionário para uma subsidiária americana dessa empresa. Por exemplo, a empresa brasileira contrata um executivo para trabalhar na sua subsidiária americana. O funcionário em questão, deverá comprovar um vínculo empregatício anterior de no mínimo 1 (um) ano com a empresa brasileira. Por sua vez, a empresa brasileira deva comprovar que exista há algum tempo, mediante balanços e comprovante de rendimentos tributados no Brasil. Isto tudo para evitar qualquer tentativa fraudulenta a respeito da empresa brasileira contratante.

Já no caso do visto H1B não precisa ser uma empresa brasileira, a contratante. Pode ser uma empresa americana contratando um funcionário estrangeiro, por exemplo um cidadão brasileiro. Esse visto é mais complicado porque a empresa americana contratante do executivo ou funcionário estrangeiro deva fundamentar e comprovar que o tipo de “expertise” do funcionário estrangeiro contratado não exista nos EUA (o que obviamente é muito difícil). Ademais apenas um número determinado de vistos H1B é reservado ao ano para aprovação. Portanto o visto H1B é mais dificil de se obter do que o visto L1.

Há certas classes trabalhadoras onde há uma certa facilidade para concessão de vistos H1B. Geralmente são classes onde haja uma escassez de profissionais nos EUA. É o caso por exemplo, de enfermeiras qualificadas. Sabe-se que milhares de enfermeiras tem sido premiadas pela concessão de vistos H1B contratadas por hospitais americanos. Esse tipo de profissionais muda de ano a ano, dependendo das condições de trabalho prevalentes nos EUA.

Outra grande vantagem dos vistos L1 e H1B, dependendo das circunstâncias, caso a caso, ambos possam depois de algum tempo, conduzir o solicitante ao pleito do chamado “green card”, ou seja o visto de residência permanente. Esse atende particularmente às enfermeiras estrangeiras a quem tenha sido concedidos os vistos H1B.

Qualquer dúvida sobre vistos entrem em contato com o advogado brasileiro Atila Andrade pelo email ….. attilandradejr2013@gmail.com.

 

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Artigo publicado originalmente pelo jornal AcheiUSA.

Trabalhar legalmente no exterior não é tão simples

Sonho de muitos brasileiros ainda é trabalhar no exterior e muitos veem nos Estados Unidos como o país das oportunidades.  Especialistas explicam alguns caminhos para quem sonha em trabalhar nos Estados Unidos. Veja as opções de vistos

25/6/2015
Ana Paula Franco
AcheiUSA

Política imigratória americana favorece empresários e empreendedores e não trabalhadores

Todos os dias, seja por meio das redes sociais, telefone ou emails, muitos brasileiros entram em contato com a redação do AcheiUSA querendo saber como fazem para largar tudo e virem para os Estados Unidos para trabalhar. São pessoas de diversas partes do Brasil que querem vir buscar trabalho e, segundo eles, mudarem o estilo de vida. Eles enxergam os EUA como a terra das oportunidades, mas trabalhar por aqui requer um caminho que nem sempre é fácil como muita gente pensa.

De acordo com a advogada especializada em imigração, Renata Castro, a questão imigratória é a principal barreira, já que é necessária a permissão para trabalhar (work permit) e com visto de turista você não pode trabalhar de forma alguma. A advogada ressalta que há uma crença popular que desde que a pessoa entre com um visto válido, e esteja dentro do período de permanência, esse indivíduo se encontra em status legal, o que é incorreto. “Portadores do visto B-1/B-2 que trabalham nos Estados Unidos estão cometendo uma grave violação de leis federais, já que a permanência dada no momento da entrada nos Estados Unidos foi para fins específicos, ou seja, turismo, e não para trabalho”, afirma Renata. Ela expressou preocupação com o número de pessoas que estão trilhando esse caminho em virtude “de informações erradas vindas de amigos, parentes, ou até mesmo de grupos de desconhecidos no Facebook”.

As opções que existem hoje são relativamente limitadas, já que o Brasil não se qualifica para a loteria de green cards, e a política imigratória norte-americana vem favorecendo a entrada de empresários e empreendedores ao invés de pessoas que buscam colocação no mercado de trabalho. Algumas dessas opções são o visto L-1 para pessoas que possuem empresas no Brasil e que desejam expandir sua atuação empresarial nos Estados Unidos, o visto R-1 para pessoas que possuem qualificação e que receberam oferta de trabalho em instituições religiosas e o visto O que é reservado a pessoas que possuem habilidades extraordinárias como pesquisadores, atletas, artistas e professores universitários. Existe, ainda, o visto EB-5, para aqueles que tenham patrimônio suficiente para investir de $500 mil a $1 milhão de dólares em um negócio nos Estados Unidos.

Finalmente, explica a advogada, o visto J-1 é um visto pouco utilizado, e é utilizado por pessoas que querem trabalhar nos Estados Unidos por um período temporário como au pairs, por exemplo. O J-1 permite que o portador trabalhe para o seu sponsor de maneira legal por dois anos, e após esse período, o portador deve retornar ao seu país ou pedir autorização do governo americano e do governo de seu país antes de fazer qualquer tentativa de mudança de status imigratório. Para uma lista de entidades que contratam J-1s (sponsors) visite www.j1.state.gov.

Estudar pode ser uma opção
botao menor internoPara ingressar no mercado de trabalho americano como estudante existem alguns caminhos. O mais conhecido e com resultados satisfatórios é cursar uma faculdade ou fazer uma pós-graduação numa instituição americana e, a partir daí, seguir a carreira. Para estudar nos EUA é necessário ter o visto de estudante, o F1. Com esse visto, você tem permissão para estudar e pode fazer um estágio e conseguir uma vaga no mercado de trabalho, mas isso requer tempo e investimento. É importante lembrar que o simples fato de estudar nos Estados Unidos não dá o direito de trabalhar no país durante o período de estudo, salvo em casos aonde a escola contrata o estudante para trabalho para a entidade educacional por no máximo 20 horas semanais. Além disso, ao final do curso (qualquer curso) o estudante tem o direito de pedir o OPT (Optional Practical Training) que permite que o mesmo trabalhe por um ano legalmente nos Estados Unidos para qualquer empregador. Não há garantia que o estudante receberá nenhum tipo de benefício imigratório ao final do período OPT.

Especialista em recursos humanos fala sobre o mercado de trabalho nos Estados Unidos

O consultor de recursos humanos da multinacional Randstad Professionals USA, o brasileiro Patrick Rafael, explica que as áreas mais promissoras para se trabalhar nos EUA hoje são de saúde, tecnologia da informação, contabilidade e finanças (veja quadro). A pesquisa foi feita pela Randstad Professionals que é especializada em recursos humanos.

“Entrar no sistema americano não é tarefa fácil. Além de persistência e motivação, fica mais fácil se o interessado se formar nos Estados Unidos. Assim como a formação acadêmica, é necessária a experiência e muitas empresas oferecem estágio não remunerado que é o primeiro passo para se ingressar na empresa. Aqueles que não estão estudando e não estão qualificados a um estágio, devem buscar cursos especializados, de preferência, os que oferecem colocação no mercado de trabalho” orienta.

O idioma é um grande obstáculo a ser enfrentado. Esse primeiro passo pode ser dado no Brasil com dedicação para aprender o idioma que pode ser aperfeiçoado em cursos de férias no exterior. Para os brasileiros que estão buscando uma vaga, Patrick indica alguns sites especializados em que a maior parte das pessoas procura trabalho.

“Considerando que todos estão legalizados e com permissão de trabalho, os brasileiros formados e com experiência devem preparar um bom currículo, de acordo com os padrões americanos e se inscrever para empregos em sites especializados, entre os mais procurados são LinkedIN, www.cb.com e www.indeed.com. Como a procura por emprego nesses sites é muito grande (alguns empregadores recebem mais de mil currículos para uma vaga), recomenda-se também ir diretamente ao site das empresas e se inscrever por lá”, disse.

Patrick ainda dá dicas para os brasileiros sem formação profissional e sem experiência que podem procurar empregos nos jornais e em sites como no acheiusa.com e craigslist.com. Segundo a Revista Forbes, os top five empregos que não requerem experiência são: controladores de tráfego aéreo, mecânico, consultor financeiro, mecânico de elevadores e na área de transportes. Os interessados podem fazer cursos rápidos para se especializar nessas áreas.

 

Áreas mais promissoras para trabalhar nos EUA

Área de Saúde
#1 Médicos (profissionais de pronto-socorro e cirurgiões plásticos são mais bem remunerados)
#2 Enfermeiros
Farmácia
#3 Farmacêuticos
Tecnologia
#4 Tecnologia da Informação (TI)
#5 Programadores
Área de Contabilidade e finanças
#6 Escriturário de inventários
#7 Responsável por financiamentos
#8 Contadores (impostos, relatórios financeiros)
Área Administrativa
#9 Executivo
#10 Serviço de atendimento ao consumidor
Engenharia
#11 Engenheiros Industriais (processo, qualidade, desenvolvimento e engenheiros industriais tradicionais)
#12 Engenheiros Elétricos e Engenheiros de Hardware

(Fonte: Randstad Professionals USA)
>>>>Texto originalmente publicado pelo jornal AcheiUSA.

 

 

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Mix: Estudar no exterior; Emprego no Canadá; Erros de intercambistas

Destinos alternativos para estudar no exterior

Estudante sempre tem pouco dinheiro, por isso tome nota dessas dicas de destinos alternativos no exterior. São lugares onde não custa tanto e o estudante ainda pode aliar o idioma com atividades extracurriculares.

Nos Estados Unidos, a melhor opção é Havaí. Na Europa, a mais econômica opção é Malta. E a asiática Singapura e Nova Zelândia, na Oceania, também são boas alternativas. Um mês de estudo nesses locais alternativos pode sair por cerca de 8 mil reais.

Havaí – O Havaí é ideal para os amantes da natureza e que têm interesse em praticar o surfe paralelamente ao estudo do idioma inglês.

Ilha de Malta – A ilha fica ao sul da Sicília, na Itália. Por sua importância histórica, é bastante procurada por quem gosta de arquitetura e história. É possível ter aulas de inglês em campo e visitar as construções e locações usadas em filmes. Além disso, o inglês de lá é britânico, por isso é uma opção muito mais econômica do que a Inglaterra, na Europa – a economia chega a 40%.

Singapura – No sul da Península da Malásia, Singapura oferece um dos melhores IDH do mundo. Os profissionais e estudantes que mais buscam o local são os de área de tecnologia e mercado financeiro, pois há aulas voltadas especificamente para os dois setores – Singapura é considerada o Vale do Silício asiático.

Nova Zelândia – Nova Zelândia é outra opção para quem gosta de ficar em contato com a natureza e praticar esportes radicais.  O dólar do país caiu em relação ao americano, por isso fica ainda mais atrativo aos brasileiros.

 

 

Mercado de trabalho para imigrante no Canadá

A região do Quebec há anos mantém um programa de imigração especial para profissionais qualificados. Um dos pré-requisitos é ter menos de 35 anos. A região não para de crescer, principalmente nas áreas de áreas de TI, administração, engenharia, contabilidade e marketing. A outra boa notícia é que eles adoram os trabalhadores brasileiros pela facilidade que eles têm em se adaptar.

Para este ano, a previsão de aceitação de vistos permanentes é de 6.300 para todo o mundo.

Para se candidatar é preciso saber falar francês, poucos sabem, mas a língua oficial do Quebec é a francesa.  Depois disso, ter um bom curriculum é fundamental. Uma formação universitária sólida, com boas notas conta bem no processo.

Outras informações sobre o processo de imigração permanente para o canada no site oficial – http://www.cic.gc.ca.

 

10 erros mais comuns dos intercambistas

 

Nem sempre dinheiro vai resolver todos os seus problemas. Na hora de fazer um intercâmbio, que realmente vá trazer o retorno esperado, é melhor colocar na balança vários fatores que podem fazer da sua viagem um bom ou mau investimento. Veja abaixo alguns erros comuns e tente evitá-los, se possível.

1 – Falta de informação – O estudante não pesquisa a fundo sobre o destino e acaba escolhendo o lugar errado.

2 – Perfil incompatível com o lugar – Um lugar frio pode parecer encantador nas fotos e filmes, mas se você não costuma gostar de baixas temperaturas é bom evitar esses destinos.

3 – Momento errado – O momento certo para fazer um intercâmbio é quando a pessoa realmente quer passar por essa experiência e tem vontade de conhecer o diferente. Mente aberta e preparada.

4 – Achar que “lá fora” o mundo é perfeito –  A experiência será diferente, em um local diferente, e não, necessariamente, em um país perfeito.

5 – Não se preocupar com a saúde – A maioria não se preocupa em consultar um médico antes de deixar o país e não quer fazer nem mesmo um seguro de saúde. Depois, acaba enfrentando transtornos e pode acabar tendo gastos altos e inesperados com consultas e emergências.

6 – Escolher o mais barato – É comum o arrependimento depois, porque o pacote não tem nada a ver com o estilo da pessoa, porque o destino não agrada, porque a escola não oferece o que a pessoa esperava e muitas outras decepções.

7 – Arrumar a mala sem pensar no destino – O primeiro passo é verificar qual o clima do destino na época em que a pessoa estiver para chegar.

8 – Não buscar ajuda profissional – Existem muitas opções de destino, escola e acomodação e, na hora de escolher, o estudante fica perdido.

9 – Achar que o intercâmbio resolve tudo – Às vezes ajuda a ultrapassar um momento ruim, na maioria dos casos, os problemas ficam piores e a experiência pode virar um pesadelo.

10 – Não avançar no aprendizado do idioma – É comum a frustração quando a pessoa escolhe um idioma para estudar e não percebe nenhuma mudança na sua fluência. A culpa é do próprio estudante, pois o progresso depende muito do esforço dele fora da sala de aula.